<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407</id><updated>2012-02-26T14:25:37.962-08:00</updated><title type='text'>Artistas de Itararé</title><subtitle type='html'>Itararé, Capital Artístico-Cultural da Região Sul Paulista, Celeiro de Artistas, Terra de Poetas, Cantores, Pintores, Atores, Fanáticos Por Itararé, Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, Estância Boêmia de Itararé, Trincheiras da Legalidade, Rainha do Sul Paulista, Sentinela da Fronteira, Bonita Pela Própria Natureza, Chão de EStrelas, Palco Iluminado, Terra-Mãe, Encantário, Berço-Matrix, Ninhal Neverlan, Shangri-lá, Pasárgada, República Etílico-Rural Boêmica de Itararé</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>93</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4632843472739143969</id><published>2012-02-26T14:25:00.000-08:00</published><updated>2012-02-26T14:25:37.967-08:00</updated><title type='text'>Blog Limpinho e Cheiroso: Militantes do PSDB chamam Serra de imaturo e palha...</title><content type='html'>&lt;a href="http://limpinhocheiroso.blogspot.com/2012/02/militantes-do-psdb-chamam-serra-de.html?spref=bl"&gt;Blog Limpinho e Cheiroso: Militantes do PSDB chamam Serra de imaturo e palha...&lt;/a&gt;: Em vídeo divulgado por site ligado ao PSDB, militante tucana defende prévias e critica Serra: “Ele está sendo palhaço.” Via O Estado ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4632843472739143969?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4632843472739143969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2012/02/blog-limpinho-e-cheiroso-militantes-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4632843472739143969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4632843472739143969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2012/02/blog-limpinho-e-cheiroso-militantes-do.html' title='Blog Limpinho e Cheiroso: Militantes do PSDB chamam Serra de imaturo e palha...'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8865985072871127325</id><published>2011-12-28T10:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-28T10:48:08.817-08:00</updated><title type='text'>Gilberto Pinguim Santana de Itararé, Fará Ônibus Espacial</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1yFmW6VluVQ/TvtkUOYvy2I/AAAAAAAAAaA/gN3pNxvkyxU/s1600/naveitararesilas.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 196px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5691252852734806882" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-1yFmW6VluVQ/TvtkUOYvy2I/AAAAAAAAAaA/gN3pNxvkyxU/s320/naveitararesilas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;O Artista Popular e Artesão, Pinguim Santana, no seu Polo Industrial Santa Terezinha de Criação, de Itararé-SP, Fabricará Ônibus Espacial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itarareenses andorinhas devem chegar em Marte nos próximos 5 anos, porque em Sengés-City já aportaram de mala, cuia e poesia via Sergio Carriel de Lara. Agora é oficial. Já se sabia que a tecnologia espacial estava bem avançada na República Etílico-Rural da Estância de Santa Itararé das Artes, mas agora o projeto vai deslanchar. Segundo a Agência Espacial Ita-Star, o Artista Popular Pinguim, irmão do Choko, assinou um contrato com o Governo do Palácio Tico e Palácio Vadico, para construir a primeira Nave-Nau Itarareense. A espaçonave terá lugar para 10 boêmios carnavalescos e contará com churrasqueira, fogão de campanha, cambona para aquentar a água pro chimarrão, despensa com 14 tulhas, bagageiro, quarto de banho, uma latrina de assento e duas de se cagar acrocado. Já estão confirmados na viagem o gaiteiro Santos Galdino (estagiando numa bodega em Jaguariaiva), o tocador de violão Jaquelin, o tocador de bumbo Paulinho AgitaSom, e outros que tem os nomes preservados por razões de segurança nacional Itarareeense não podemos regatiar de dar o nome assim sem mais nem menos. As tulhas de mantimentos estarão sortidas com de tudo um pouco: erva-mate, bergamota, rapadura, charque, linguiça, torresmo, arroz, feijão preto e de cor, bolacha e, principalmente, canha e vinho, além de tubaínas e cervejas, e uns gibis velhos. Segundo o chefe do cerimonial de lançamento e responsável pelos estudos, Odair Barreira, um cara muito inteligente, "crânio" em matemática, física e exímio no jogo-do-osso, os americanos jogaram a toalha na corrida espacial, porque não tinham a tecnologia para revestimento da nave, já que esta é uma patente do Aneor Peres Gusmão descoberta em Santa Cruz dos Lopes. Trata-se de uma combinação de casca-de-cana, gordura de capivara, barro vermelho do Lageado e pedra moura moída (aquela lá das quebradas do Rio da Vaca) que, segundo os cientistas, gera um material resistente a altíssimas temperaturas, além de também servir para curar bicheira, sarar cobreiro e tirar furunculo.&lt;br /&gt;A propulsão do foguete será à base de uma mistura de cachaça marisqueira de Pedra Branca com graspa de Riversul, que os pesquisadores internacionais afirmam ser dezenas de vezes mais potente do que o combustível atualmente utilizado pela NASA em estado de falência. E é combustível renovável.&lt;br /&gt;Há décadas que esta tecnologia vem sendo desenvolvida - em segredo - na Estância de Itararé. Dizem que o único momento tenso do projeto foi quando uma bugraiada andou por lá para espionar, mas foram corridos no laço pelo capataz da estância e 4 cachorros vira-latas. Os americanos - que tentavam desenvolver um trabalho parecido na Área 51 - foram convidados a visitar o projeto. Foram recebidos com um assado de costela no fogo de chão (daquelas que levam 8 horas para assar), tomaram uns rabos-de-galo e gostaram do que viram, mas saíram mais quietos que guri cagado nas calças. Em nota à imprensa os nossos cientistas disseram: "Mostramos tudo a eles, mas desde o começo ficaram desacorçoados, de boca-aberta. Não entenderam bosta nenhuma. É uma tecnologia anos-luz na frente da deles, os obrahmas deles." Zé Maria dos Contos acrescentou: "Estamos a passos largos para a conquista de Marte, que Itapeva já tá nas algibeiras. Não vai 5 anos e teremos gente apeando por lá e começando a fazer cercas e criar invernadas, contando causos, tomando pinga, levando mudas de Itarareenses sem breques para brotar por lá. Pelo menos uma guria pedaçuda já vai junto, na missão, para organizar o primeiro Bar Fecha Nunca espacial, lar doce Bar extraterrestre... Vamos em paz, mas, pelo sim, pelo não, levaremos na mala de garupa uma carneadeira coqueiro deitado, um trançado de 8 e uma espingarda de cano duplo Boito (Boito, tiro dado, bicho deitado), e um penico verde-palmeiras. Vai que lá também tem marciano ruins dos Amados, Fadéis ou Perúcios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nunca te esqueça! Somos tão modestos porque:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus é carioca mas Jesus é de Itararé;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São Pedro é o capataz e Conceição nossa Padroeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sol é um fogo-de-chão que se alastrou depois para virar um baita Sonrisal bem alto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Atlânticoé salgado porque a indiada de Itararé em viagens extraterrestres daqui batia os espetos perto dos rios;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Saara é um deserto porque foi das árvores de lá que vieram os espetos para Itararé;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maior churrascada que se fez, resultou na extinção dos dinossauros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 2ª Guerra se deu por causa de queumo Turco de Itararé queria tomar conta dos bordéis perto do Mar Morto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itararé é muito amada porque é o único Estado que faz divisa com 3 cantos inter-espaciais: Paraná, Riversul e Vale do Ribeira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses terremotos, que andam ocorrendo por aí, são decorrência de uns concursos de Blocos de Carnaval no Clube Fronteira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por aí se vai essa porção de terras ao redor de Itararé, chamada MUNDO SEM PORTEIRA!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser Itarareense acima de tudo...&lt;br /&gt;- é tratar o interlocutor de tu és um caipora (na 2ª pessoa), para estar mais perto que ele (3ª pessoa);&lt;br /&gt;- é saber que nossa característica é a bravura e serestas e não o jeitinho de escamotear tranqueira levado da breca;&lt;br /&gt;- é ser franco e direto, nem que isso cause inimizades porque quem gosta de paz é Mané inhantã;&lt;br /&gt;- é ser humilde em ambições, mas exagerado em ideais e paixões, Sempre Haverá Itararé!&lt;br /&gt;Por isso eu tenho orgulho de ser chamado de "ANDORINHA DE ITARARÉ "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem CAPAZ que eu transvire Astronauta só para ver o Planeta Itararé em Forfé Carnavalesco lá de Marte... &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8865985072871127325?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8865985072871127325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/gilberto-pinguim-santana-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8865985072871127325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8865985072871127325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/gilberto-pinguim-santana-de-itarare.html' title='Gilberto Pinguim Santana de Itararé, Fará Ônibus Espacial'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1yFmW6VluVQ/TvtkUOYvy2I/AAAAAAAAAaA/gN3pNxvkyxU/s72-c/naveitararesilas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4290105761156356964</id><published>2011-12-16T12:15:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T12:17:24.908-08:00</updated><title type='text'>Itararé Para Quem Ama Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8fHghLwRa8g/TuunSADQSiI/AAAAAAAAAZ0/5YdwpHt7sy8/s1600/brasaonovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5686822882178517538" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-8fHghLwRa8g/TuunSADQSiI/AAAAAAAAAZ0/5YdwpHt7sy8/s320/brasaonovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Já pensou, ITARARÉ, termos políticos competentes&lt;br /&gt;que prezem valores elevados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já pensou, ITARAREENSE: nossa querida ITARARÉ, a cidade que amamos, ter uma câmara municipal com vereadores inteligentes, sérios, firmes, democráticos, trabalhadores, honestos, afinados com os interesses da coletividade, capazes de bem representar, e em alto nível, nossa querida Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes em qualquer parte do país? Já pensou que força tremenda seria um legislativo vigoroso, com políticos cumpridores da função, que não troquem o mandato por cargos na prefeitura, que não se ajoelhem diante do prefeito?&lt;br /&gt;Já pensou, ITARAREENSE ANDORINHA: nossa querida Itararé, celeiro de Artistas, cidade histórica, bonita pela própria natureza, ter um prefeito competente, democrático, amigo dos livros, da lei, que preze valores cristãos elevados, com discernimento para se cercar de talentosos trabalhadores de alta qualidade ético-humanitária, com capacidade para conduzir ITARARÉ no rumo do progresso social, econômico e cultural? Já pensou que ótimo seria ter um prefeito assim, que trabalhe corretamente e com transparência, sem precisar se valer da publicidade enganosa para tentar se manter no poder, se valer de insanas brechas jurídicas, envergonhando o historial todo de ITARARÉ, trincheira da legalidade?.&lt;br /&gt;ITARARÉ – Nossa amada urbe, merece políticos capazes no comando. Candidatos bons em 2012, pois, e que a Santa Urbe abençoe essa cidade abandonada, envergonhada, destratada, sempre com noticias ruins sobre sua condução em total dezelo público.&lt;br /&gt;Publicado por Itarareense que querem políticos que representem bem nossa cidade, não que a envergonhem.&lt;br /&gt;Fanáticos Por Itararé – Sempre Haverá Itararé – A Batalha é Nossa, o Povo é a Razão&lt;br /&gt;WWW.artistasdeitarare.blogspot.com.br &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4290105761156356964?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4290105761156356964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/itarare-para-quem-ama-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4290105761156356964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4290105761156356964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/itarare-para-quem-ama-itarare.html' title='Itararé Para Quem Ama Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8fHghLwRa8g/TuunSADQSiI/AAAAAAAAAZ0/5YdwpHt7sy8/s72-c/brasaonovo.jpg' height='72' 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align="justify"&gt;&lt;strong&gt;No Natal – Crônica de Dezembro de 2011 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;01)-No Natal... ficamos mais sensibilizados, vemos estrelas diferenciadas e luzes elétricas coloridas com maior ternura, como se nosso coração se abrisse e nossos sentimentos revisitassem atitudes, gestos, mãos estendidas e olhares acima e sobre todas as coisas...&lt;br /&gt;02)-No Natal... tornamo-nos crianças de novo – nossa infância, nosso maior tesouro – doces memórias voltam, e nossa alma alumbrada audita o que fomos, o que evoluímos, o que somos, em conquistas, momentos e canções...&lt;br /&gt;03)-No Natal... além das festas, do amigo secreto tradicional, das trocas de presentes, lembramos pessoas queridas que partiram primeiro, somamos as crianças que nasceram, festas, perdas, lucros, congraçamentos, e verificamos que crescemos na dor, evoluímos no amor... saldo positivo...&lt;br /&gt;04)-No Natal... o pinheirinho novo nos traz a lembrança antiga da família reunida; estávamos todos vivos, então de novo colocamos lembranças no quarador das idéias, e vemos que o tempo passa, o que somos permanece, a família é nosso reduto de paz e de sustentabilidade espiritual...&lt;br /&gt;05)-No Natal... damos prioridade a verdades puras, questões importantes, sabemos que é o fechamento de um ciclo, mas, também, é data de se comemorar o amor, a esperança, a consciência tranquila, a paz de espírito, os abraços apertados, porque, afinal, temos um berço, um clã, e, mais importante, temos um rol maravilhoso de grandes amigos...&lt;br /&gt;06)-No Natal... voltamos para nós mesmos, conseguimos união, carinho; voltamos para casa, temos uma casa, somos essa casa em nós, tudo nos ampara, redime e conforta, o amor Cristão nos sustenta nas obras e na fé, porque, sabemos, afinal, como diria o poeta, que o importante é que a emoção sobreviva...&lt;br /&gt;07)-No Natal... somos a comemoração que edifica, somos a música que soa, readquirimos brilho nos olhos, temos afetos explícitos, o bem-querer se manifesta em atitudes e conciliações, a família se fortifica, os separados se reconciliam, o perdão sustenta e o panetone diz quão doce é a data, o momento, o aconchego de abraços apertados de pessoas especiais que nos rodeiam...&lt;br /&gt;08)-No Natal... não nos cabemos em nós, porque não somos sozinhos, somos plurais, comunitários, sabemos que somos elos de uma corrente da vida, que tudo que nos cerca nos diz respeito, que tudo que nos rodeia é semeadura, que tudo o que nos sustenta são os abraços das crianças, e a grandeza dos mais velhos escancara em nós o que deles herdamos em qualidades e conquistas...&lt;br /&gt;09)-No Natal... o dezembro cintila, clarificamos emoções, contabilizamos o que criamos e o que aprendemos, o que tiramos de letra nas dores que nos fortificaram o caráter, nos aprimoramos enquanto seres e enquanto humanos, até porque, sendo Natal, a esperança se renova sabendo que, o ciclo novo que se inicia, anuncia também a boa-nova de um novo tempo melhor, um ano novo frutífero, em que daremos testemunho de resistência e fibra, de camaradagem e luz... de aprimoramento e evolução...&lt;br /&gt;10)-No Natal... recebemos presentes, entregamos cartões de Natal, tudo cheira gostosamente a festa, tudo é doce e frugal, e, afinal, sobreviventes sempre para melhor de um ano que se encerra, notamos que, sim estamos realizando nossos sonhos, fomos testados e passamos no teste, até abraçarmos cada um de cada elo que fundamos, e, afinal, dizendo, FELIZ NATAL, estamos reafirmando a soma, somos parte dela, e então o Natal verdadeiro se concretiza na comemoração, numa soma edificante e naquilo tudo que nos fará ainda mais verdadeiros Cristãos.&lt;br /&gt;-Boas Festas, Feliz Tudo – Feliz 2012&lt;br /&gt;Poeta Silas Correa Leite – Musa Rosangela Silva&lt;br /&gt;Estância de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, Sampa, Brasil 2011&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Site: WWW.itarare.com.br&lt;br /&gt;Blog: WWW.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;(Crônica da Série “Eu Era Feliz Quando Era Natal”)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-3373580080970852945?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/3373580080970852945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/no-natal-cronica-de-silas-correa-leite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3373580080970852945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3373580080970852945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/12/no-natal-cronica-de-silas-correa-leite.html' title='No Natal - Crônica de Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ylQrnIXu1Kw/TuIfUYxWkfI/AAAAAAAAAZo/fbYVfin7i8k/s72-c/Ninf%25C3%25A9ias.jpg' height='72' 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align="center"&gt;&lt;br /&gt;Tradução para o idioma francês: JOSÉ BARBOSA LEITE&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Artigo Um&lt;br /&gt;Todo Poeta tem direito de ser feliz para sempre,&lt;br /&gt;mesmo até muito além do para sempre, ou quando&lt;br /&gt;eventualmente o "para sempre" tenha algum fim.&lt;br /&gt;Artigo Dois&lt;br /&gt;Todo Poeta poderá dividir sua loucura, paixão e&lt;br /&gt;sensibilidade com mil amores, pois a todos realmente&lt;br /&gt;amará com o mesmo prelúdio nos olhos, algumas asas&lt;br /&gt;nas algibeiras e muitas cítaras encantadas na alma,&lt;br /&gt;ainda assim, sem lenço e sem documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Statut de Poète (Premier Brouillon Pour un Croquis de Projet&lt;br /&gt;Suffisant, Total et Sans quelque restriction)&lt;br /&gt;Article Un&lt;br /&gt;Tout Poète a droit d'être heureux pour toujours, même jusqu'à bien&lt;br /&gt;au-delá de pour toujours, ou quand éventuellement la " ; pour&lt;br /&gt;toujours " ; il ait quelque fin.&lt;br /&gt;Article Deux&lt;br /&gt;Tout Poète pourra diviser sa folie, passion et sensibilité avec mille&lt;br /&gt;amours, donc à tous réellement il aimera avec le même prélude&lt;br /&gt;dans les yeux, quelques ailes dans les poches et beaucoup de&lt;br /&gt;cithares enchantées dans l'âme, encore ainsi, sans mouchoir et&lt;br /&gt;sans document.&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;Nenhum Poeta poderá ser traído, a não ser para que a&lt;br /&gt;pobre ex-Musa seja infeliz para todo o resto dos dias&lt;br /&gt;que lhe caibam na tábua de carne desse Planeta Água.&lt;br /&gt;Artigo Três&lt;br /&gt;Nenhum Poeta padecerá de fome, de tristeza ou de&lt;br /&gt;solidão, até porque a tristeza é a identidade do Poeta,&lt;br /&gt;a solidão a sua Pátria, sendo que, a fome pode muito&lt;br /&gt;bem ser substituída num abismo terminal por rifle ou&lt;br /&gt;cianureto. E depois, um poeta não precisa de solidão&lt;br /&gt;para ser sozinho. É sozinho de si mesmo, pela própria&lt;br /&gt;natureza, com seus encantários, santerias, ninhais,&lt;br /&gt;mundo-sombra e baladas de incêndio.&lt;br /&gt;Artigo Quatro&lt;br /&gt;A Mãe do Poeta será o magno santuário terreal de seus&lt;br /&gt;dias de lutas e sonhos contra moinhos e erranças de&lt;br /&gt;gracezas e iluminuras.&lt;br /&gt;Filho de Poeta será como caule ao vento, cálice de&lt;br /&gt;liturgia, enchente em rio: deverá adaptar-se ao Pai&lt;br /&gt;chamado de louco por falta de lucidez de comuns&lt;br /&gt;mortais ou velado elogio em tácita inveja espúria.&lt;br /&gt;Paragraphe Unique&lt;br /&gt;Aucun Poète pourra être trahi, excepté pour que le pauvre ex-Musa&lt;br /&gt;soit malheureux pour tout le reste des jours qui lui contiennent dans&lt;br /&gt;la table panneau de viande de cette Planète de l’eau.&lt;br /&gt;Article Trois&lt;br /&gt;Aucun Poète souffrira de faim, de tristesse ou de solitude, même&lt;br /&gt;parce que la tristesse est l'identité du Poète, la solitude sa Patrie, en&lt;br /&gt;étant que, la faim peut très bien être substituée dans un abîme&lt;br /&gt;terminal par fusil ou cyanure. Et ensuite, un poète non précis de&lt;br /&gt;solitude pour être seul. C'est seul de lui même, par la nature elle-&lt;br /&gt;même, avec leurs enchants, santerias, bers des oiseaux, brune-&lt;br /&gt;monde et ballades d'incendie.&lt;br /&gt;Article Quatre&lt;br /&gt;La Mère du Poète sera le grand sanctuaire terreal de leurs jours de&lt;br /&gt;luttes et rêves contre des moulins et grand erreurs de graces et&lt;br /&gt;iluminures.&lt;br /&gt;Fils de Poète sera mange tige au vent, calice de liturgie, inondation&lt;br /&gt;dans fleuve : devra s'adapter au Père appel de fou faute de lucidité&lt;br /&gt;de communs mortels ou veillé compliment dans tacite envie fausse&lt;br /&gt;et spurie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Quinto&lt;br /&gt;Nenhum Poeta será maior que seu país, nenhuma&lt;br /&gt;fronteira ou divisa haverá para o Poeta, pois sua&lt;br /&gt;bandeira de luz-cor será a justiça social, pão, vinho,&lt;br /&gt;maná, leite e mel, além de pétalas e salmos aos que&lt;br /&gt;passaram em brancas nuvens pela vida. E depois, uns&lt;br /&gt;são, uns não, uns vão, uns hão, uns grão, uns drão – e&lt;br /&gt;ainda existem outros.&lt;br /&gt;Artigo Sexto&lt;br /&gt;A todo Poeta será dado pão, cerveja, amante e paixão&lt;br /&gt;impossível, o que naturalmente o sustentará mental e&lt;br /&gt;fisiológicamente em tempos tenebrosos ou de vacas&lt;br /&gt;magras, de muito ouro e pouco pão.&lt;br /&gt;Artigo Sétimo&lt;br /&gt;Nenhum Poeta será preso, pois sempre existirá, se&lt;br /&gt;defenderá e escreverá em legítima defesa da honra da&lt;br /&gt;Legião Estrangeira do Abandono, à qual se sabe&lt;br /&gt;pertencer, com seu butim de acontecências, ou seu&lt;br /&gt;não-lugar de, criando, Ser, estar, permanecer,&lt;br /&gt;continuar, feito uma letargia, um onirismo, uma&lt;br /&gt;catarse, ou um surto psicótico que os anjos chamam&lt;br /&gt;alumbramento terçã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Cinquième&lt;br /&gt;Aucun Poète sera plus grand que son pays, aucune frontière ou&lt;br /&gt;devise aura pour le Poète, donc son drapeau de lumière-couleur&lt;br /&gt;sera la justice sociale, le pain, le vin, la manne, le lait et le miel,&lt;br /&gt;outre des pétales et des psaumes auxils lesquels ont passé dans de&lt;br /&gt;blancs nuages par la vie. Et ensuite, ils sont, non, vont, uns ont, un&lt;br /&gt;grain, une moulin - et ils encore existent autres.&lt;br /&gt;Article Sixième&lt;br /&gt;Pour tout les Poètes sera donné du pain, de la bière, en aimant et&lt;br /&gt;de la passion impossible, ce qui naturellement le soutiendra mental&lt;br /&gt;et physiologiquement dans des temps ténébreux ou de vaches&lt;br /&gt;maigres, de beaucoup d'or et de peu de pain.&lt;br /&gt;Article Septième&lt;br /&gt;Aucun Poète sera prisonnier, donc toujours il existera, se défendra&lt;br /&gt;et écrira dans légitime défense de l'honneur de la Légion Étrangère&lt;br /&gt;de Abandonement, auquel il se sait appartenir, avec sien butim&lt;br /&gt;d'acontecências, ou sa place de, en créant, Être, être plus um fois,&lt;br /&gt;rester, continuer, fait une léthargie, une onirisme, une catharsis, ou&lt;br /&gt;un foyer psychotique que les anges appellent Le tierce alumbrament&lt;br /&gt;Artigo Oitavo&lt;br /&gt;A infinital solidão do espaço sempre atrairá os Poetas.&lt;br /&gt;Artigo Nono&lt;br /&gt;Caso o Poeta "viaje fora do combinado", tome licor de&lt;br /&gt;ausência ou vá morar no sol, nunca será pranteado o&lt;br /&gt;suficiente, nem lhe colocarão tulipas de néon, dálias&lt;br /&gt;aurorais, estrelícias de leite ou dente-de-leão sob o&lt;br /&gt;corpo que combateu o bom combate. Será servido às&lt;br /&gt;carpideiras, amigos, parentes, anjonautas e guardiões,&lt;br /&gt;vinho de boa safra por atacado, cerveja preta mais&lt;br /&gt;bolinhos de arroz, pão de minuto e cuque de fubá&lt;br /&gt;salgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Huitième À infinital solitude de l'espace toujours il attirera les&lt;br /&gt;Poètes.&lt;br /&gt;Article Neuvième&lt;br /&gt;Cas le Poète " ; il voyage excepté de combination",qu’ il prenne de&lt;br /&gt;la liqueur d'absence ou aille vivre dans le soleil, jamais ne sera pas&lt;br /&gt;pleuré assez, ni lui ne placeront pas de tulipes de néon, lês dálies&lt;br /&gt;de l’ aurore, estrelícies de lait ou pissenlit sous le corps qui a&lt;br /&gt;combattu le bon combat. Il sera servi aux carpideirèes, à amis, à&lt;br /&gt;parents, à des voyzgeurs d’espace et à gardiens, à vin de bonne&lt;br /&gt;récolte en gros, à bière noire plus petits gâteaux de riz, à pain de&lt;br /&gt;minute et cuque de fubá salée.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo&lt;br /&gt;Poeta não precisará mais do que o radar de seus olhos,&lt;br /&gt;as suas mãos de artesão sensorial no traquejo do&lt;br /&gt;cinzel interior, criativo, mais sua aura abençoada e seu&lt;br /&gt;halo com tintas de luz timbral para despojar&lt;br /&gt;polimentos íntimos em verso e prosa, como&lt;br /&gt;pertencimentos-quireras, questionários e renúncias.&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Primeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta poderá andar vestido como quiser, lutar contra&lt;br /&gt;as misérias e mentiras do cotidiano (riquezas impunes,&lt;br /&gt;lucros injustos, propriedades roubos), sempre&lt;br /&gt;buscando pela paz social, ou ainda mamando na utopia&lt;br /&gt;de uma justiça ético-plural-comunitária. Quem gosta&lt;br /&gt;de revolução de boteco é janota boçal metido a&lt;br /&gt;erudição alcoólica e pseudo-intelectual seboso e&lt;br /&gt;burguês. Poeta gosta mesmo de humanismo de&lt;br /&gt;resultados. De pegar no breu. A luta continua! Saravá,&lt;br /&gt;Brecht!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Dixième&lt;br /&gt;Poète dont n'aura besoin plus le radar de leurs yeux, leurs mains&lt;br /&gt;d'artisan sensoriel dans la experience artesanal de cinzel intérieur,&lt;br /&gt;créatif, plus leur dorée bénie et leur halo avec des encres de lumière&lt;br /&gt;timbral pour dépouiller des polissages intimes dans vers et causent,&lt;br /&gt;mange des pertenciments de rêve, questionnaires et résignations.&lt;br /&gt;Article Onzième&lt;br /&gt;Poète pourra marcher tenue comment vouloir, combattre les&lt;br /&gt;misères et les mensonges du quotidien (richesses impunis, profits&lt;br /&gt;injustes, propriétés vols), toujours en cherchant par la paix sociale,&lt;br /&gt;ou encore téter dans l'utopie d'une justice étic-plural-comunitère.&lt;br /&gt;Qui aime révolution fait em petit bar est un janote embout mis&lt;br /&gt;l'erudição alcoolique et la pseudo intlectuèlle grasse de les le&lt;br /&gt;bourgeois. Poète aime même l’ humanisme de vrai e eftives&lt;br /&gt;résultats. De recueillir dans le brai. La lutte continue ! Saravá,&lt;br /&gt;Brecht !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Segundo&lt;br /&gt;Poeta pode ser Professor, Torneiro-Mecânico,&lt;br /&gt;Operário, Ourives, Jardineiro, Fabricante de Bonecas,&lt;br /&gt;Vigia-Noturno, Engolidor de Fogo, Entregador de&lt;br /&gt;Raposas, Dono de Bar ou Encantador de Freiras&lt;br /&gt;Indecisas. Poeta só não poderá ser passional,&lt;br /&gt;insensível, frio ou interesseiro. Ao poeta cabe apenas&lt;br /&gt;o favo de Criar. O poeta escreve torto por linhas tortas&lt;br /&gt;(um gauche), poesilhas (poesia rueira e descalça) e&lt;br /&gt;ficção-angústia. Escreve (despoja-se) para não ficar&lt;br /&gt;louco...para livrar do que sente. O Poeta, afinal, é um&lt;br /&gt;"Sentidor" com sua angústia-vívere&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Terceiro&lt;br /&gt;Se algum Poeta for acusado levianamente de alguma&lt;br /&gt;eventual infração ou crime, a dúvida o livrará de ser&lt;br /&gt;apenado. E se o Poeta dizer-se inocente isso superará&lt;br /&gt;palavras acima de todos e sua fala será sentença e lei&lt;br /&gt;sagracial. A ótica do Poeta está acima de qualquer&lt;br /&gt;suspeita, e ele sempre é de per-si mesmo o local do&lt;br /&gt;crime da viagem de existir. Mas pode colaborar com as&lt;br /&gt;autoridades, cometendo um crime perfeito. Afinal, só&lt;br /&gt;os imbecis são felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Douzième&lt;br /&gt;Poète peut être Enseignant, Tournièr - mécanique, Ouvrier, Orfèvre,&lt;br /&gt;Jardinier, Fabricant de Poupées, guard dans La nuit, avaleteur de&lt;br /&gt;feu,transporteur de renards, Propriétaire de Barre ou Charmeur&lt;br /&gt;fascinateur de Soeurs Indecises. Poète ne pourra seulement pas&lt;br /&gt;être passionnel, insensible, froid ou intéressé. Au poète contient&lt;br /&gt;seulement l'alvéole De créer. Le poète écrit tors par des lignes des&lt;br /&gt;tourtes (un gauche), poesilhas (poésie de las rues ouvertes et&lt;br /&gt;déchausses et la ficcion - angustie. Il écrit (il se dépouille) pour que&lt;br /&gt;ne soient pas fou… pour exempter dont il sent. Le Poète, après tout,&lt;br /&gt;est une " ; Sentidor" ; avec sien “angústia-vívere”&lt;br /&gt;Article Treizième&lt;br /&gt;Si quelque Poète soit accusé frivolement de quelque éventuelle&lt;br /&gt;infraction ou de crime, le doute l'exemptera d'être puni. Et si le&lt;br /&gt;Poète se dit innocent cela dépassera des mots au-dessus de tous et&lt;br /&gt;sa parole sera jugement et loi sagracial. L'optique du Poète est au-&lt;br /&gt;dessus de quelconque soupçonne, et il toujours est de per-si même&lt;br /&gt;le lieu du crime du voyage de d'exister. Mais il peut collaborer avec&lt;br /&gt;les autorités, en commettant un crime parfait. Après tout, seulement&lt;br /&gt;les imbéciles sont heureux.&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;Poeta não erra. Refaz percursos. Poeta não mente.&lt;br /&gt;Inventa o inexistente, traduz o impossível, delata o&lt;br /&gt;devir. Poeta não morre. Estréia no céu. Poeta padece&lt;br /&gt;fibra por fibra no ser-se de si mesmo&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Quarto&lt;br /&gt;Aos Poetas serão abertas todas as portas, até as&lt;br /&gt;invisíveis aos olhos vesgos e comuns dos mortais&lt;br /&gt;anônimos, serão abertos todos os olhos, todas as&lt;br /&gt;almas, todos os caminhos, todas as chamas, todos os&lt;br /&gt;cântaros de lágrimas e desejos, todos os segredos&lt;br /&gt;dessa dimensão ou fora dela, num desespelho de&lt;br /&gt;matizes, feito insofrência do desmundo.&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Quinto&lt;br /&gt;A primeira flor da primeira aurora de cada dia novo,&lt;br /&gt;será declarada de propriedade do Poeta da rua, do&lt;br /&gt;bairro, do país ou de qualquer próximo Poeta a&lt;br /&gt;confeitar como louco, como ermitão ou pioneiro, de&lt;br /&gt;vanguarda. Em caso de naufrágio ou incêndio, poetas e&lt;br /&gt;grávidas primeiro&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Sexto&lt;br /&gt;Não existe Poeta moderno, clássico, quadrado,&lt;br /&gt;matemático como pelotão de isolamento, ou só&lt;br /&gt;aleijado por dentro, pois as flores e os rios não nascem&lt;br /&gt;nunca iguais aos outros, sósias, nem os poemas são&lt;br /&gt;tijolos formais de reboques arcaicos. Nenhum Poeta&lt;br /&gt;poderá produzir só por estética, rima ou lucro fóssil.&lt;br /&gt;Poesia não é para ser vendida, mas para ser dada de&lt;br /&gt;graça. Um troco, um soneto, uma gorjeta, um haikai,&lt;br /&gt;um fiado pago, uns versos brancos, um salário do&lt;br /&gt;pecado, um mantra-banzo-blues-lundu. E todo&lt;br /&gt;alumbramento é uma meia viagem pra Pasárgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paragraphe unique&lt;br /&gt;Poète ne manque pas. Il refait des parcours. Poète non esprit. Il&lt;br /&gt;invente l'inexistant, traduit l'impossible, dénonce le devenir. Poète&lt;br /&gt;ne meurt pas. Il étrenne dans le ciel. Poète souffre fibre par fibre&lt;br /&gt;dans l'être de lui même&lt;br /&gt;Article Quatorzième&lt;br /&gt;Aux Poètes seront ouvertes toutes les portes, jusqu'aux invisibles&lt;br /&gt;aux yeux louches et communs des mortels anonymes, seront&lt;br /&gt;ouvertes tous les yeux, toutes les âmes, tous les chemins, toutes les&lt;br /&gt;flammes, tous les cruches de larmes et les désirs, tous les secrets&lt;br /&gt;de cette dimension ou excepté d'elle, dans une non reflexion de&lt;br /&gt;nuances, de fait insondable de la nouvelle desfiguration Du monde.&lt;br /&gt;Article Quinzième&lt;br /&gt;Première fleur de première aube de chaque jour nouveau, sera&lt;br /&gt;déclarée de propriété du Poète de la rue, du quartier, du pays ou de&lt;br /&gt;tout proche Poète à confire comme fou, comme ermite ou pionnier,&lt;br /&gt;d'avant-garde. Dans le cas de naufrage ou d'incendie, poètes et&lt;br /&gt;femmes enceintes premier&lt;br /&gt;Article Seizième&lt;br /&gt;N'existe pas Poète moderne, classique, carré, mathématicien je&lt;br /&gt;mange peloton d'isolement, ou seulement blessé en-dedans, donc&lt;br /&gt;les fleurs et les fleuves né jamais égaux aux autres, à sosies, ni aux&lt;br /&gt;poèmes sont des briques formelles de remorques archaïques.&lt;br /&gt;Aucun Poète pourra produire seulement par esthétique, rime ou&lt;br /&gt;gagne fossile. Poésie n'est pas pour être vendu, mais pour être&lt;br /&gt;donnée de grâce. Un je change, un sonnet, un pourboire, une&lt;br /&gt;haikai, une filure payé, des vers blancs, un salaire du péché, une&lt;br /&gt;mantra-banzo-blues-lundu. Et toute alumbrament est un demi&lt;br /&gt;Voyage piur Le règne de Pasárgada où Là Le poete c’est toujours&lt;br /&gt;l’ami de le roi.&lt;br /&gt;Poeta é tudo a mesma coisa, com maior ou menor grau&lt;br /&gt;de sofrimento e lições de sabedoria dessas sofrências,&lt;br /&gt;portanto, com carga maior ou menor de visão, lucidez,&lt;br /&gt;sensoriedade canalizada entre o emocional e o&lt;br /&gt;racional, de acordo com a sua bagagem, seu vivenciar,&lt;br /&gt;seu prisma existencialista de bon vivant por atacado.&lt;br /&gt;Poeta há entre os que pensam e os que pensam que&lt;br /&gt;pensam. Entre os que são e os que pensam que são,&lt;br /&gt;pois se parecem. A todos é dado a estrada de tijolos&lt;br /&gt;amarelos para a empreita de uma caminhada que o&lt;br /&gt;madurará paulatinamente. Ou não. Todo poeta é&lt;br /&gt;aprendiz de si mesmo, em busca de uma pegada&lt;br /&gt;íntima, e escreve para oxigenar a alma. Afinal, são&lt;br /&gt;todos sementes, e sabem que precisam ser flores e&lt;br /&gt;frutos, para recriarem, para sempre, a eterna&lt;br /&gt;primavera cósmica.Todo aquele que se disser Poeta,&lt;br /&gt;assim o será, ou assim haverá de ser&lt;br /&gt;Parágrafo Um&lt;br /&gt;O verdadeiro Poeta não acredita em Arte que não seja&lt;br /&gt;Libertação. Saravá, Manuel Bandeira!&lt;br /&gt;Parágrafo Dois&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta bebe porque é líquido. Se fosse sólido comia.&lt;br /&gt;Parágrafo Três&lt;br /&gt;Poeta é como a cana. Mesmo cortado, ralado,&lt;br /&gt;amassado, ao ser posto na moenda dos dias, ainda&lt;br /&gt;assim tem que dar açúcar-poesia&lt;br /&gt;Inciso Um&lt;br /&gt;Poeta também bebe para tornar as pessoas mais&lt;br /&gt;interessantes.&lt;br /&gt;Parágrafo quatro&lt;br /&gt;Poeta não viaja. Poeta bebe. E todo Poeta sabe que o&lt;br /&gt;fígado faz mal à bebida.&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Sétimo&lt;br /&gt;Poeta terá que ser rueiro como pétala de cristal sacro,&lt;br /&gt;frequentador de barzinhos como anjo notívago, freguês&lt;br /&gt;de saunas mistas como recolhedor de essências,&lt;br /&gt;plantador de trigais amarelos como iluminador de&lt;br /&gt;cenários, cevador de canteiros entre casebres de&lt;br /&gt;bosquíanos, entre o arado e a estrela, um arauto pós-&lt;br /&gt;moderno como declamador de salmos contemporâneos&lt;br /&gt;entre extraterrestres.&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;Poeta rico deverá ainda mais amar o próximo como se&lt;br /&gt;a si mesmo, ajudando os fracos e oprimidos, os Sem&lt;br /&gt;Terra, Sem Teto, Sem Amor, para então se restar bem-&lt;br /&gt;aventurado e poder escrever cânticos sobre a&lt;br /&gt;condição humana no livro da vida. Poeta é antena da&lt;br /&gt;época. E o neoholocausto do liberalismo globalizador é&lt;br /&gt;o câncer que ergue e destrói coisas belas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poète est tout le même chose, avec plus grand ou moindre degré&lt;br /&gt;de souffrance et de leçons de sagesse de ces soufriments, donc,&lt;br /&gt;avec chargement plus grand ou moindre de vision, de lucidité,&lt;br /&gt;sensorieté canalisée entre du émotionnel et rationnel,&lt;br /&gt;conformément à ses bagages, sien vivre intensément, à son prisme&lt;br /&gt;existencialiste de Bon vivant en gros. Poète a entre ils que pensent&lt;br /&gt;et ce qui pensent ils que pensent. Entre ils que sont et ce qui&lt;br /&gt;pensent ils que sont, donc ils se semblent. À tous est donnée route&lt;br /&gt;de briques jaunes pour entreprend d'une randonnée que va maturer&lt;br /&gt;progressivement. Ou non. Tout poète est apprenti de lui même, à la&lt;br /&gt;recherche d'une empreinte de pas intimee, et écrit pour oxigenar&lt;br /&gt;l'âme. Après tout elles, sont toutes semences, et savent ils qu'ont&lt;br /&gt;besoin d'être des fleurs et des fruits, pour recréer, pour toujours,&lt;br /&gt;l'éternel printemps cosmique. Quiconque se dire Poète, ainsi le&lt;br /&gt;sera, ou ainsi il aura d'être Alinéa Un Le vrai Poète ne croit pas&lt;br /&gt;dans Art qui n'est pas Libération. Saravá, Manuel Bandeira !&lt;br /&gt;Alinéa Deux&lt;br /&gt;Poète boit parce que c'est liquide. S'il était solide mangeait.&lt;br /&gt;Alinéa Trois&lt;br /&gt;Poète est comme la canne. Même coupé, râpé, malaxé, à l'être&lt;br /&gt;grade dans la mouture des jours, encore ainsi il a qu'il donnera&lt;br /&gt;sucre-poesie Incise Un Poète aussi boit pour rendre les personnes&lt;br /&gt;le plus intéressant. Alinéa quatre Poète ne voyage pas. Poète boit.&lt;br /&gt;Et tout Poète sait que le foie fait mal à la boisson.&lt;br /&gt;Article Dix-septième&lt;br /&gt;Poète aura qu'être homme de La rue je mange pétale de cristal&lt;br /&gt;sacré, frequenteur de bars petits comme ange de La nuit, client de&lt;br /&gt;saunas mélangés je mange recolheteur d'essences, planteur de&lt;br /&gt;champs de blé jaunes mange illuminateur de scénarios, cevador de&lt;br /&gt;marbriers entre des taudis de bosquíanos, entre la charrue et&lt;br /&gt;l'étoile, un héraut pós-moderne je mange déclamateur de psaumes&lt;br /&gt;contemporains entre des extraterrestres.&lt;br /&gt;Alinéa Seul&lt;br /&gt;Poète riche devra encore davantage aimer le proche comme si à lui&lt;br /&gt;même, en aidant les faibles et opprimés, Sans Terre, Sans Plafond,&lt;br /&gt;Sans Amour, pour que alors il se reste heureux et à pouvoir écrire&lt;br /&gt;des cantiques sur la condition humaine dans le livre de la vie. Poète&lt;br /&gt;est antenne du temps. Et la neoholocauste du libéralisme&lt;br /&gt;globalizateur est le cancer qui érige et détruit des choses belles.&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Oitavo&lt;br /&gt;A todo Poeta andarilho e peregrino como Cristo, São&lt;br /&gt;Francisco ou Gandhi, será dado seu quinhão de afeto,&lt;br /&gt;sua porção de Lar, seu travesseiro de pétalas de luz.&lt;br /&gt;Quem negar candeia, azeite e abrigo ao Poeta, nunca&lt;br /&gt;terá paz por séculos de gerações seguintes&lt;br /&gt;abandonadas entre o abismo e a ponte para a Terra do&lt;br /&gt;Nunca. Quem abrigar um Poeta, ganhará mais um anjo-&lt;br /&gt;da-guarda no coração do clã que então será&lt;br /&gt;abençoado até os fins dos tempos.&lt;br /&gt;Parágrafo único&lt;br /&gt;O sábio discute sabedoria com um outro sábio. Com&lt;br /&gt;um humilde o sábio aprende.&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Nono&lt;br /&gt;Poeta poderá andar vestido como quiser, com chapéus&lt;br /&gt;de nuvens, pés de estrelas binárias ou mantras de&lt;br /&gt;ninhos de borboletas. Nenhum Poeta será criticado por&lt;br /&gt;fazer-se de louco pois os loucos herdarão a terra e são&lt;br /&gt;enviados dos deuses. "Deus deve amar os&lt;br /&gt;loucos/Criou-os tão poucos..." - Um Poeta poderá&lt;br /&gt;também andar nu, pois assim viemos e assim nos&lt;br /&gt;moldamos ao barro-olaria de nosso eio-Éden chamado&lt;br /&gt;Planeta Água. E a estética para o poeta não significa&lt;br /&gt;muito, somente o conteúdo é essência infinital.&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo&lt;br /&gt;Poeta gosta de luxo também, mas deve lutar por uma&lt;br /&gt;paz social, sabendo a real grandeza bela de ser&lt;br /&gt;simples como vôo de pássaro, simples como pouso em&lt;br /&gt;hangar fantástico, simples como beira de rio ou vão de&lt;br /&gt;cerca de tabuínha verde. Só há pureza no simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Dix-huitième Le tout Poète andarile et pèlerin comme Christ,&lt;br /&gt;San Francisco ou Gandhi, sera donné sa portion d'affection, sa&lt;br /&gt;portion de Foyer, son oreiller de pétales de lumière. Qui nier&lt;br /&gt;candelabre, huile et abri au Poète, jamais n'aura paix par des&lt;br /&gt;siècles de générations suivantes non abandonnées entre l'abîme et&lt;br /&gt;le pont pour la Terre de Jamais. Qui abriter un Poète, gagnera plus&lt;br /&gt;une ange de guard dans le coeur du clan qui alors sera béni&lt;br /&gt;jusqu'aux fins des temps. Alinéa seul Le savant discute de la&lt;br /&gt;sagesse avec un autre savant. Avec un humble o sage il apprend.&lt;br /&gt;Article Dix-neuvième&lt;br /&gt;Poète pourra marcher tenue comment vouloir, avec des chapeaux&lt;br /&gt;de nuages, de pieds d'étoiles binaires ou de mantras de nids de&lt;br /&gt;papillons. Aucun Poète sera critiqué se faire de fou donc les fous&lt;br /&gt;hériteront la terre et sont envoyés de . " ; Dieu doit aimer les fous/A&lt;br /&gt;créé les aussi peu… " ; - Un Poète pourra aussi marcher nu, donc&lt;br /&gt;nous sommes ainsi venus et ainsi dans nous les moulons à l’ argile-&lt;br /&gt;poterie de nôtre eio-Éden appelé Planète de l’eau. Et l'esthétique&lt;br /&gt;pour le poète ne signifie pas beaucoup de, seulement le contenu est&lt;br /&gt;essence infinital.&lt;br /&gt;Article Vingtième&lt;br /&gt;Poète aime luxe aussi, mais il doit combattre pour une paix sociale,&lt;br /&gt;en savoir la réelle grandeur belle d'être simple mange vol d'oiseau,&lt;br /&gt;simple mange atterrissage dans hangar fantastique, simple je&lt;br /&gt;mange côté de fleuve ou vont d'environ petit bois vert. Seulement il&lt;br /&gt;y a pureté dans le simple.&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Primeiro&lt;br /&gt;Nenhum Poeta, em tempo algum, por qualquer motivo&lt;br /&gt;deverá ser convocado para qualquer batalha, luta ou&lt;br /&gt;guerra. Mas poderá fazer revoluções sem violência.&lt;br /&gt;Poderá também ser solicitado para ser arauto da paz,&lt;br /&gt;enfermeiro de varizes da alma ou envernizador de&lt;br /&gt;cicatrizes no coração, oferecendo, confidente e&lt;br /&gt;solidário, um ombro amigo, um abraço de ternura, um&lt;br /&gt;adeus escondido feito recolhedor de aprendizados ou&lt;br /&gt;visitador de bençãos, ou até ser circunstancialmente&lt;br /&gt;um rascunhador clandestino de alguma ridícula carta&lt;br /&gt;de suicida por paixão se impôs&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Segundo&lt;br /&gt;Mentira para o Poeta significa cruz certa. Aliás, poeta&lt;br /&gt;na verdade nunca mente, só inventa verdades&lt;br /&gt;tecnicamente inteiras e filosoficamente sistêmicas...&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Terceiro&lt;br /&gt;Musa-Vítima do Poeta será enfermeira, psicóloga,&lt;br /&gt;amante, mulher-bandeira, berço esplêndido, Santa.&lt;br /&gt;Terá que ser acima de todas as convenções formais,&lt;br /&gt;pau para toda obra. No amor e na dor, na alegria e na&lt;br /&gt;tristeza, até num possível pacto de morte.&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Quarto&lt;br /&gt;Poeta não paga pensão alimentícia. Ou se está com&lt;br /&gt;ele ou contra ele. Filhotes sobrevivente de uma&lt;br /&gt;relação qualquer, ficarão sob sua guarda direta e&lt;br /&gt;imediata. Ex-Mulheres serão para sempre águas&lt;br /&gt;passadas que não movem moinhos, como velas ao&lt;br /&gt;vento de uma Nau Catarineta qualquer, como&lt;br /&gt;exercícios de abstrações entre cismas, ou como&lt;br /&gt;aprendizados de dezelos íntimos de quem procura&lt;br /&gt;calma para se coçar.&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Quinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revogam-se todas as disposições em contrário,&lt;br /&gt;CUMPRA-SE - DIVULGUE-SE!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article vingt et unième&lt;br /&gt;Aucun Poète, dans temps quelques-uns, pour une quelconque&lt;br /&gt;raison devra être convoqué pour toute bataille, combat ou guerre.&lt;br /&gt;Mais il pourra faire des révolutions sans violence. Il pourra aussi&lt;br /&gt;être demandé pour être héraut de la paix, infirmier de varices de&lt;br /&gt;l'âme ou envernizateur de cicatrices dans le coeur, en offrant, le&lt;br /&gt;confident et solidaire, une épaule ami, une accolade de tendresse,&lt;br /&gt;un au revoir caché fait recolheteur d'apprentissages ou un visiteur&lt;br /&gt;de bénédictions, ou jusqu'à être circonstanciellement une copiste&lt;br /&gt;clandestine de quelque ridicule lettre suicidaire par passion s'est&lt;br /&gt;imposée&lt;br /&gt;Article vingt deuxsième&lt;br /&gt;Mensonge pour le Poète signifie croix exacte. D'ailleurs, poète en&lt;br /&gt;vérité jamais esprit, seulement invente des vérités techniquement&lt;br /&gt;entières et philosophiquement sistêmiques…&lt;br /&gt;Article vingt troisième&lt;br /&gt;Muse - victime du Poète sera infirmière, psychologue, en aimant,&lt;br /&gt;femme-drapeau, berceau splendide, Saint. Il aura qu'être au-dessus&lt;br /&gt;de toutes les conventions formelles, le bois pour toute oeuvre. Dans&lt;br /&gt;l'amour et dans la douleur, dans la joie et dans la tristesse, même&lt;br /&gt;dans un possible pacte de décès.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Article Vingt quatrième&lt;br /&gt;Poète non payée pension alimentaire. Ou s'il est avec lui ou contre&lt;br /&gt;lui. Des fistons survivant d'une relation quiconque, resteront sous&lt;br /&gt;leur garde directe et immédiate. Ex-femmes seront pour toujours&lt;br /&gt;des eaux dernières qui ne déplacent pas de moulins, mange des&lt;br /&gt;bougies au vent d'un Navire Catarineta quiconque, je mange des&lt;br /&gt;exercices d'abstractions entre des schismes, ou mange des&lt;br /&gt;apprentissages de dezelos intimes lesquelles cherche calme&lt;br /&gt;s’érafler.&lt;br /&gt;Article vingt cinquième&lt;br /&gt;Se révoquent toutes les dispositions dans contraire,&lt;br /&gt;S'ACCOMPLISSENT - IL que nous faisons La divulgation !&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.www.porta-lapsos.zip.net/"&gt;&lt;strong&gt;.www.porta-lapsos.zip.net&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E-mail: &lt;/strong&gt;&lt;a href="mailto:poesilas@terra.com.br"&gt;&lt;strong&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Itararé-São Paulo, Brasil&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6733097943850394105?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6733097943850394105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/11/estatuto-de-poeta-em-frances-edicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6733097943850394105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6733097943850394105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/11/estatuto-de-poeta-em-frances-edicao.html' title='Estatuto de Poeta em Francês, Edição Bilingue, Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-1297875456371533463</id><published>2011-10-26T04:15:00.000-07:00</published><updated>2011-10-26T04:17:38.451-07:00</updated><title type='text'>Resenha Porta Lapsos, Livro de Silas Correa Leite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DPb3ZwdcFj4/TqfsHGWfSSI/AAAAAAAAAZE/zdQRloEvRaE/s1600/destinosem.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 92px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5667758262777235746" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-DPb3ZwdcFj4/TqfsHGWfSSI/AAAAAAAAAZE/zdQRloEvRaE/s320/destinosem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Livro Porta-Lapsos, Poemas, de Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca Aprendi a Resenhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho um bom amigo, poeta de primeira, homem de repentes inteligentes e causos insólitos, que tem como seu o lema de Tolstoi, algo que se refere a se ser universal falando sobre sua aldeia. O seu nome é Silas Correa Leite, e, apesar da vastidão do seu canto, o seu mundo é a cidade de Itararé, na divisa do estado de São Paulo e o Paraná. Aquela mesma, a que onde o humorista Aparício Torelli, foi buscar o “feudo” e, consequentemente, o seu título de Barão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o humorista Torelli cunhou o título de sua nobreza, muitos – os pobres de espírito – acharam que ele estava ridicularizando aquele burgo. Ledo engano. Torelli, já feito Barão, estava realçando o provincianismo da chamada grande imprensa, a qual, incapaz – por interesses próprios na perpetuação das mazelas impostas ao povo por uma elite governante insensível –, de denunciar o que deveria sê-lo, criavam pseudo-notícias, na tentativa de desviar a atenção do público dos problemas reais da nação.&lt;br /&gt;O nome da pacata Itararé entrou no noticiário – com perdão do lugar-comum – assim como Pilatos entrou no credo. Relacionaram-na com uma batalha que deveria ser decisiva para a Revolução de 30 – ou teria sido da Revolta reacionária de 32? Não importa. Importa, sim, que o que o humorista fez foi mostrar quão ridícula era a nossa grande imprensa, pois ela sabia que jamais haveria batalha nenhuma. Daí que o humorista ter a sua pretensão nobiliária com a assertiva de que sido aquela “a maior batalha dos tempos modernos, que não houve”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desviei o tema sobre o meu amigo, o poeta Silas Correa Leite, para seu torrão natal, Itararé, dele passei ao Barão do mesmo nome, não foi apenas por divagação, mas também porque nunca aprendi a resenhar. E como o meu desejo é falar um pouco da obra desse vate de Itararé, fica evidente que estou em papos-de-aranha. Porque – repito – nunca aprendi a resenhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheço dele apenas três livros: Assim Escrevem os Itacareenses – que, como o título sugere, é uma antologia de autores locais – Campo de Trigo com Corvos – Contos – e Porta-Lapsos – Poemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus contos são contundentes, às vezes irônicos, não isentos de nonsense; outras tristes, buscando mão mostrar sofridas lágrimas. Sua poesia, no entanto, que muitas vezes funciona como um chute na canela – desses que estão a dizer-nos, desperta ô cara! – é de uma originalidade a toda prova. Nelas a alma chã – porém fecunda – do nosso povo está sempre presente. Silas é um menestrel que canta não a gota de orvalho, mas o reflexo da primeira luz da aurora, quando o raio de sol extrai um minúsculo arco-íris de um nada líquido. Por isso é mister dizer – e constatar – que em seus versos há muito da cintilação do silêncio. Não do silêncio mortal da solidão, mas cheio da sonoridade canora dos pássaros matinais. Lê-lo em voz alta, isto é, ouvi-lo, é-se obrigado a deixar escapar, por entre um trejeito sonolento, o sorriso que é preciso rir durante o dia para que a vida seja menos árdua. Por isso – e por muitas outras sutilezas – ao ler a poesia de Silas e seus contos – lembro-me de Saramago, quando diz: “[...] mas há pessoas a quem atrai mais o duvidoso que o certo, menos o objecto do que o vestígio dele, mais a pegada na areia do que o animal que a deixou, são os sonhadores, [...]”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite é um sonhador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oxalá ele nunca os realize, pois assim nunca deixará de sonhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Araken Passos Vaz Galvão Sampaio,&lt;br /&gt;Araken Vaz,&lt;br /&gt;Ou, em minha terra, Galvão.&lt;br /&gt;• -Promotor Cultural, Cineasta, Historiador e Literato&lt;br /&gt;Valença, Bahia, Brasil.&lt;br /&gt;www.arakenvaz.blogspot.com&lt;br /&gt;www.olobo.net &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-1297875456371533463?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/1297875456371533463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/10/resenha-porta-lapsos-livro-de-silas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1297875456371533463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1297875456371533463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/10/resenha-porta-lapsos-livro-de-silas.html' title='Resenha Porta Lapsos, Livro de Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DPb3ZwdcFj4/TqfsHGWfSSI/AAAAAAAAAZE/zdQRloEvRaE/s72-c/destinosem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4912411842539984366</id><published>2011-09-29T04:47:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T04:47:31.465-07:00</updated><title type='text'>Reage Itararé: Entrevista com o poeta Silas C. Leite, sobre o mom...</title><content type='html'>&lt;a href="http://reageitarare.blogspot.com/2011/09/entrevista-com-o-poeta-silas-c-leite.html?spref=bl"&gt;Reage Itararé: Entrevista com o poeta Silas C. Leite, sobre o mom...&lt;/a&gt;: 1)Silas,  apesar de sair muito cedo da terra natal, seu amor explícito por Itararé,  contado e reafirmado em sua obra, apontam a saudade ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4912411842539984366?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4912411842539984366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/reage-itarare-entrevista-com-o-poeta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4912411842539984366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4912411842539984366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/reage-itarare-entrevista-com-o-poeta.html' title='Reage Itararé: Entrevista com o poeta Silas C. Leite, sobre o mom...'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8164269929978805344</id><published>2011-09-21T17:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-21T17:28:59.449-07:00</updated><title type='text'>NOTÍCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE ITARARÉ: :: Vereador Sandro busca ajuda para exploração de água e esgoto ::</title><content type='html'>REPASSANDO&lt;br /&gt;Denúncia&lt;br /&gt;SABESP CONVENTE COM A CORRUPÇÃO EM ITARARÉ?&lt;br /&gt;A SABESP QUERR ASFALTAR RUA HISTÓRICA DE ITARARÉ QUE NÃO PRECISA DE ASFALTO, VISA COBRIR PARALELEPÍPEDOS CENTENÁRIOS, ACERVO HISTÓIRICO DA CIDADE HISTÓRICA&lt;br /&gt;-O que realmente está por trás disso? Quem vai ganhar por fora com isso? Quanto cada parte envolvida espera levar de vantagem ilícita com esse despropósito amoral?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era de se esperar que uma empresa como a SABESP, pelo nome da empresa e devido respeito aos acionistas, deveria honrar seus compromissos, fazer a coisa certa, pagar suas dividas, tudo de forma transparente e, ainda mais, ligada a políticas coletivas idôneas mesmo, sempre pautando pela ética nas relações com administradores do interior do estado, nunca em atos duvidosos, atitudes e relações suspeitas, muito menos ligadas a condenados corruptos políticos de cidades em que a corrupção impera e a impunidade ainda sonha com uma justiça atuante, determinada, talvez com a ajuda do grupo chamado GAECO, ou mesmo com uma Força Tarefa da Policia Federal agindo no município.&lt;br /&gt;O prefeito de Itararé, envolvido em corrupção das grossas, com comissões de inquérito correndo, com o juiz decretando seu afastando e estando o processo subjudice, e, estando a SABESP em dívida antiga e notória com o município carente, tendo feito finalmente (divida antiga) um aterro sanitário que está sendo questionado por uso indevido de materiais perigosos, sendo cobrada na Câmara Municipal de Itararé pelos Vereadores Sandro Heleno, Cristhina Ghizzi e Dr Willer, entre outros, em fez de agir de forma correta e depositar em juízo o alto valor de há muito devido, em vez de pagar suas contas para que a prefeitura possa usar o dinheiro de forma honesta e com fito sócio-ambiental, lamentavelmente fez uma espécie estranha e suspeita de “acordo de bastidores” (para dizer o mínimo), pactuando que iria “dar de presente”(...) o asfalto da rua principal da cidade, a Rua São Pedro, tradicional com seus paralelepípedos quase centenários, rua bela que não precisa de asfalto, e quando a própria acidade como um todo, também na atual gestão está abandonada, cheia de buraco, feia, e quando a SABESP,  se se valesse de bom senso e idoneidade prática e funcional ajudaria a cuidar de outras área da cidade, inclusive dos desmandos estéticos, urbanos, a própria periferia carente precisando, do que esse estranho, suspeito e contraproducente “asfaltamento” (falso) do que não precisa ser realmente ser asfaltado, é gastar dinheiro em vão...&lt;br /&gt;Corruptos e ladrões da cidade, antes, em todas as esferas, tentaram “asfaltar” (cobrir com uma manta mas cobrando o preço de uma caríssima estruturação toda), e iriam repartir entre eles o quantum entre o custo real e o custo forjado, tendo ocorrido denúncias e as máfias e quadrilhas não consumaram o roubo, o acordo, o rombo, o desvio do erário público, precisava agora que a SABESP que deve ter um nome para zelar, entrasse nessa situação, se envolvesse nesse problema, em momento de suspeita corrupção em Itararé, fazendo o que não precisa ser feito, tudo muito mal explicado, não se sabendo porque não fez antes, porque não pagou o que devia, porque está se envolvendo nessa falcatrua, por assim dizer, agora, de reformas que não vão reformar nada, talvez desvio de verba, todos ganhando, menos Itararé, certo? Vergonhoso.&lt;br /&gt;Ivan Sobral de Oliveira em fotos nos jornais de Itararé, reunido numa boa com um prefeito que está sendo investigado, Antonio Tadeu Gurgel Mendes no meio, entre outros servidores da SABESP que deveriam defender o nome da empresa, não fazerem alianças espúrias, suspeitas, endossando o erro, o errado, ao lado de um prefeito que pode novo ser cassado a qualquer momento e eles correrem riscos, a empresa também, em implicações-juridico-criminais. O que a SABESP realmente sabe, o que realmente quer? A alta direção da empresa sabe o que realmente o corre por trás, na verdade, nos bastidores, quem vai ganhar e quanto para cada um, já que a cidade perde, o município perde, a ética perde,  apropria transparência?&lt;br /&gt;Asfaltar uma Rua que não precisa de asfalto? Quem é que vai ganhar com isso? Por que  SABESP não fez o que deveria ter feito antes, ou não pagou as sanções devidas, ou depositando o quantum em juízo? Que negociata suja é essa?&lt;br /&gt;MGLARANHA&lt;br /&gt;Jornalista, Publicitária&lt;br /&gt;mglaranha@bol.com.br – Maria da G. L. M. Aranha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8164269929978805344?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8164269929978805344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/noticias-da-camara-municipal-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8164269929978805344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8164269929978805344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/noticias-da-camara-municipal-de-itarare.html' title='NOTÍCIAS DA CÂMARA MUNICIPAL DE ITARARÉ: :: Vereador Sandro busca ajuda para exploração de água e esgoto ::'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4694371546984182434</id><published>2011-09-17T20:19:00.000-07:00</published><updated>2011-09-17T20:22:45.162-07:00</updated><title type='text'>O Povo de Itararé Contra a Corrupção em Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-recnAa5dxD0/TnVj72q85xI/AAAAAAAAAX0/ivzRoB0rO8E/s1600/brasaonovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653534787172624146" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-recnAa5dxD0/TnVj72q85xI/AAAAAAAAAX0/ivzRoB0rO8E/s320/brasaonovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-yhwvwG9Wygk/TnVjypjUCxI/AAAAAAAAAXs/xk7P45iEsuA/s1600/reageitarareopovodeluto.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 199px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653534629032102674" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-yhwvwG9Wygk/TnVjypjUCxI/AAAAAAAAAXs/xk7P45iEsuA/s320/reageitarareopovodeluto.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Corrupção em Itararé-SP, Corrupção e Impunidade em São Paulo, Capital e Estado, Corruptos do Brasil desde 1500 &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;Agindo no microespaço contra a histórica corrupção sistêmica desde 1500 e a impunidade generalizada como em Itararé ou mesmo em SP (blindada pela midia corrupta tipo Veja, Estadão, Folha Rede Globo), podemos a médio e longo prazo então criticarmos e mudarmos a corrupção no macroespaço. Itararé na rota certa. A batalha é nossa mas o povo é a razão. Sempre haverá Itararé! &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4694371546984182434?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4694371546984182434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/o-povo-de-itarare-contra-corrupcao-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4694371546984182434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4694371546984182434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/o-povo-de-itarare-contra-corrupcao-em.html' title='O Povo de Itararé Contra a Corrupção em Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-recnAa5dxD0/TnVj72q85xI/AAAAAAAAAX0/ivzRoB0rO8E/s72-c/brasaonovo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2855104617757858302</id><published>2011-09-13T14:42:00.000-07:00</published><updated>2011-09-13T14:45:46.596-07:00</updated><title type='text'>Pequena Fortuna Crítica de Silas Correa Leite, Primeiro Rascunho e Resumo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-L2_gNi3zYAE/Tm_OwgeO0fI/AAAAAAAAAXk/KR7mD7Tkkls/s1600/silas-peltier.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 234px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5651963390119039474" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-L2_gNi3zYAE/Tm_OwgeO0fI/AAAAAAAAAXk/KR7mD7Tkkls/s320/silas-peltier.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;Literato Silas Correa Leite, de Santa Itararé das Letras, Entrevistado pela Jornalista Márcia Peltier, Rede Band, Programa Jornal da Noite, Momento Cultural, Estúdio Rio deJaneiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pequena Fortuna Crítica – Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.Álvaro Alves de Faria, Jovem Pan, após Entrevistar o Escritor Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Silas Corrêa Leite é um poeta criativo. A sua narrativa é de uma linguagem de hoje. Sua construção poética começa pelo título do livro ‘Porta-Lapsos’ (Poemas). Um poeta que sabe desse oficio de escrever poemas com uma linguagem poética cativante”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornalista e Poeta Álvaro Alves de Faria, Rádio Jovem Pan de São Paulo, Fragmento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Ana Carolina Xavier, Fragmento de Resenha Crítica, CMI Noticias,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quem lê Silas Corrêa Leite jamais esquece. Adora sua loucura-lucidez, seu talento e estilo todo próprio de dizer na lata o que lhe cabe como metáfora”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carolina Xavier, Jornalista, CMI Noticias, São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.Sobre CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, ALGUNS SÍMBOLOS DA PERPLEXIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título, sumamente concreto e substantivo, impele ostensivamente para zonas sensoriais e pictóricas. No entanto, “Campo de Trigo com Corvos” não é mera reprodução do quadro de Van Gogh onde o trigo, amarelo, eivado das chamas loucas do pintor, escorraça de seu seio o bando negro dos corvos. No livro, muito para além dos afugentados, corvos há que permanecem pairantes ou, mais ainda, baixando ao rés do solo jogam-se contra as pessoas provocando a clivagem. E esta fórmula aproxima os textos de uma realidade mais humana(...). Mas, na arte de contar estórias, e é um pouco do que se trata aqui, o texto recorre globalmente a técnicas específicas da pintura. Designadamente, dos seguintes modos: Os fatos sucedem-se em tom linear, contíguos ou adjacentes, em direção a um desfecho, previsível ou não, podendo-nos apropriar neste caso da imagem do rio que decorre e atravessa a paisagem rumo à foz. A disposição da narrativa procede à colocação ou disposição de cenas paralelas, quadros que se encostam na vertical, ou na horizontal, às vezes na diagonal. Lembrando um pouco os vitrais medievais que ainda hoje se encontram nas catedrais. Postado na posição do personagem, o narrador reavém e sintetiza em frases-cristais largas faixas de vida transcorrida. São parágrafos breves, como riscos impressionistas e apressados, que intentam ou ensaiam remover um vulto de episódios para um mínimo centro, na vã tentativa de os aprisionar.(...). Por outro lado, mais do que abordagens textuais que imitam técnicas fílmicas ou de vídeo, nota-se um apropriar de materiais atinentes ao teatro. Desde logo, na encenação criteriosa e fiel de palcos que suportam os personagens, a reconstrução de sítios, locais, ambientes ou atmosferas.(...) Alguns títulos, algumas frases, preparam para ocorrências posteriores do conto. É uma espécie de levantar do véu, destapar de roupas femininas, jogo de sedução e permeio. Que muitas vezes pode desaguar num dos recursos anteriores, anulando ou aparelhando os efeitos: o imprevisto. Mas, o mais robusto de todos os recursos é o golpe-de-teatro. Repare-se que a própria palavra de que vimos falando integra a nova palavra, esta, aliada a golpe. Quando tudo se encaminhava no rumo certo, quando a rotina ou a monotonia se estavam solidificando, eis que de supetão tudo se desmorona, tudo se transtorna, ficamos submersos nas estrias que estouraram sobre nossas cabeças, fica tudo de pernas ao ar, a mesa, a casa, o livro, o corpo, a mente. Apesar de usado e abusado, o conto produz-se hoje em doses avulsas. A despeito de sua condenação, final da história e seus componentes-trave: narração, tempo e espaço, decretados pelo noveau-roman(...). Não basta hoje dispor magnanimamente da arte de contar. Não basta, como a Silas Corrêa Leite, ser um domador de estórias. É condição, ainda e nomeadamente, inventar histórias, seu entrechocar, prover à invenção de uma “história nova(..) Existe a história que é canto, beco e síntese(...). Existe a história que se traduz inteira e integral (...). Existe a que se senta na paragem, recusa avançar de momento e aguarda o porvir(...). Existe a história que se metamorfoseia em lenda, veste-se mágica, irreal (...). Existe a história contida, espelho de deserto dos tártaros, com tempestade iminente mas que não desaba em “Campo de Trigo com Corvos”. Mas todo livro é ou pretende ser uma obra literária. E é só isso que importa. Obtê-lo, consegui-lo, é todo o mérito e o valor acrescentado possível. Também aqui se obteve largamente esse desiderato. Observemos alguns dos meios. Ou fins. Deitando mão de uma linguagem que, afora o popular, o linguajar, a gíria, agarra os elementos específicos de dialetos, sintaxe indígena, eivando a escrita de vocábulos originados do tupi. Exercitando uma experiência genialmente rasgada noutros países de língua de expressão portuguesa por Mia Couto e Luandino. Dando o braço à metáfora, à imagem em novos moldes, revitalizando os textos. E desse modo obtendo o viço, a chispa, o engaste de muitas frases. Alongando a metáfora, expandindo-a, cingindo-a a personagens inteiros ou à globalidade do conto. Metáfora que se transforma em alegoria (...) E neste particular merece realce a intensa e não pretensa construção de novos vocábulos. Fruto de tentativas ou abordagens díspares. Usando a colagem, a composição, errônea em aparência mas sempre imprevista, como no caso de “esposa-vítima”, “vento-coisa”, “nuvem-lesma”, “instante-trevas” ou “lebre-dor”. Recorrendo à síncope, como se verifica em “marra” e “garra”. Provocando a junção, de que poderemos enunciar “enfebre”, “nágua” e “cinzazul”. Adstringindo a preposição, prefixada, em “de-vereda”, “de-assim” e “de-primeiro”. Neste campo, de trigo literário, em que muitas letras são corvos, entendo que o mais subtil e profundo recurso resulta do germinar de vocábulos novos, que estimulam os acordes da sintaxe, da fonologia e da morfologia. Realizando cambiâncias, muito pouco vistas e nada pouco inesperadas. Ousando obter o substantivo a partir do verbo, do adjetivo, ou mesmo do próprio substantivo. Obtendo ligas que só ao alquimista são permitidas (...). Do inúmero número de vocábulos em que se verifica um processo de alteração da categoria sintática, ou manutenção sintática por força de novo vocábulo, quer por ação da base quer do derivado, topamos estas nominalizações deverbais: “acontecência”, “havência”, “pertencimento”, “andação” ou “conhecença” (...) Recuando: perante o impasse da estória, notória se torna a premência da exploração de técnicas e moldes e dados inovadores. Porque não basta à ficção reproduzir a realidade ou ser espelho do real. Isso já se fez ou é horta de outras artes. Da perícia autoral depende a superação do real. Mais: a sua subversão(...) E já que entramos na corrente, deveremos referir a mais ousada ousadia presente neste livro. Algo que apelidaríamos de transrealismo. Obter do texto a superação do real, a sua mistificação, submeter e soterrar normas, o erigir de um outro real. Falávamos de artes plásticas. De artes cênicas. De linguística. E, sobretudo, de arte literária. E corrente. Literária, claro, mas não só. Tudo muito apreciado. Mas então, e a vida? Porque é o sangue dela que muitos pretendem, ou preferem ver escorrer das letras dos livros. Diria: Existe, como metáfora da terra, e dela, a vida, um extenso campo de trigo. E pequenos pontos negros no meio do trigo, os corvos. Este é o palco, é aqui que tudo decorre. Com o sol por testemunha ou sob o céu noturno. Os pequenos pontos negros por vezes exaltam-se. Rebelam-se. Ficam loucos. Pode dar na destruição de todo o enorme campo. De trigo. E é assim que a vida se eleva (mesmo quando derrubada). Porque ela é em simultâneo&lt;br /&gt;Luz e escuro&lt;br /&gt;Branco e negro&lt;br /&gt;Gozo e dor&lt;br /&gt;Água e fogo&lt;br /&gt;Campo de Trigo e Corvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antero Barbosa – Literato de Porto, Portugal (Poema, Ficção, Ensaio). Licenciado em Estudos Portugueses, Diretor de Escola de Ensino Superior. Crítico Literário, autor dos livros “Contextos” (Contos) e “Ramos e de Repente (Poemas). Prêmio de Poesia Brétema, 1990, e Prêmio Trindade Coelho, 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Porta-Lapsos – A Poesia de um Neomaldito do Reino da Net, Resenha, Fragmento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem conhece a capacidade produtiva do Poeta e Ficcionista premiado (e tachado de o “Rei da Web”) Silas Corrêa Leite, fica só cismando quando sabe que o escritor de raríssimo talento vai lançar um livro de poemas, que o trabalho literário é denominado “Porta-Lapsos” e que, começa sim, com esse nomaço que, de cara é mesmo um achado e tanto de título, muito bem (novamente) sacado pelo famoso e pop (e cult?) neomaldito da Internet. (...) Mas isso não é nada, perto do que ele pode e faz e cria, apronta estupendamente, com uma lucidez e vivacidade fora do comum. Escreve poemas, contos, microcontos, artigos, críticas, ensaios, letras de rocks e blues, e tudo isso depois de trabalhar 12 horas por dia, em dois trampos, e ainda ter que dormir e tomar umas &amp;amp; outras que ele é um cervejólogo de marca maior. Não é possível? Taí o osso da minhoca: ele ainda estuda, lê pra caramba, ama os parentes, é adorado pelos amigos, tem até um leque de bem eleitos cobaias leitores virtuais e um elenco fixo de babões da trupe “Leia Silas”.(...) O melhor elogio que ele sempre recebe e muito é: Silas, você não existe! Virou uma lenda. Maldito, modo de dizer. Elogioso. Eclético, polivalente, multimídia e vai por aí o mito. E ainda bom de trocadilhos, de causos, de humor. Faz orelhas de livros, prefácios de livros (...) Você pesquisa o nome dele no Cadê ou Google e vê como funciona a ferramenta virtual buscadora. Como é que pode? Ele diz que gosta mais de escrever do que de existir. Surto? Corre lendas sobre ele pelo mundão da Internet. Curiosidades, invencionices, mentiras, pajelanças. E sua Estância Boêmia de Itararé chega a ser tão popular como Compostela, Dublin, Jerusalém, Israel. Fanatismo puro. Tudo está lá, tudo é lá, o céu pode esperar. Alguns pregam (mentem): O Silas Corrêa Leite não existe. São vários escrevendo por ele... Porta Lapsos é um mosaico de seus vários poemas (e estilos) em recolhes de quase 35 anos, contendo haicais lindos, mantras maviosos, versos brancos em preto e pranto. Muitos deles publicados em antologias do Brasil e do exterior. Quer mais? “Ser poeta é a minha maneira/De chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido”. Esse poemeto é a assinatura-telúrica dele. O que esse E.T. está fazendo aqui? Porta-Lapsos tem a coragem de ser bonito-simples, de ser corajoso-contemplativo, de ser uma antologia de si mesmo. E o danado ainda conta palha de auto-exilado em Sampa: “O relacionamento meu com Itararé é sempre lírico-meditativo, e quero a minha estância boemia impressa na consciência do mundo, para alegrar a rudeza pegajenta do mundo”. Esse é o Poeta Silas Corrêa Leite, um crítico social, um jornalista comunitário, um teórico da educação, um ousado que sabe que “palavras inocentes são insensatas”(Bertold Brecht). Por isso é perigoso para o sistema dos podres poderes. Nessa desvairada marginália de Sampa ele pinta e borda, ruge e apanha, critica e chuta o pau da barraca, é processado e blefa, faz das tripas coração, com seus cantares de amor &amp;amp; de escárnio, sendo uma espécie de Homero querendo sempre voltar para casa, tirando poemas do lodo inesgotável da condição humana. Jean-Paul Sartre se reafirma em Silas Corrêa Leite: “Escrever é uma atividade essencialmente ligada à condição humana(...): é o uso da linguagem para fixar a vida” Vejo-o na trajetória de uma espécie tropical de Christian Andersen, só que escrevendo sobre o pântano dos adultos, com sua ficção-angústia, sua angústia-vívere, seu desmanche íntimo, feito um peregrino com suas sandálias de humildade. Quando você o lê com máxima atenção, tudo dele, tudo o que ele escreve, tudo o que ele verte, você passa a respeitar o cara e, pior, ter medo que ele pare de se pôr pra fora, de escrever a alma humana confundida nesses tempos tenebrosos que ele desafia, enojado, feito um arauto da dor de resistir. É isso aí: Porta-Lapsos. A cara e a coragem de ser bonitamente apenas isto nesse livro: poeta ele mesmo pela própria natureza. Ai de nós!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fragmento de Resenha Crítica de Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP, Antonio T. Gonçalves, Jornalista e Professor Universitário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.Diário Popular, em Reportagem e Entrevista com Silas Correa Leite, sobre o seu e-book de sucesso, O Rinoceronte de Clarice&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os internautas ganham a possibilidade de escolher um final de 11 contos que integram o livro de ficções Virtual, O Rinoceronte de Clarice”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diário Popular (São Paulo,) Caderno Informática, fragmento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Folha de São Paulo sobre o Escritor Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Escritores do Brasil, liderados pelo Poeta Silas Corrêa Leite, manifestam-se contra o fim do jornal literário Nicolau, do Estado do Paraná”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folha de São Paulo, Caderno Folha Ilustrada, fragmento de reportagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Sobre o CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, Editora Design, Silas Correa Leite, Jediel Gonçalves-Freydier, da França&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caro Silas Correa Leite: Terminei seu livro hoje pela manhã. Nunca demorei tanto para ler um livro. Li com todo o cuidado e olhar intrigado que seu texto pediu de mim. Resultado final: sua escrita toca alguns pontos nevrálgicos... tem um quê de "jequismo sábio"... Alguns personagens (desde os vagabundos e bêbados) que soltam frases que me chamam para prestar atencão em cada pontilhado delas, nas suas frases serpenteiam o que chamo de simplicidade iluminadora. Tem um quê de simples, porém de uma organicidade complexa, relutante contra a literatura fácil. É realmente uma escrita muito bem cuidada, pautada no apego a uma língua estranha, uma língua talvez paternal; de uma língua média que se coloca entre o sábio interiorano e o leitor, uma língua cheia de estranhezas e de formas inteligentes... uma língua bárbara! Vou reler novamente porque sei que tem algo que me escapou nessa primeira leitura. Sinto que tem algo que vem por debaixo dessa sintaxe incrível e que me deixou inquieto. Deixo aqui meu abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jediel Gonçalves-Freydier é brasileiro,s trabalha na Université de Provence Aix-Marseille. Mora em Marselha, França, é “écrivain, professeur de littérature, critique littéraire et traducteur”. Estudou “Littératures Françaises” na instituição de ensino Université de Provence Aix-Marseille&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.Jornal da Tarde, Noticia Sobre o e-book de sucesso, O Rinoceronte de Clarice, Primeiro Livro Interativo da Rede Mundial de Computadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O e-book ‘O Rinoceronte de Clarice” de Silas Corrêa Leite, oferece ao leitor a possibilidade de escolher o melhor final dos contos que mais lhe agradem” (Fragmento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jornal da Tarde (São Paulo), Caderno Variedades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Resenha Mídia Independente, São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Campo de Trigo Com Corvos’ é um livro de contos no belíssimo palco boêmio de Itararé. Linguagem típica com surrealismo e mesmo o realismo fantástico do autor. Técnicas, vôos, criações, enlevos, símbolos de perplexidade”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lúcia Camargo Antunes, Mídia Independente, Jornalista, fragmento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. MOACYR SCLIAR SOBRE O Livro Campo de Trigo Com Corvos, Contos Premiados, Editora Design, Santa Catarina, finalista do Prêmio Telecom Portugal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que chama a atenção no texto de Silas Correa Leite é o prazer que o autor sente em narrar, prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo - o apelo que se espera da verdadeira literatura. Estamos diante de uma inegável vocação de escritor”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moacyr Scliar, em e-mail direto ao escritor Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Os Poemas de Silas Correa Leite, pela Mestra Maria Apparecida S. Coquemala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...as talentosas criações do Silas, poeta e contista maior,&lt;br /&gt;que elevou Itararé à condição de Aldeia Sagrada.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Apparecida S. Coquemala, Antologia de Prosa de&lt;br /&gt;Itararé, Assim Escrevem os Itarareenses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poeta Silas Correa Leite se Apresenta: “Ser poeta é a minha maneira de chorar escondido/ nessa existência estrangeira em que me tenho havido”. “Fugi do colégio interno/ fugi do quartel inferno/ fugi da ditadura de gravata/ farda, togas e terno/ e assim poeta moderno/ me descobri/ Ser Humano sem pedigree.” “Que o bom Deus me proteja/ mas não tem remédio/ prefiro morrer de poesia e cerveja/ mas não de tédio”. “Fujo de casa/ para o trabalho/ Fujo do trabalho/ para a escola./ Fujo da escola/ para a poesia./ Na poesia sou/ íntima fuga./Ponto de liga/ alma sem ruga. / A casa, a escola, o trabalho/ que fuga me sou? Se sempre me levo comigo/ para onde me vou?/. “Quando quero estar um pouco a sós comigo /esqueço, desligo/ e tomo uma cerveja gelada...” “ Nunca amei ninguém/ que fosse parecido comigo/ até porque persigo paz./ e não esconderijos./ nunca amei ninguém/ com medo de ser oásis.”. “ A luz que me desce agora,/ é luz dentro que não se vê fora./ Fora a sombra cresce, agride, cora,/ enquanto a luz de dentro impera e mora”. “A carrocinha do padeiro/ tem um buraquinho bem no meio/ e vai semeando andorinhas/ atrás do farelo de pão” “Minha mãe fritava polenta/ e convidava a aurora para o banquete.” “A cebola nossa de cada dia/ nos daí hoje/ para que choremos cotidiana poesia/ (nos ninhais de selvagem alquimia)/que sempre nos foge.” “Sempre fui muito sozinho/ abandonaram-me quando nasci./ Minha pobre mãe deixou/ que eu existisse. / Hoje acostumei-me a ser sozinho/ abandonei-me em mim./ Acho que eu mesmo fui minha mãe./ não sei nunca mais deixar de ser sozinho assim./ Fiquei refém de eterno abandono./ - Mãe, tende piedade de mim!” “Eu sou assim./ Uma noite mascarada de dia./ E de noite um córrego borboleteando Poesia./Tomo essência das coisas como elas são./ E,relendo-as, completo-me em suprema inteiração.” “A mosca encontrou um garçom/ cheirando a detefom/ dentro da sopa”. “O telefone toca/ e eu fico ligado/ preocupado/ assustado. / Em casa não tem telefone/ E eu sou só um número errado” “ Estive em Itararé/ e não me lembrei de ninguém./ Porque quem não está em Itararé/ está sem.” “ Deixei meu coração em Itararé/ na periferia cor-de-rosa da Vila São Vicente/ / Ali sob um flamboyant florido/ Ainda pulso, viço e glorifico a vida// Deixei meu coração em Itararé/ À beira do rio verde entre pinheirais//A criança triste que eu tenho sido/ É essa distância de cavaleiro boêmio.//Deixei meu coração em Itararé/ Sob a lua caipira da Praça Coronel Jordão./Deus sabe o quanto tenho sofrido, / procurando uma estrela nova no céu./Deixei meu coração em Itararé/ e corro atrás de uma estrada que não existe./Talvez por isso eu seja um poeta triste, buscando a criança que me perdi de ser./” Os versos foram extraídos de Porta-Lapsos, livro de meu amigo e poeta Silas Corrêa Leite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Apparecida S. Coquemala, Professora Universitária, Mestre em Literatura, Escritora Premiada - Itararé-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Jornalista Silas Corrêa Leite, pioneiro do e-book, fala da carreira literária no "Provocações"&lt;br /&gt;O jornalista e poeta Silas Corrêa Leite, autor do primeiro e-book interativo da Internet, "O Rinoceronte de Clarice", participa do programa "Provocações", da TV Cultura (...) Em uma entrevista filosófica, permeada por uma espécie de poética da tristeza, Silas lança frases como: "eu não quero dar a cara pra bater à lágrima. A vida não me deu limões? Então eu faço limonada de lágrimas(...). Também conta a Antônio Abujamra os desafios que encontra para construir sua carreira literária: "não se faz uma carreira com 56 anos como eu tenho". O poetinha Silas, como é conhecido, ainda diz não ser deste mundo e se compara ao ET, de Steven Spielberg. Professor da rede pública, ele acredita no fim das utopias, mas não da esperança. "Do pântano da condição humana, se eu não tenho sonho, então eu não me tenho mais". Silas Correa Leite tem forte atuação na internet e já é considerado referência na linguagem virtual. Colabora com vários veículos de comunicação do Brasil e do exterior, e tem alguns livros publicados, entre eles "Porta-Lapsos, "Poemas" e "Campo de Trigo com Corvos". Seu e-book, "O Rinoceronte de Clarice", sucesso de downloads, constitui-se de onze ficções, todas focando Itararé (sua cidade natal), cada uma com três finais (feliz, de tragédia e politicamente incorreto). Ele também é autor do oficial Hino ao Itarareense e tem várias letras de baladas, rock e blues.&lt;br /&gt;Portal Imprensa, Revista Imprensa, São Paulo, Release Eventos, Notícias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Revista Época, reportagem sobre o e-book de sucesso, O Rinoceronte de Clarice, de Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Rinoceronte de Clarice, de Silas Correa Leite (...) Um e-book interativo. São 11 contos com três opções de final para cada um. O leitor pode escolher como a história acaba, de acordo com o humor do momento”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revista Época, Reportagem sobre e-books e tecnologias modernas para a literatura, fragmento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Rodrigo Capella, Programa Virando a Página, São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sou escritor desde os 16. Atualmente, tenho 57 anos e continuo na luta. De vez em quando, consigo um cachê para dar uma palestra”.&lt;br /&gt;Essa frase é de quem já fez história na literatura brasileira e mostra que o escritor e poeta brasileiro enfrenta desafios diários, não em busca do estrelato, mas sim em busca de consolidar a sua poesia, os seus escritos e de conquistar leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor da frase lançou recentemente Porta-Lapsos, denso livro de versos, palavras e situações. Belas histórias, para se ler em somente uma madrugada, o melhor período de leitura. Estamos falando de Silas Corrêa Leite(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Capella, Roteirista, Escritor e Palestrante, autor de nove livros,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. A Perspectiva de um Camelo ao Olhar para o Oriente - LEITE, Silas Corrêa. Camelo. Ficção, In: O Homem que Virou Cerveja. São Paulo: Giz Editorial, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Corrêa Leite é natural de Itararé, São Paulo, e já publicou textos críticos, sátiras, ensaios, crônicas, contos, poemas, entre outros escritos, em aproximadamente 500 sites brasileiros e estrangeiros. Escreveu O Rinoceronte de Clarice, um livro interativo que foi objeto de diversos estudos acadêmicos, dentre eles uma tese de doutorado na Universidade Federal de Alagoas. São de sua autoria os livros Porta-Lapsos, de poemas; e Campo de trigo com corvos, de contos. O texto Camelo foi publicado inicialmente no site do Jornal O Estado de São Paulo e posteriormente passou a integrar a coletânea de crônicas intitulada O Homem que virou cerveja, publicada em São Paulo pela Giz Editorial, em 2009. O referido livro é resultado da premiação do autor em primeiro lugar no “Concurso Valdeck Almeida de Jesus”. A crônica é narrada em primeira pessoa, no tempo presente, por um camelo, narrador-personagem do universo oriental que dialoga com um provável leitor ocidental, provocando-o para que este saia de sua passividade diante dos fatos que o cercam e assuma uma atitude mais crítica, sobretudo em relação à constante violência que assola o planeta e às recorrentes guerras no Oriente, muitas destas resultantes de ataques oriundos do Ocidente. O texto surpreende desde o início, a começar por este narrador inusitado, que observa o que acontece ao seu redor e revolta-se contra as injustiças cometidas pelos seres humanos, dos quais se esperaria certa racionalidade. Entretanto, esta vem justamente do camelo, através da reflexão e análise da realidade e da manifestação de suas ideias. Já no primeiro parágrafo, o leitor é convidado a pensar sobre as vítimas inocentes das guerras, principalmente nas constantes lutas travadas no Oriente, muitas destas protagonizadas ou apoiadas por líderes políticos ocidentais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pois é, mano, você que é um baita animal racional, de capacete, carcova, gravata, dólmã-de-tala, elmo ou turbante, deve estar aí se assuntando com esse deserto de acontecências ao deus-dará, a bem dizer, entre atropelos de idas e vindas aceleradas, nuvens de areia, torres pegando fogo, crianças inocentes explodindo, mulheres grávidas vitimadas, prédios de instituições civis se desmontando [...].” (p. 39)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este camelo-narrador conduz o leitor à visão dos horrores provocados pelas guerras, realizando sua travessia pelo espaço desértico e descrevendo o que observa. Segundo Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, em seu Dicionário de símbolos (1996), o camelo, por ser uma montaria que auxilia na travessia do deserto, conduzindo o homem de um oásis a outro, possibilita o alcance do centro oculto, da Essência divina. Nessa perspectiva, o camelo-narrador cumpre sua função, pois desperta a sensibilidade dos leitores para situações vivenciadas por inúmeros seres humanos, devido à guerra, e mostra que, ao aceitarem passivamente tais circunstâncias, não deixam de compactuar com esta realidade. Ao despertar para o sofrimento alheio e se interessar por ele, de alguma forma o leitor aproxima-se da Essência divina. Nesse sentido, há um convite realizado pelo narrador para o leitor, sobretudo o ocidental, a fim de que este saia de seu lugar confortável de observador e entre em contato com a alteridade, com o Outro, respeitando seus valores e crenças e não se colocando como alguém superior, detentor das verdades absolutas, atitude que muitas vezes justifica atos violentos, como as guerras. Considerando as contribuições teóricas de Lévi-Strauss acerca do etnocentrismo, em textos como Raça e História (1952), pode-se dizer que o camelo propõe que o leitor abandone uma visão etnocêntrica, que enxerga o outro a partir de seus próprios valores, e adote uma postura de respeito à diversidade. As descrições realizadas pelo camelo contam com o auxílio de dois outros animais: a águia e o gafanhoto, que lhes relatam acontecimentos de lugares por onde ele não passa. Se recorrermos mais uma vez ao Dicionário de símbolos (1996), observaremos que a águia constitui o mensageiro da mais alta divindade, ao passo que o gafanhoto tem um simbolismo ligado a pragas e devastações. Esta dualidade também é uma característica do próprio camelo-narrador. Este, assim como o gafanhoto, tem os pés firmes num chão inóspito. Além disso, encontra-se diante de uma realidade que o entristece e revolta-o. No entanto, apesar de tudo, assim como a águia, consegue olhar para o alto e sonhar com “um mundo em que todos possam viver em paz”. Entre suas reflexões, o camelo deseja avidamente ganhar voz através de um “ventríloquo”, “mágico ledor de lábios”, “bruxo sem véus” ou mesmo de um “anjo poeta”. Tal desejo se concretiza, pois o camelo torna-se o narrador de sua história na crônica escrita por Silas Corrêa Leite. O escritor é o “bruxo sem véus” e o “anjo poeta” que possibilita a escritura e a materialização do pensamento do camelo. Há uma fronteira tênue, em que se misturam o narrador ficcional camelo e o autor da crônica, também poeta, Silas Corrêa Leite. As vozes do cronista e do narrador misturam-se, realizando uma escritura bivocal, por vezes ácida, por vezes tomada por profundo lirismo. No final do conto, há uma provocação ao leitor: “Fique aí, seu camelo engravatado”. Ao ser chamado de camelo e convidado a permanecer onde está, o leitor é convidado a pensar no quanto os seres humanos têm demonstrado menos racionalidade que os animais...” Percebe-se, dessa forma, que o cronista, a partir do relato do cotidiano de um camelo no deserto, capta a essência do sofrimento humano causado pela violência da guerra, de forma singular e instigante, de maneira a levar o leitor a uma reflexão mais profunda sobre esta problemática e assumir uma postura mais crítica e menos passiva diante dos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teresinha de Oliveira Ledo Kersch, Professora de Português, Escritora de livro de técnica literária, Mestranda em Literatura e Crítica Literária pela PUC-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Fragmento de Prefácio sobre o livro premiado, O Homem Que Virou Cerveja, de Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas é autor dos livros “Porta-Lapsos”, “Ruínas e Iluminuras”, “Trilhas &amp;amp; Iluminuras”, “Os Picaretas do Brasil Real” (todos de poemas), “Campo de Trigo Com Corvos” (contos), e “Ele Está No Meio de Nós”, romance Místico, e-book, e do livro virtual de sucesso “O Rinoceronte de Clarice”, tese de mestrado e de doutorado, destaque na mídia, inclusive televisiva, por ser o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores. Além de escritor, Silas é também um operário da vida, engajado em projetos e atividades de toda ordem - sempre tendo a ética e a responsabilidade por vertentes, registre-se. É o tempo que escapa. É o correr da vida, como bem assinala Guimarães Rosa: "O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem." E coragem é o que parece não faltar a Silas Correa Leite, ainda que falte o tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valdeck Almeida de Jesus - Escritor, Promotor Cultural, sobre o livro O Homem Que Virou Cerveja, de Silas Correa Leite, Editora Primus/Giz Editorial, SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2855104617757858302?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2855104617757858302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/pequena-fortuna-critica-de-silas-correa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2855104617757858302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2855104617757858302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/09/pequena-fortuna-critica-de-silas-correa.html' title='Pequena Fortuna Crítica de Silas Correa Leite, Primeiro Rascunho e Resumo'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-L2_gNi3zYAE/Tm_OwgeO0fI/AAAAAAAAAXk/KR7mD7Tkkls/s72-c/silas-peltier.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8241761829275703519</id><published>2011-06-11T20:31:00.000-07:00</published><updated>2011-06-11T20:33:18.181-07:00</updated><title type='text'>Poema ADUBOS, do Poetinha Silas de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xrkPZ1dMqMc/TfQzcftC4jI/AAAAAAAAAXc/sR3INeh4QfU/s1600/paralepipedisfotosandrews.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617171199877636658" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-xrkPZ1dMqMc/TfQzcftC4jI/AAAAAAAAAXc/sR3INeh4QfU/s320/paralepipedisfotosandrews.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;A D U B O S&lt;br /&gt;(Miseris Nobilis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem será, nos esgotos subterrâneos podres&lt;br /&gt;do que restar da Terra destruída, uma espécie&lt;br /&gt;mutante de bisonho animal selvagem, querendo&lt;br /&gt;desesperadamente a pilhagem da radiação para&lt;br /&gt;manter acesa o seu instinto ancestral de sobrevivência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terra depois do caos será tomada pelos mendigos&lt;br /&gt;A terra fervendo será loteada por milhões de mendigos&lt;br /&gt;Os chamados emergentes informais das ruas&lt;br /&gt;Os excluídos sociais vampirizados pelo neoliberalismo-câncer&lt;br /&gt;A população em situação da rua finalmente&lt;br /&gt;Sitiará condomínios, quartéis, palácios, fazendas improdutivas&lt;br /&gt;E o preço do pedágio será o sacrifício dos incautos&lt;br /&gt;Que serão a lenha e o alimento da turba insana&lt;br /&gt;Para serem o fogo e o silo no mundo podre e frio&lt;br /&gt;Enquanto cidades-naves lançadas a toque de caixa ao espaço&lt;br /&gt;Levarão núcleos de ricos e poderosos para aldeamentos siderais&lt;br /&gt;Como sementes com nódoas da espécie humana&lt;br /&gt;E o cosmos todo então será poluído e predado&lt;br /&gt;Pela decrépita e amoral escória da raça humana&lt;br /&gt;Que quererá sobreviver muito além do mal que fizeram&lt;br /&gt;A si mesmos, ao próximo, à sociedade e à via láctea&lt;br /&gt;Como a barbárie da civilização em um historial que é remorso&lt;br /&gt;Quando milhões de mendigos assumirão&lt;br /&gt;O poder de mando e controle da terra entrevada&lt;br /&gt;Até todos serem finalmente reduzidos a pó&lt;br /&gt;E serem de novo e para sempre os adubos&lt;br /&gt;Talvez de um novo céu&lt;br /&gt;Talvez de uma nova guelra&lt;br /&gt;Como não estava escrito desde a última Atlântida&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8241761829275703519?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8241761829275703519/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/06/poema-adubos-do-poetinha-silas-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8241761829275703519'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8241761829275703519'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/06/poema-adubos-do-poetinha-silas-de.html' title='Poema ADUBOS, do Poetinha Silas de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xrkPZ1dMqMc/TfQzcftC4jI/AAAAAAAAAXc/sR3INeh4QfU/s72-c/paralepipedisfotosandrews.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8822251696399410412</id><published>2011-05-15T17:12:00.000-07:00</published><updated>2011-05-15T17:13:46.284-07:00</updated><title type='text'>Praça Coronel Jordão, Itararé, Cidade Poema</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JHjAbWkNWWw/TdBsH9uDcnI/AAAAAAAAAXI/HBSzpegd-Ag/s1600/pracacoroneljordaocoretoitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 212px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607100420158878322" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-JHjAbWkNWWw/TdBsH9uDcnI/AAAAAAAAAXI/HBSzpegd-Ag/s320/pracacoroneljordaocoretoitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8822251696399410412?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8822251696399410412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/praca-coronel-jordao-itarare-cidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8822251696399410412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8822251696399410412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/praca-coronel-jordao-itarare-cidade.html' title='Praça Coronel Jordão, Itararé, Cidade Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JHjAbWkNWWw/TdBsH9uDcnI/AAAAAAAAAXI/HBSzpegd-Ag/s72-c/pracacoroneljordaocoretoitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-1318461554004725230</id><published>2011-05-04T21:54:00.001-07:00</published><updated>2011-05-10T12:53:41.648-07:00</updated><title type='text'>VITRAL DA IGREJA SÃO PEDRO DE ITARARÉ</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NMEgOp5G-Ts/TcmXqJ9piKI/AAAAAAAAAXA/CcUWPdWu1Gs/s1600/vitraisigrejasaopedroitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 185px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5605177961724086434" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-NMEgOp5G-Ts/TcmXqJ9piKI/AAAAAAAAAXA/CcUWPdWu1Gs/s320/vitraisigrejasaopedroitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-1318461554004725230?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/1318461554004725230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/vitral-da-igreja-sao-pedro-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1318461554004725230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1318461554004725230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/vitral-da-igreja-sao-pedro-de-itarare.html' title='VITRAL DA IGREJA SÃO PEDRO DE ITARARÉ'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NMEgOp5G-Ts/TcmXqJ9piKI/AAAAAAAAAXA/CcUWPdWu1Gs/s72-c/vitraisigrejasaopedroitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-44013129767541911</id><published>2011-05-04T21:54:00.000-07:00</published><updated>2011-05-04T21:56:39.421-07:00</updated><title type='text'>QUANDO FUI CHUVA</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ajgThMIhTnQ/TcIt_nVNDAI/AAAAAAAAAW4/ETtC_SFF-h8/s1600/asaudade.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 311px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603091457315245058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ajgThMIhTnQ/TcIt_nVNDAI/AAAAAAAAAW4/ETtC_SFF-h8/s320/asaudade.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;QUANDO FUI CHUVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fui chuva&lt;br /&gt;Esperavam que eu chovesse&lt;br /&gt;Mas eu chorei todas as lágrimas do mundo...&lt;br /&gt;Havia um escorredor de macarrão e uma janela&lt;br /&gt;Que dava para ver todas as almas perdidas do mundo&lt;br /&gt;E passavam as tristezas todas pelo coração de uma mulher&lt;br /&gt;Que me estendeu a mão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fui árvore&lt;br /&gt;Meus braços de bicho folhudo&lt;br /&gt;Tinham pássaros mas eu não sabia voar...&lt;br /&gt;Raiz no chão, copa no céu, frutos e flores&lt;br /&gt;Mas eu queria sair de mim pelas asas do vento&lt;br /&gt;E então me encorpei na chuva e fui chuva por algum tempo&lt;br /&gt;Quando me perdi de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando fui poeta&lt;br /&gt;E chuva e árvore e relâmpago&lt;br /&gt;E também rio e nuvem; e havia aquela mulher...&lt;br /&gt;Que me estendeu a mão – e misturava trigo, ovos, água&lt;br /&gt;E no macarrão havia as minhas lágrimas que alimentariam&lt;br /&gt;Meu espírito. Para que eu sobrevivesse&lt;br /&gt;Pela alma dessa mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;ou www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Foto: Chegada em Itararé, Terra-Mãe) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-44013129767541911?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/44013129767541911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/quando-fui-chuva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/44013129767541911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/44013129767541911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/quando-fui-chuva.html' title='QUANDO FUI CHUVA'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-ajgThMIhTnQ/TcIt_nVNDAI/AAAAAAAAAW4/ETtC_SFF-h8/s72-c/asaudade.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-7455557847646328056</id><published>2011-05-04T21:51:00.001-07:00</published><updated>2011-05-04T21:52:43.018-07:00</updated><title type='text'>Portal do Cemitério "Lágrimas do Céu" de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DoN-sh9l_DU/TcIs7FPQZtI/AAAAAAAAAWw/euucazpK1kY/s1600/portaldeitarar%25C3%25A9.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 229px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603090279932389074" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-DoN-sh9l_DU/TcIs7FPQZtI/AAAAAAAAAWw/euucazpK1kY/s320/portaldeitarar%25C3%25A9.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Sempre Haverá Itararé, Bonita Pela Própria Natureza, A História do Brasil Passa Por Aqui&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-7455557847646328056?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/7455557847646328056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/portal-do-cemiterio-lagrimas-do-ceu-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7455557847646328056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7455557847646328056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/portal-do-cemiterio-lagrimas-do-ceu-de.html' title='Portal do Cemitério &quot;Lágrimas do Céu&quot; de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DoN-sh9l_DU/TcIs7FPQZtI/AAAAAAAAAWw/euucazpK1kY/s72-c/portaldeitarar%25C3%25A9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-6048816195194630841</id><published>2011-05-02T07:41:00.001-07:00</published><updated>2011-05-05T07:39:18.084-07:00</updated><title type='text'>Poemas OUTONAIS de 2011, Silas Correa Leite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s1600/asfaltoflores.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602129384437903522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s320/asfaltoflores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;OUTONAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMAS DE OUTONO 2011 – Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem alguém vivendo a minha vida em meu lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARMITA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia&lt;br /&gt;É a marmita do poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arroz ovo repolho&lt;br /&gt;E as barbas de molho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na marmita&lt;br /&gt;A dor a luz a desdita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feijão arroz torresmo&lt;br /&gt;A fome na busca de si mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta marmiteiro&lt;br /&gt;Não se cabe inteiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então no poetar regurgita&lt;br /&gt;A sua alma pobre de marmita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PESSEGUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha um pessegueiro e havia uma tosca cabana humilde num belo e forte galho dele. Eu às vezes era mandorová, outras vezes camaleão, no alto da árvore frondosa e mágica. Até que um bendito dia descobri que o pessegueiro florido era a morte. E o pessegueiro florido veio buscar meu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poema Para Castro Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Antonio de Castro Alves (1847/1871)&lt;br /&gt;In Memoriam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois dos Navios Negreiros /Outras correntezas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Um Trem Pras Estrelas) - Cazuza, Gilberto Gil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.........................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Os navios negreiros agora são outros&lt;br /&gt;Os periféricos escravos terceirizados também&lt;br /&gt;E todos sobrevivemos a um “salve geral”&lt;br /&gt;Em mares bravios de urbanas irrazões; de dezelo público&lt;br /&gt;Imbecilizadas humanas alojadas em estrumes palaciais&lt;br /&gt;Entre espumas flutuantes de cervejas e esgotos, em chorumes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Os românticos hoje estão com AIDS&lt;br /&gt;E se dopam e se prostituem entre carentes&lt;br /&gt;(Do infame capitalhordismo americanalhado)&lt;br /&gt;Ou são emos que se poluem em tantos antros neomalditos&lt;br /&gt;Afrobrasilis descendentes no sórdido neoliberalismo&lt;br /&gt;De aspones entre usuários de craks, em cachimbos marginais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;O índio, o negro – quem não somos –&lt;br /&gt;Na mestiçagem de pobres amalgamados também&lt;br /&gt;Seres irados que danças como se hienas&lt;br /&gt;Todos filhos desse solo, dessas seqüelas históricas, desenredos&lt;br /&gt;Entre palácios de corvos do arbítrio e riquezas amorais&lt;br /&gt;Samparaguai não conduz; é conduzido pelo crime organizado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Tudo é nojo, luto, falso - um horror&lt;br /&gt;A injusta Pátria-Nada é só remorso oficial&lt;br /&gt;“O auriverde pendão de minha terra” balança, balança&lt;br /&gt;Mas nos perdemos de nós, perdemos a fé, perdemos a esperança&lt;br /&gt;De sermos parecidos com um país, um povo, uma nação&lt;br /&gt;Terra de ninguém, explorados nessa pindorama de maracangalhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Áfricas tropicais com suas gomorras&lt;br /&gt;De palafitas, favelas, guetos, becos, cortiços&lt;br /&gt;E vamo-nos poetas malditos sem fúria; sem compromisso&lt;br /&gt;Que não o de te lembrar com tristeza em cantagonia e temor&lt;br /&gt;Há corrupção e impunidade sistêmicas, um horror&lt;br /&gt;Pobres boiando em senzalas dos Sem Terra, Sem Pão, Sem Cor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;(2011 – 164 Anos do Nascimento do Poeta Castro Alves, que morreu aos 24 Anos em Salvador, Bahia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECOLHE&lt;br /&gt;Depois que a mãe morreu&lt;br /&gt;Minhas ruins foram abandonadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARDINHA EM ITARARÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;O bagual do guardinha de trânsito&lt;br /&gt;Engoliu um periquito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REACORDES DE “MINS”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Vaga-lume boêmio morreu preso&lt;br /&gt;Queimado na bituca de um cigarro aceso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02)-Borboleta no arame farpado que encilha&lt;br /&gt;Ainda sonha liberdade para escolher a trilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03)-O grilo no silêncio da noite que teceu&lt;br /&gt;Agora bate cartão vigiando o breu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04)-Pardal prata na parabólica em fascínio&lt;br /&gt;É mais importante do que a estrutura de alumínio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMINHO ITARAREENSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você Sabe o Que é?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Pegar um tomate maduro no pé&lt;br /&gt;Mordê-lo, comê-lo, até&lt;br /&gt;Aquele gostinho de frutalegume&lt;br /&gt;Nas dobradiças da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Catar uma goiaba madura no pé&lt;br /&gt;Arvorezinha carregada, um tropé&lt;br /&gt;E você com aquelas sementezinhas&lt;br /&gt;Crespas no céu da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Tirar uma pitanga vermelhinha do pé&lt;br /&gt;Triscá-la nos dentes fazendo um forfé&lt;br /&gt;Na contenteza da fruta silvestre&lt;br /&gt;Pintando o céu da boca?&lt;br /&gt;.........................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não sabe o que é&lt;br /&gt;Tirar estrelinhas do céu de Itararé&lt;br /&gt;E logo ver verrugas no dedo em pé&lt;br /&gt;Apontando para a amplidão que ri&lt;br /&gt;Feito ter estrelas no céu da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R E B A N H O - De Quando Era Menino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando era muito piá, muito guri ainda, e achava&lt;br /&gt;Que tatu de nariz era maionese de ranho verde-fedô&lt;br /&gt;E que o sol sonrisal ia dormir a noitinha&lt;br /&gt;E mandava a lua de prata vigiar o seu sonho&lt;br /&gt;De sonhador pimpão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando sonhava botar suspensórios em cascavel&lt;br /&gt;E achava que a bulha no porão era o Batman roncando&lt;br /&gt;Ou quando ouvia vozes e se sonhava poeta&lt;br /&gt;Para dar cria ao seu pequeno rebanho de versos&lt;br /&gt;De moleque pidão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando achava que a sua querida mãe era eterna&lt;br /&gt;E que as estrelas eram sucrilhos no céu de Itararé&lt;br /&gt;Sabia que as flores bonitas eram colhidas primeiro&lt;br /&gt;E que figo maduro tinha zíper com carnegão&lt;br /&gt;De se pegar com a mão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando era muito curumim e queria porque queria&lt;br /&gt;Estudar, aprumar oficio, virar gente grande, escritor&lt;br /&gt;Ouvindo os causos e hinos do pai músico, Antenor&lt;br /&gt;No acordeão vermelho solando Saudades de Itararé&lt;br /&gt;Saudades do Matão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a saudade é sua... de um tempo que se foi e agora é&lt;br /&gt;Um retrato na parede da memória que ainda dói, Itararé&lt;br /&gt;O menino cresceu, virou gente grande; tudo em vão&lt;br /&gt;Porque ainda esconde uma criança no coração&lt;br /&gt;Vestida de ilusão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas de Poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acabar a tinta Vermelha/Da canetinha Bic/O que escreverei da vida?/Escreverei com lápis/Até gastá-lo/E também desenharei/Estrelas, caramujos, pêssegos./Acabando o lápis/Como escrever/Os mistérios do amor/Pássaros, flores – e ilhas?/Escreverei com carvão/E então porei/Preto e branco nos poemas/Tristes, como eu me sou/Acabando o carvão/O que farei/Sem ter como me registrar/Na aquarela do mundo?/Gritarei por socorro/Chorarei/-Minha vida por uma caneta!/Um lápis, um computador!/(Escreverei na mente/Decorarei./Arquivos no cérebro/Registrarão os pertences)/Cortarei o meu dedo indicador direito/E com sangue escreverei no meu peito:/Nasci para Escrever/POR FAVOR, DEIXEM-ME VIVER!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMA - DOWNLOAD (GUENIZÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Você tem um aparelho de TV&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Em Pasárgada não há aparador de grama)&lt;br /&gt;-Você tem um computador de bordo&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Em Shangrilá não há ópio ou cocaína)&lt;br /&gt;-Ah o nosso amor e ódio eterno!&lt;br /&gt;(Civilização humana? – Boa idéia!)&lt;br /&gt;Você tem um rotavirus smartphone&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Para a morte não há pen-drive ou cabo USB)&lt;br /&gt;Você tem uma amante como avatar na web&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;-O que é que você realmente tem?&lt;br /&gt;-O que é que você realmente é?&lt;br /&gt;Que não-lugar é um LAR?&lt;br /&gt;Quem é você? (O que você vai fazer disso?)&lt;br /&gt;O que é um LAR? (No final feliz todos morrem)&lt;br /&gt;Lar-lágrima-lugar...&lt;br /&gt;(Estamos seguros em algum lugar?)&lt;br /&gt;-Sangre os seus passos...&lt;br /&gt;Nasci – Mas com um botão de EXISTIR quebrado&lt;br /&gt;(“Exit” é mais embaixo&lt;br /&gt;Quase sete palmos comendo capim pela raiz)&lt;br /&gt;Minha pele-cela e meu lar epidérmico&lt;br /&gt;(Vim para devolver!)&lt;br /&gt;TV-LAR, doce lar – Sweet-Home Made in CIA&lt;br /&gt;Minha vida-corpo meu lar – lugar de angústias e neuras&lt;br /&gt;E, acessórios pré-qualificados de coiso&lt;br /&gt;(Bill Gates o nosso pai adâmico de lares que se acoplam?)&lt;br /&gt;-Ninguém está segurando a minha mão agora...&lt;br /&gt;Você não está seguro nem com você&lt;br /&gt;Sem conexão, nem para existencialiar o kit-vitae mix&lt;br /&gt;(Os exércitos agora são tecnologias&lt;br /&gt;Você tem que seguir o chip da placa-mãe: range e agoniza)&lt;br /&gt;O download é mais embaixo...&lt;br /&gt;Baixo arquivos para sobreviver.&lt;br /&gt;Meio que sigo rap-zumbi feito um guenizá do limbo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V A C I L A G E N S&lt;br /&gt;(Catequeses Misturebas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Marilena Chauí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nunca fomos catequizados.&lt;br /&gt;Fizemos foi Carnaval... ”.&lt;br /&gt;Oswald de Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não fomos catequizados...&lt;br /&gt;-Fizemos foi Carnaval”; um fuzuê&lt;br /&gt;Um forfé – e, amalgamados&lt;br /&gt;O europeu o índio e o negro&lt;br /&gt;Que tudo acabou mistureba bundalelê&lt;br /&gt;.................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que “catequizados” que nada&lt;br /&gt;(Nem éramos ainda pátria amada)&lt;br /&gt;E somamos então o crucifixado&lt;br /&gt;Ao tupi-guarani ninhal pelo nosso lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da mestiçagem, do tropé&lt;br /&gt;Nem cruz, nem conversão ou fé&lt;br /&gt;Dos mitos trazidos da África mãe&lt;br /&gt;Juntaram a Aparecida do Candomblé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fomos catequizados: qual o quê&lt;br /&gt;(Quem essa historicidade não vê?)&lt;br /&gt;Macumba, capoeira – a escravatura&lt;br /&gt;E mais o silvícola de alma muito pura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um mosaico, uma soma; aquarela&lt;br /&gt;De terra em que se plantando tudo dá&lt;br /&gt;Da galinha luso nauta ao mandorová&lt;br /&gt;Foi uma patacoada de encher o pacová&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que bendito cristianismo que nada&lt;br /&gt;(A exploração era a triste cruzada)&lt;br /&gt;Foi um Carnaval só, a tal religião&lt;br /&gt;Cana, ouro em pó, vacilagens (na inquisição...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeitinho brasileirinho era um só&lt;br /&gt;Do samba matreiro ao qüiproquó&lt;br /&gt;De José de Anchieta à Marilena Chauí&lt;br /&gt;Tudo um antropológico e antropofágico rififi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casagrande, Senzala, cabocla babel&lt;br /&gt;Mais a igreja exploradora; um bordel&lt;br /&gt;A conversão foi cênica, só no papel&lt;br /&gt;Do nativo ao bandeirante-bandido, vil infiel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.............................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não irmãos meus, não fomos catequizados&lt;br /&gt;Entre arados – e rudes assim, amalgamados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizeram um baita carnaval tropical só&lt;br /&gt;Ai pátria amada assim usurpada de dar dó!&lt;br /&gt;Do pindorama às gerais, lusamérica, cafundó&lt;br /&gt;E sambalelê: derramas entre ouro em pó&lt;br /&gt;(“Comunga escravo, comunga que é “mió”)&lt;br /&gt;Jeitinho brasileiríssimo; do nativo matuto coió&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De sangrenta colonização, dessa quanta misturança vil&lt;br /&gt;Sangrias e chorumes pariram esse nosso “Puta Brasil!”&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, Santa Itararé das Artes/Samparaguai/Brasil&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Blogue: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6048816195194630841?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6048816195194630841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/poemas-de-outubro-de-2011-silas-correa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6048816195194630841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6048816195194630841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/poemas-de-outubro-de-2011-silas-correa.html' title='Poemas OUTONAIS de 2011, Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s72-c/asfaltoflores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4058826506455820533</id><published>2011-05-02T07:41:00.000-07:00</published><updated>2011-05-02T07:43:22.956-07:00</updated><title type='text'>Poemas de Outunbo de 2011, Silas Correa Leite</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s1600/asfaltoflores.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5602129384437903522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s320/asfaltoflores.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;OUTONAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMAS DE OUTONO 2011 – Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALGUÉM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem alguém vivendo a minha vida em meu lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARMITA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia&lt;br /&gt;É a marmita do poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arroz ovo repolho&lt;br /&gt;E as barbas de molho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na marmita&lt;br /&gt;A dor a luz a desdita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feijão arroz torresmo&lt;br /&gt;A fome na busca de si mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poeta marmiteiro&lt;br /&gt;Não se cabe inteiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então no poetar regurgita&lt;br /&gt;A sua alma pobre de marmita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PESSEGUEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha um pessegueiro e havia uma tosca cabana humilde num belo e forte galho dele. Eu às vezes era mandorová, outras vezes camaleão, no alto da árvore frondosa e mágica. Até que um bendito dia descobri que o pessegueiro florido era a morte. E o pessegueiro florido veio buscar meu pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poema Para Castro Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Antonio de Castro Alves (1847/1871)&lt;br /&gt;In Memoriam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois dos Navios Negreiros /Outras correntezas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Um Trem Pras Estrelas) - Cazuza, Gilberto Gil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.........................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Os navios negreiros agora são outros&lt;br /&gt;Os periféricos escravos terceirizados também&lt;br /&gt;E todos sobrevivemos a um “salve geral”&lt;br /&gt;Em mares bravios de urbanas irrazões; de dezelo público&lt;br /&gt;Imbecilizadas humanas alojadas em estrumes palaciais&lt;br /&gt;Entre espumas flutuantes de cervejas e esgotos, em chorumes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Os românticos hoje estão com AIDS&lt;br /&gt;E se dopam e se prostituem entre carentes&lt;br /&gt;(Do infame capitalhordismo americanalhado)&lt;br /&gt;Ou são emos que se poluem em tantos antros neomalditos&lt;br /&gt;Afrobrasilis descendentes no sórdido neoliberalismo&lt;br /&gt;De aspones entre usuários de craks, em cachimbos marginais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;O índio, o negro – quem não somos –&lt;br /&gt;Na mestiçagem de pobres amalgamados também&lt;br /&gt;Seres irados que danças como se hienas&lt;br /&gt;Todos filhos desse solo, dessas seqüelas históricas, desenredos&lt;br /&gt;Entre palácios de corvos do arbítrio e riquezas amorais&lt;br /&gt;Samparaguai não conduz; é conduzido pelo crime organizado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Tudo é nojo, luto, falso - um horror&lt;br /&gt;A injusta Pátria-Nada é só remorso oficial&lt;br /&gt;“O auriverde pendão de minha terra” balança, balança&lt;br /&gt;Mas nos perdemos de nós, perdemos a fé, perdemos a esperança&lt;br /&gt;De sermos parecidos com um país, um povo, uma nação&lt;br /&gt;Terra de ninguém, explorados nessa pindorama de maracangalhas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Castro Alves, Castro Alves&lt;br /&gt;Áfricas tropicais com suas gomorras&lt;br /&gt;De palafitas, favelas, guetos, becos, cortiços&lt;br /&gt;E vamo-nos poetas malditos sem fúria; sem compromisso&lt;br /&gt;Que não o de te lembrar com tristeza em cantagonia e temor&lt;br /&gt;Há corrupção e impunidade sistêmicas, um horror&lt;br /&gt;Pobres boiando em senzalas dos Sem Terra, Sem Pão, Sem Cor...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;(2011 – 164 Anos do Nascimento do Poeta Castro Alves, que morreu aos 24 Anos em Salvador, Bahia)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RECOLHE&lt;br /&gt;Depois que a mãe morreu&lt;br /&gt;Minhas ruins foram abandonadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARDINHA EM ITARARÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;Apito&lt;br /&gt;O bagual do guardinha de trânsito&lt;br /&gt;Engoliu um periquito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REACORDES DE “MINS”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Vaga-lume boêmio morreu preso&lt;br /&gt;Queimado na bituca de um cigarro aceso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02)-Borboleta no arame farpado que encilha&lt;br /&gt;Ainda sonha liberdade para escolher a trilha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03)-O grilo no silêncio da noite que teceu&lt;br /&gt;Agora bate cartão vigiando o breu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04)-Pardal prata na parabólica em fascínio&lt;br /&gt;É mais importante do que a estrutura de alumínio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMINHO ITARAREENSE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você Sabe o Que é?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Pegar um tomate maduro no pé&lt;br /&gt;Mordê-lo, comê-lo, até&lt;br /&gt;Aquele gostinho de frutalegume&lt;br /&gt;Nas dobradiças da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Catar uma goiaba madura no pé&lt;br /&gt;Arvorezinha carregada, um tropé&lt;br /&gt;E você com aquelas sementezinhas&lt;br /&gt;Crespas no céu da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sabe o que é&lt;br /&gt;Tirar uma pitanga vermelhinha do pé&lt;br /&gt;Triscá-la nos dentes fazendo um forfé&lt;br /&gt;Na contenteza da fruta silvestre&lt;br /&gt;Pintando o céu da boca?&lt;br /&gt;.........................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você não sabe o que é&lt;br /&gt;Tirar estrelinhas do céu de Itararé&lt;br /&gt;E logo ver verrugas no dedo em pé&lt;br /&gt;Apontando para a amplidão que ri&lt;br /&gt;Feito ter estrelas no céu da boca?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R E B A N H O - De Quando Era Menino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando era muito piá, muito guri ainda, e achava&lt;br /&gt;Que tatu de nariz era maionese de ranho verde-fedô&lt;br /&gt;E que o sol sonrisal ia dormir a noitinha&lt;br /&gt;E mandava a lua de prata vigiar o seu sonho&lt;br /&gt;De sonhador pimpão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando sonhava botar suspensórios em cascavel&lt;br /&gt;E achava que a bulha no porão era o Batman roncando&lt;br /&gt;Ou quando ouvia vozes e se sonhava poeta&lt;br /&gt;Para dar cria ao seu pequeno rebanho de versos&lt;br /&gt;De moleque pidão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando achava que a sua querida mãe era eterna&lt;br /&gt;E que as estrelas eram sucrilhos no céu de Itararé&lt;br /&gt;Sabia que as flores bonitas eram colhidas primeiro&lt;br /&gt;E que figo maduro tinha zíper com carnegão&lt;br /&gt;De se pegar com a mão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De quando era muito curumim e queria porque queria&lt;br /&gt;Estudar, aprumar oficio, virar gente grande, escritor&lt;br /&gt;Ouvindo os causos e hinos do pai músico, Antenor&lt;br /&gt;No acordeão vermelho solando Saudades de Itararé&lt;br /&gt;Saudades do Matão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora a saudade é sua... de um tempo que se foi e agora é&lt;br /&gt;Um retrato na parede da memória que ainda dói, Itararé&lt;br /&gt;O menino cresceu, virou gente grande; tudo em vão&lt;br /&gt;Porque ainda esconde uma criança no coração&lt;br /&gt;Vestida de ilusão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas de Poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando acabar a tinta Vermelha/Da canetinha Bic/O que escreverei da vida?/Escreverei com lápis/Até gastá-lo/E também desenharei/Estrelas, caramujos, pêssegos./Acabando o lápis/Como escrever/Os mistérios do amor/Pássaros, flores – e ilhas?/Escreverei com carvão/E então porei/Preto e branco nos poemas/Tristes, como eu me sou/Acabando o carvão/O que farei/Sem ter como me registrar/Na aquarela do mundo?/Gritarei por socorro/Chorarei/-Minha vida por uma caneta!/Um lápis, um computador!/(Escreverei na mente/Decorarei./Arquivos no cérebro/Registrarão os pertences)/Cortarei o meu dedo indicador direito/E com sangue escreverei no meu peito:/Nasci para Escrever/POR FAVOR, DEIXEM-ME VIVER!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POEMA - DOWNLOAD (GUENIZÁ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Você tem um aparelho de TV&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Em Pasárgada não há aparador de grama)&lt;br /&gt;-Você tem um computador de bordo&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Em Shangrilá não há ópio ou cocaína)&lt;br /&gt;-Ah o nosso amor e ódio eterno!&lt;br /&gt;(Civilização humana? – Boa idéia!)&lt;br /&gt;Você tem um rotavirus smartphone&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;(Para a morte não há pen-drive ou cabo USB)&lt;br /&gt;Você tem uma amante como avatar na web&lt;br /&gt;Para chamar de LAR?&lt;br /&gt;-O que é que você realmente tem?&lt;br /&gt;-O que é que você realmente é?&lt;br /&gt;Que não-lugar é um LAR?&lt;br /&gt;Quem é você? (O que você vai fazer disso?)&lt;br /&gt;O que é um LAR? (No final feliz todos morrem)&lt;br /&gt;Lar-lágrima-lugar...&lt;br /&gt;(Estamos seguros em algum lugar?)&lt;br /&gt;-Sangre os seus passos...&lt;br /&gt;Nasci – Mas com um botão de EXISTIR quebrado&lt;br /&gt;(“Exit” é mais embaixo&lt;br /&gt;Quase sete palmos comendo capim pela raiz)&lt;br /&gt;Minha pele-cela e meu lar epidérmico&lt;br /&gt;(Vim para devolver!)&lt;br /&gt;TV-LAR, doce lar – Sweet-Home Made in CIA&lt;br /&gt;Minha vida-corpo meu lar – lugar de angústias e neuras&lt;br /&gt;E, acessórios pré-qualificados de coiso&lt;br /&gt;(Bill Gates o nosso pai adâmico de lares que se acoplam?)&lt;br /&gt;-Ninguém está segurando a minha mão agora...&lt;br /&gt;Você não está seguro nem com você&lt;br /&gt;Sem conexão, nem para existencialiar o kit-vitae mix&lt;br /&gt;(Os exércitos agora são tecnologias&lt;br /&gt;Você tem que seguir o chip da placa-mãe: range e agoniza)&lt;br /&gt;O download é mais embaixo...&lt;br /&gt;Baixo arquivos para sobreviver.&lt;br /&gt;Meio que sigo rap-zumbi feito um guenizá do limbo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;V A C I L A G E N S&lt;br /&gt;(Catequeses Misturebas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Marilena Chauí&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nunca fomos catequizados.&lt;br /&gt;Fizemos foi Carnaval... ”.&lt;br /&gt;Oswald de Andrade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não fomos catequizados...&lt;br /&gt;-Fizemos foi Carnaval”; um fuzuê&lt;br /&gt;Um forfé – e, amalgamados&lt;br /&gt;O europeu o índio e o negro&lt;br /&gt;Que tudo acabou mistureba bundalelê&lt;br /&gt;.................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que “catequizados” que nada&lt;br /&gt;(Nem éramos ainda pátria amada)&lt;br /&gt;E somamos então o crucifixado&lt;br /&gt;Ao tupi-guarani ninhal pelo nosso lado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois da mestiçagem, do tropé&lt;br /&gt;Nem cruz, nem conversão ou fé&lt;br /&gt;Dos mitos trazidos da África mãe&lt;br /&gt;Juntaram a Aparecida do Candomblé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fomos catequizados: qual o quê&lt;br /&gt;(Quem essa historicidade não vê?)&lt;br /&gt;Macumba, capoeira – a escravatura&lt;br /&gt;E mais o silvícola de alma muito pura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um mosaico, uma soma; aquarela&lt;br /&gt;De terra em que se plantando tudo dá&lt;br /&gt;Da galinha luso nauta ao mandorová&lt;br /&gt;Foi uma patacoada de encher o pacová&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas que bendito cristianismo que nada&lt;br /&gt;(A exploração era a triste cruzada)&lt;br /&gt;Foi um Carnaval só, a tal religião&lt;br /&gt;Cana, ouro em pó, vacilagens (na inquisição...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jeitinho brasileirinho era um só&lt;br /&gt;Do samba matreiro ao qüiproquó&lt;br /&gt;De José de Anchieta à Marilena Chauí&lt;br /&gt;Tudo um antropológico e antropofágico rififi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casagrande, Senzala, cabocla babel&lt;br /&gt;Mais a igreja exploradora; um bordel&lt;br /&gt;A conversão foi cênica, só no papel&lt;br /&gt;Do nativo ao bandeirante-bandido, vil infiel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.............................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não irmãos meus, não fomos catequizados&lt;br /&gt;Entre arados – e rudes assim, amalgamados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizeram um baita carnaval tropical só&lt;br /&gt;Ai pátria amada assim usurpada de dar dó!&lt;br /&gt;Do pindorama às gerais, lusamérica, cafundó&lt;br /&gt;E sambalelê: derramas entre ouro em pó&lt;br /&gt;(“Comunga escravo, comunga que é “mió”)&lt;br /&gt;Jeitinho brasileiríssimo; do nativo matuto coió&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De sangrenta colonização, dessa quanta misturança vil&lt;br /&gt;Sangrias e chorumes pariram esse nosso “Puta Brasil!”&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, Santa Itararé das Artes/Samparaguai/Brasil&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Blogue: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4058826506455820533?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4058826506455820533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/poemas-de-outunbo-de-2011-silas-correa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4058826506455820533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4058826506455820533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/05/poemas-de-outunbo-de-2011-silas-correa.html' title='Poemas de Outunbo de 2011, Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-q8S9rPuE05U/Tb7C_mky8KI/AAAAAAAAAWo/30ZJcrOvdGk/s72-c/asfaltoflores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-762912528472140253</id><published>2011-04-24T12:35:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T12:37:17.506-07:00</updated><title type='text'>Banda Furiosa, Lira Itarareense</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JmuZNDSl0jA/TbR7x32TF9I/AAAAAAAAAWg/9ZXpr2ISu-o/s1600/bandagumercindopereiradeandrade.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599236333463869394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-JmuZNDSl0jA/TbR7x32TF9I/AAAAAAAAAWg/9ZXpr2ISu-o/s320/bandagumercindopereiradeandrade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aDi6VDEylu8/TbR7k8vdrPI/AAAAAAAAAWY/49JeSwuZP3U/s1600/bandaditopenamoisesaridioadolfopereirasilva.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 206px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5599236111439080690" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-aDi6VDEylu8/TbR7k8vdrPI/AAAAAAAAAWY/49JeSwuZP3U/s320/bandaditopenamoisesaridioadolfopereirasilva.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; Itararé Que Amamos Tanto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Santa Itararé das Artes, Cidade Poema&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.itarare.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;www.itarare.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-762912528472140253?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/762912528472140253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/banda-furiosa-lira-itarareense.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/762912528472140253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/762912528472140253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/banda-furiosa-lira-itarareense.html' title='Banda Furiosa, Lira Itarareense'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JmuZNDSl0jA/TbR7x32TF9I/AAAAAAAAAWg/9ZXpr2ISu-o/s72-c/bandagumercindopereiradeandrade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8682123243771884480</id><published>2011-04-10T12:31:00.000-07:00</published><updated>2011-04-10T12:32:46.586-07:00</updated><title type='text'>O RIO ITARARÉ - Maria de Lourdes Luciano Nonvieri</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9ubYG_Xu7GU/TaIF08GrmOI/AAAAAAAAAWQ/kdEmkKTH1Zs/s1600/lindaitararequeadorocinco.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594040094193064162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-9ubYG_Xu7GU/TaIF08GrmOI/AAAAAAAAAWQ/kdEmkKTH1Zs/s320/lindaitararequeadorocinco.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O RIO ITARARÉ A atravessagem do rio, por sobre a rocha escavada, a mais antiga passagem para os lados lá do sul, já pediu muita coragem. Nas distâncias desses campos, que pelo vale desabam em paredões escarpados, por entre as estreitas fendas, muitas vezes insuspeito, nas úmidas frias grutas, no regaço dos abismos, O ``Itararé´´ perigoso vai cavando seu caminho nas pedras, com turbulência. Correm lendas e boatos entre fatos verdadeiros; corre história e fantasia; e um manto de misticismo sobre a ``Gruta da Barreira´´ São tropeiros, são soldados, andantes e peregrinos, viajantes solitários, romeiros cheios de fé, andorinhas e meninos. São histórias de milagres, de antigas revoluções, aventura, sorte, morte, desafio, vadiagem, povoando essas solidões. Por isso a fala dos poetas como a voz dos cantadores, desta gente, desta terra, destas águas e mistérios, será sempre uma canção. MARIA DE LOURDES LUCIANO NONVIERI&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8682123243771884480?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8682123243771884480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/o-rio-itarare-maria-de-lourdes-luciano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8682123243771884480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8682123243771884480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/o-rio-itarare-maria-de-lourdes-luciano.html' title='O RIO ITARARÉ - Maria de Lourdes Luciano Nonvieri'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-9ubYG_Xu7GU/TaIF08GrmOI/AAAAAAAAAWQ/kdEmkKTH1Zs/s72-c/lindaitararequeadorocinco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2809741339922722220</id><published>2011-04-07T16:01:00.000-07:00</published><updated>2011-04-07T16:05:15.448-07:00</updated><title type='text'>BEBERES &amp; DIZERES - Humor de Itararé</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Dg4_bj_IyvM/TZ5Cq8EGiOI/AAAAAAAAAWI/-Ru2JG3dGUM/s1600/asvacasnoceu.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; DISPLAY: block; HEIGHT: 153px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592981092686006498" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Dg4_bj_IyvM/TZ5Cq8EGiOI/AAAAAAAAAWI/-Ru2JG3dGUM/s320/asvacasnoceu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beberes &amp; Dizeres – Tudo a Ler&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;001)-Se dirigir, não beba. O copo de cerveja pode cair&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;002)-Álcool mata depressa pessoa idosa. Faça sua sogra tornar-se alcoólatra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;003)-Beber é divino. Beber cerveja é divinizar a boemia, já que a cerveja é chamada de a bebida dos deuses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;004)-Animais não bebem. Por isso são irracionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;005)-Não beba antes do casamento, nem para criar coragem. Você pode na hora hagá dizer um belo e sonoro NÃO com extremada lucidez química&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;006)-Padres não podem beber. Por isso não casam, usam saias feias e têm graves problemas sexuais mal resolvidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;007)-Cristo adorava beber, encontrando vinho multiplicava-o para dar pra todos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;008)-Argentino não gosta de beber. Argentino não gosta de brasileiro. Aliás, argentino não gosta de ser argentino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;009)-A Mancha Verde, a Torcida Independente dos Bambis bebem para esquecer os timinhos pelos quais torcem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;010)-Maradona parou com as drogas e voltou a ficar normal. Mas quando parou de tomar cerveja começou a falar só besteiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;011)-Lula é melhor do que FHC, Collor, Sarney, Serra Pinóquio de Chuchu  e a corja neoliberal toda, inclusive a oposição de hienas do arbítrio, porque toma umas e outras para torná-los institucionalmente suportáveis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;012)-Roberto Marinho não bebia. Vejam a Rede Globo no que deu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;013)-Ulisses Guimarães, tremenda personalidade democrática, era chegado numa chique bebida francesa à base de pêra. Por isso preferiu desaparecer sem deixar rastro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;014)-Collor não bebia.Usava supositório de glicerina. Deu no que deu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;015)-A Hebe Camargo não bebe. As bebidas ficaram livres de irem direto do gargalo pro esgoto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;016)-Maluf diz que só é honesto quando bebe. Já viu pinguço que não vale a verdade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;017)-Rico bebe socialmente. Pobre é pinguço mesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;018)-Tem gente que enche o carão e se revela gay. Tem gente que enche o gay e então se revela etílico assumido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;019)-O Sócrates do Corinthians bebia antes e depois do jogo. Por isso era o Doutor Sócrates, não um Cicinho, um Pedrinho, um Robinho, um Zinho &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;020)-Tem gente que prefere beber a fazer sexo. Esse sabe muito bem o que tem na cabeça&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;021)-A bebida faz mal pro aparelho digestivo, que, aliás, deveria se chamar aparelho destilativo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;022)-Mulher burra não bebe. Para não sacar o óbvio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;023)-Os melhores artistas do mundo eram boêmios, bebedores e baristas. Frank Sinatra, Louis Armstrong e Nat King Cole que o digam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;024)-Napoleão era Bonaparte quando bebia. Sem beber seria Ruim-na-Parte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;025)-Madona não bebe. Se bebesse não seria Madona seria Boadona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;026)-Tim Maia não bebia, não fumava, não cheirava. Só mentia muito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;027)-Foi cientificamente estatisticamente provado: 98% dos traídos nunca beberam. Faz sentido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;028)-Mulher de alcoólatra tem orgasmo múltiplo. Mulher de quem não bebe tem amante etílico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;029)-Políticos tucanos e liberais não bebem. Eles sabem o que são fezes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;030)-Se for dirigir, não beba. Use a sua energia alternativa: ande a pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;031)-Se cerveja em lata desse em árvore, como se chamaria uma floresta delas?: Paraíso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;032)-Bush bebia mas mentia que não bebia. Quando acordava de ressaca fazia burradas, ou, melhor, bushadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;033)-Bill Clinton quando bebia adorava servir seu charuto cubano pra estagiária pedaçuda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;034)-Urologista não bebe. Tem medo de errar no exame de toque e pegar gosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;035)-Lésbica bebe, e bebe muito. A própria cerveja pelo seu diurético feitio fisiológico exercita a imaginação e o ponto G ganha algo mais de destaque &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;036)-Se urina de bêbado fosse energia o Brasil iria exportar combustível&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;037)-Gatorade parece urina de vaca grávida, quem bebe tem algum parafuso faltando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;038)-Associações de Alcoólatras Anônimos nunca atacam a cerveja. Têm medo de estimular recaídas por prazeres de vícios gozosos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;039)-Macho com M Maiúsculo toma cerveja. Macho com hagá toma tubaina só para ter gases artificiais de tutti-fruti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;040)-Anões devem beber para ficarem altos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;041)-Vicente Matheus bebia. Por isso dizia sabiamente que quem saía na chuva ácida é para se queimar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;042)-Quem toma Coca Cola arrota pum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;043)-Pelé nunca bebeu. Por isso quando abre a boca só sai besteira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;044)-O Juiz Lalau não bebia. A abstinência corrompe o caráter dos fracos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;045)-A Xuxa nunca bebeu. Quem não bebe não se enxerga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;046)-A Luciana Gimenez não bebe com medo de ter um ataque caso o cérebro finalmente pegue no tranco etílico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;047)-Gugu não bebe. Tem medo de tomar todas e voltar a ser o alvo fácil do programa Rolentrando do Silvio Santos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;047)-Jânio Quadros bebia todas e mais algumas. Por isso foi acusado de tudo, menos de corrupto e ladrão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;048)-Fausto Silva bebe socialmente. Pelo tamanho dele, imagine se ele vomitasse socialmente a biles também&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;049)-Beber engorda. Não beber emburrece. Qual é a sua alternativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;050)-Se fôssemos pagar só o que não urinamos de cerveja, cada latinha só custaria dez por cento do que custa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;051)-Crentes vêem pegadas na areia. Poetas vêem tampinhas de garrafas de cerveja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;052)-Tem gente que parece engarrafada. Só tem rótulo mas não tem conteúdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;053)-Adão não bebia. Por isso caiu no papo do fruto proibido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;054)-Hitler pintava em vez de beber. Taí o mal entre pegar um pincel cheio de tinta ou pegar um tonel de bebida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;055)-Comunista não bebe. Come com farinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;056)-Bahiano não bebe. É mais fácil riscar o fósforo na sola da havaiana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;057)-Sampaulino do Morumbambi bebe pra caraca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;058)-Deus é brasileiro. E nunca está em alfa, está em Brahma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;059)-Se inventassem sorvete de cerveja, palito serviria pra pegar o petisco do tira-gosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;060)-Churrasco e cerveja é muito melhor do que mulher e futebol. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;061)-Ricos neoliberais nunca bebem. Têm medo de atiçar a consciência pesada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;062)-FHC se voltasse a ser eleito e tomasse um porre antes da posse, já teria o discurso prontinho: vim para devolver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;063)-ACM Neto, o Panela de Satanás, quando toma umas outras sempre tenta se enforcar com uma faca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;064)-Fiquei um mês sem tomar nada. Perdi trinta dias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;065)-O filho bebendo, cobrou do pai: -Pai, tem ladrão na sala!&lt;br /&gt;      O pai, tomando umas também, explica o óbvio:&lt;br /&gt; -Calma, filho, é só o horário político-eleitoral do Partido Neoliberal na tevê da sala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;066)-Mãe, mãe, o cobrador do Bar do Miro Vaca veio cobrar o pindura do mês. A sra tem dinheiro pra pagar ou quer que eu vá brincar lá fora?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;067)-Porre sexual em tempos modernos: -Foi bom pra você?&lt;br /&gt;       -Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;068)-Você vem sempre aqui?&lt;br /&gt;      -O quê é aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;069)-Cerveja? Tô fora. Fui comprar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;070)-Cerveja boa é como político de extrema-direita: gelada e em cima da mesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;071)-Só tem mulher bonita em comercial de cerveja porque a vaidade atiça a libido e a loura gelada é a imagem de consumo fácil e gostoso &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;072)-Tem gente que não saca nada quando bebe. A bebida entra por um buraco e sai pelo outro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;073)-Tem gente que vê Deus quando bebe. Tem gente que bebe procurando Deus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;074)-Tem gente que, quando toma umas outras, recebe santo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;075)-Diga o que bebes que te direi quem és&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;076)-Quem bebe Fanta vira anta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;077)-Uma cerveja antes, um cigarro depois. Já viu que há um grande prazer muito bem encaixado entre dois outros prazeres &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;078)-Beber é humano. Problema de flora intestinal é coisa de ameba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;079)-Ginecologistas que bebem às vezes vão além da linha do horizonte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;080)-Ponto G é aquilo que toda mulher que bebe sabe onde é, e todo homem que bebe sabe ligar o dínamo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;081)-Durante a escravidão, os negros bebiam pra caramba. Daí nasceu o samba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;082)-Os índios do Brasil bebiam antes da invasão, porque eram felizes. Passaram a beber depois da invasão para suportarem a infelicidade da presença dos colonos invasores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;083)-Quem bebe tem alma. E tem álcool. Quem não bebe nunca sabe o que é uma coisa e outra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;084)-Quem bebe não mente. Inventa verdades politicamente incorretas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;085)-Quem bebe e morre vai pro céu. Quem não bebe se for pro céu vai ser garçom&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;086)-Se Judas fosse o garçom da santa ceia, teria noção lúcida do preço que pagaria pelas trinta moedas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;087)-Os negros norte-americanos no tempo do Black Power e Panteras Negras bebiam. Depois passaram a fumar maconha e ficaram trouxas jogando basquete, fazendo hip hop e raps rueiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;088)-Picasso bebia, fumava e era pegador. Depois, de ressaca de porres homéricos calibrou bem o cubismo etílico. Já pensou que lixo ele seria não se não tivesse nenhum vício?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;089)-Dizem que Caetano Veloso compôs a melhor letra da MPB, “O Índio”, depois de ter tomado um porre. Como se vê, a bebida fez bem à Tropicália&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;090)-Leite causa hérnia no disco. Cerveja é mais chique. Causa hérnia no dvd&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;091)-Água enferruja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;092)-Se água fosse bom os peixes não faziam xixi nela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;093)Da água viemos, à cerveja voltaremos. Isso é o que chamamos de evolução da espécie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;094)-Beber é facilitar o diálogo. O problema é quando a garrafa começa a conversar com a gente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;095)-Não beba em frente ao espelho. Você pode ver tudo ao quadrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;096)-Descer redondo é quando o barril de chope com torneirinha e tudo desce a ladeira e sente o incentivo da propaganda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;097)-O mágico que bebe tira uma cartola de dentro do coelho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;098)-Quando beber não use fósforo.Você pode pegar fogo de fácil combustão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;099)-Os kamikases japoneses bebiam pra ver tudo claro mesmo no fim do fim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100)-Ponto comercial que não vende cerveja é como restaurante que fecha pro almoço &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101)-Beber engorda a conta do dono do bar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102)-Bebida causa cirrose. Melhor ser sem fígado do que ser sem cérebro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103)-A bebida faz perder a consciência e a memória. Mais uma dose dupla pra felicidade do ser humano ficar livre de neuras e mágoas passadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;104)-Ó meu médico me receitou malte, levedo, lúpulo e cevada. Caí na cerveja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105)-O médico me proibiu de beber, comer carne, transar e torcer pelo Corinthians. Pedi um último aperitivo reforçado com uma dose dupla de cianureto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106)-Úmido de cerveja, no caderno se fez. Haikai japonês?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107)-Os anjos, coitados/Quando tomam cervejas/ Sentem-se aleijados/Os poetas não/São aleijados de criação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108)-Que o bom Deus me perdoe/Mas não tem remédio/Prefiro morrer de poesia e cerveja/Mas não de tédio...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109)-Beber compensa. A urina é que é um tremendo desperdício&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;110)-Caetano Veloso quando bebia compunha Baby, Alegria Alegria, Soy Loco Por Ti América, London London. Parou de beber e começou a cantar Sozinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;111)-Milton Nascimento parou de beber e descobriu a diabetes. Se não parasse iria cantar no céu com a Elis Regina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;112)-Amor é como o peru: só é bom de porre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;113)-O Papa Bento não bebe. Basta ver a cara de broaca nazista dele&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;114)-Ninguém da Klux-Klux-Klan bebia. Por isso precisavam de máscaras para fazer besteiras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;115)-Cerveja preta produz leite. Taí um bom motivo para deixar o Jegue Júnior saradinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;116)-O Brasil é  um país de bebedores. Taí porque temos Carnaval o ano inteiro, Mulher Pelada e Futebol Campeão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;117)-Chope preto é gostoso, claro. E chope claro também, claro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;118)-Mulher que não bebe nunca vai sacar que tem um futuro duro pela frente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;119)-As burras que me perdoem, mas beber é sobrevivencial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;120)-Judeus quase nunca bebem. Por isso têm o maior índice de ataque epiléptico do mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;121)-Atleta que bebe sonha não apenas os louros da vitória mas as morenas da derrota também&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122)-Tem gente que se esconde na bebida. Nesse caso, beber é um erro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;123)-Tem gente que quando bebe, nem precisa de camping pra erguer o barraco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;124)-O pessoal da favela bebe e desce o morro pro asfalto da avenida em passarela. Se não bebesse, viria armado pra tomar posse do que é deles pois saberiam que historicamente tudo já está pago&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;125)-Erro de português é quando a Maria, de porre, casa com o Joaquim mas passa a lua-de-mel com o Manuel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;126)-Prostitutas normalmente bebem muito. Precisam encher a cara para fingirem que são o que não são&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;127)-Metrossexual é um cara metido a sebo que só toma leitinho de soja transgênica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;128)-Mickel Jackson parou de beber e começou a deixar de ser normal, depois de ser branco, depois de ser homem, depois de ser gente. A evolução paulatina da abstinência é caso grave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;129)-Os mais belos casos de amor do mundo foram compostos por bêbados no auge da chifrada irresponsável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;130)Vomitar tem uma vantagem: é grátis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;131)-Quem bebe sem saber beber, não paga mico, paga zoológico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;132)-Para o gay etílico, sexo seguro é só quando ele segura no sexo do parceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;133)-Querer é beber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;134)-Em terra de cego, quem bebe nega que bebe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;135)-Quando um bêbado não quer, os dois são bichas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;136)-Quem dá aos pobres é bicha bêbada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;137)-Beber é poder&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;138)-Para o bêbado, japonês tudo é gêmeo. Só que nasce um de cada vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;139)-Porre homérico é quando você bebe por causa de homem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;140)-Quem não bebe não tem a importante sabedoria de saber o que é ceroto no colarinho do copo sujo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;141)-Plínio Marcos bebia, fumava e escrevia teatro. Via seus personagens antes de trazê-los pro palco de sua escrita notívaga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;141)-Rita Lee quando bebia era mutante. Depois virou irRitante global&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;142)-Adoniran Barbosa bebia todo santo dia. E o humor era a sua santa religião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;143)-Tem matemático decrépito que quando bebe muito pensa que regra  de três são três mulheres menstruadas juntas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;144)-Beber é líquido e certo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;145)-Mané Garrincha quando bebia era craque. Parou de beber e tendo consciência a seco da dura realidade pirou de vez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;146)-Chico Buarque parou de beber e parou de compor aquelas belas músicas do auge da MPB&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;147)-Tem louco que quando bebe fica são. A bebida sara loucuras impróprias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;148)-Tem gente normal que quando bebe fica louca. Deus sabe o que não faz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;149)-O motorista bêbado perde a noção de tudo. Melhor vender o carro e jogar a carta de habilitação fora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;150)-Mulher que bebe não devia ter filhos. Não dá para lavar fraldas e lavar copos ao mesmo tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;151)-Nunca gostei de Martini com azeitona. A azeitona faz criar pedras nos rins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;152)-Quem bebe cerveja nunca tem constipação intestinal. Tudo é flora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;153)-Oxige-Nadas quando bebem são Oxige-Tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;154)-Como as mulheres estão sempre indo em busca de seus direitos, podiam, pelo menos, na volta trazerem umas cervejinhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;155)-Depois de fazem sexo direitinho e com muito prazer, dez por cento dos homens que bebem cerveja voltam pro lado direito, dez por cento voltam pro lado esquerdo e oitenta por cento voltam pra casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;156)-Batom na cueca não tem álibi. Nem falta de cerveja gelada na geladeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;157)-Deus é ególatra e cervejólogo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;158)-Quem não bebe não sabe a potência da urina de macho na bolinha de naftalina no vaso sanitário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;159)-Quem bebe levanta a tampa do vaso com o pé esquerdo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;160)-Lula bebe para tornar a corrupta e picareta oposição suportável&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;161)-O Deputado Aleluia quando bebe quer ser homem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;162)-O isopor é meu pastor e nada me faltará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Inédito e incompleto) – Aceita-se idéias – Silas Corrêa Leite, Fragmento do Livro O HOMEM QUE VIROU CERVEJA – poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2809741339922722220?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2809741339922722220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/beberes-dizeres-humor-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2809741339922722220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2809741339922722220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/beberes-dizeres-humor-de-itarare.html' title='BEBERES &amp; DIZERES - Humor de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Dg4_bj_IyvM/TZ5Cq8EGiOI/AAAAAAAAAWI/-Ru2JG3dGUM/s72-c/asvacasnoceu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2094016650666702820</id><published>2011-04-06T12:46:00.000-07:00</published><updated>2011-04-06T12:48:30.636-07:00</updated><title type='text'>ALBERTO BANDONI NETO, Bagué de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dt2fFNDU1sk/TZzDa-lOi7I/AAAAAAAAAWA/YjgLSG8Zc84/s1600/bagueitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 268px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5592559705530469298" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-dt2fFNDU1sk/TZzDa-lOi7I/AAAAAAAAAWA/YjgLSG8Zc84/s320/bagueitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ARTISTA BAGUÉ Artista de Itararé, Chão de Estrelas, Santa Itararé das Artes MicroBiografia Artística: Alberto Bandoni Neto a.k.a. Bbandone, Compositor polivalente, performer multicultural pluralista e cineasta paulista, nascido em 1960 em Itararé, São Paulo. Radicado na capital paulista, onde teve uma formação eclética dentro de artes integradas: música popular e lírica, teatro, literatura e cinema. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fez parte do quadro técnico funcional de artes cênicas do Centro Cultural São Paulo entre 1991 até 1997, ao mesmo tempo participou do Teatro do Ornitorrinco durante duas temporadas de “Sonho de uma noite de verão” e a primeira de “Comédia dos Erros”. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Teve atuação relevante como locutor e produtor do programa RADIOATIVIDADE na RadioUSP de 1987 a 1989, antes disso produziu e integrou algumas bandas no início da renovação do rock brasileiro dos anos 80, e, na mesma época fez parte do elenco da montagem especial da ópera “O Guarani” de Carlos Gomes, na reinauguração do Teatro da Paz em Belém do Pará. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A partir de 2000, além da atividade cinematográfica, também participa de várias ações colaborativas na internet, na criação de conteúdo, arte digital e desenvolvimento integral de websites. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Contatos: Email: &lt;a href="mailto:bbandone@isitizi.net"&gt;bbandone@isitizi.net&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Web Site: http://www.aka.pro.br &lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2094016650666702820?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2094016650666702820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/alberto-bandoni-neto-bague-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2094016650666702820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2094016650666702820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/alberto-bandoni-neto-bague-de-itarare.html' title='ALBERTO BANDONI NETO, Bagué de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-dt2fFNDU1sk/TZzDa-lOi7I/AAAAAAAAAWA/YjgLSG8Zc84/s72-c/bagueitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-3129388474247552670</id><published>2011-04-01T15:55:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T15:55:35.523-07:00</updated><title type='text'>Nenê som 6 - Marcha da Loteria</title><content type='html'>&lt;iframe height="344" src="http://www.youtube.com/embed/Y_gzWs7l5FY?fs=1" frameborder="0" width="425" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-3129388474247552670?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/3129388474247552670/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/nene-som-6-marcha-da-loteria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3129388474247552670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3129388474247552670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/nene-som-6-marcha-da-loteria.html' title='Nenê som 6 - Marcha da Loteria'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/Y_gzWs7l5FY/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-6578200581928803397</id><published>2011-04-01T15:22:00.000-07:00</published><updated>2011-04-01T15:24:24.586-07:00</updated><title type='text'>Fernando Mendes, Fernando Milcores, In Memoriam</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-imsxXD6FTxc/TZZQj1nSq1I/AAAAAAAAAV4/12JC3zOenmE/s1600/fernandomilcoresdeitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590744564044573522" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-imsxXD6FTxc/TZZQj1nSq1I/AAAAAAAAAV4/12JC3zOenmE/s320/fernandomilcoresdeitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;div&gt;FERNANDO MILCORES, FERNANDO MENDES, IN MEMORIAM&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dos Maiores Boêmios de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6578200581928803397?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6578200581928803397/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/fernando-mendes-fernando-milcores-in.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6578200581928803397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6578200581928803397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/04/fernando-mendes-fernando-milcores-in.html' title='Fernando Mendes, Fernando Milcores, In Memoriam'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-imsxXD6FTxc/TZZQj1nSq1I/AAAAAAAAAV4/12JC3zOenmE/s72-c/fernandomilcoresdeitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4228729593882727256</id><published>2011-03-18T08:48:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T08:48:23.163-07:00</updated><title type='text'>Silas Correa Leite - E-mail, Endereço, Número de telefone, tudo!</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.123people.com.br/s/silas+correa+leite"&gt;Silas Correa Leite - E-mail, Endereço, Número de telefone, tudo!&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4228729593882727256?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.123people.com.br/s/silas+correa+leite' title='Silas Correa Leite - E-mail, Endereço, Número de telefone, tudo!'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4228729593882727256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/silas-correa-leite-e-mail-endereco.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4228729593882727256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4228729593882727256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/silas-correa-leite-e-mail-endereco.html' title='Silas Correa Leite - E-mail, Endereço, Número de telefone, tudo!'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5734711813344953318</id><published>2011-03-18T07:09:00.000-07:00</published><updated>2011-03-18T07:12:00.183-07:00</updated><title type='text'>MAESTRO DUDU GAYA, LINDOLPHO GAYA DE ITARARÉ</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-YkoCjZPPtas/TYNoHSwz5dI/AAAAAAAAAVg/q0V2S3DLVEc/s1600/maestrosprecmiados.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 297px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585422437374485970" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-YkoCjZPPtas/TYNoHSwz5dI/AAAAAAAAAVg/q0V2S3DLVEc/s320/maestrosprecmiados.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;GALERIA NOBRE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LINDOLPHO GAYA, ITARARÉ-SP, SANTA ITARARÉ DA MUSICA – Dudu Gaya de Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1942, iniciou a carreira artística no Rio de Janeiro, tocando piano em programas de calouros na Rádio Transmissora. Mais tarde atuou na Rádio Tupi e na Orquestra do Chiquinho, na Rádio Clube. No início dos anos 1950 formou uma orquestra, passando a apresentar-se como Gaya e sua Orquestra. Em 1951, gravou de Zequinha de Abreu as valsas "Morrer sem ter amado" e "Último beijo". No mesmo ano, seu baião "Pregão" foi gravado por sua mulher Stellinha Egg, e Zaccarias e sua Orquestra gravaram o baião "Minas Gerais", com arranjo seus e de Zaccarias. No mesmo ano, Em 1951, regeu a orquestra que tocou a trilha sonora do filme "Aí vem o baião", dirigido por Watson Macedo. Em 1952, gravou mais duas valsas, "Célia", de Elias Fleury, e "Só pelo amor vale a vida", de Zequinha de Abreu. Em 1953, gravou as valsas "Por um beijo", de Catulo da Paixão Cearense e Anacleto de Medeiros, e "Pelo teu amor". No mesmo ano, gravou, tocando órgão, as toadas "Mulher rendeira", de domínio público, e "Lua bonita", do compositor paraibano Zé do Norte. Em 1955, recebeu o Prêmio de Melhor Disco do Ano pelos arranjos feitos para as músicas "O vento" e "O mar", ambas de Dorival Caymmi, com interpretações de Stellinha Egg. No mesmo ano, com a mulher Stellinha viajou para a Europa para uma temporada artística, tendo regido na Polônia, a Orquestra Filarmônica de Varsóvia. Recebeu uma medalha de ouro do governo polonês. Atuou ainda como jurado no congresso folclórico na Festa da Juventude. Na União Soviética, regeu a Grande Orquestra do Teatro Strada de Moscou. Ainda na capital soviética, tomou parte no filme "Folclore de cinco países", com direção de Alexandrov, em que aparece tocando chorinhos de sua autoria. O casal Gaia e Stellinha seguiu para a França, onde o maestro dirigiu a parte musical do filme "Bela aventura", sobre temas e motivos brasileiros, dirigido por sua mulher, Stellinha Egg. Fixou residência em Paris, onde fez arranjos para gravações de músicas brasileiras e sul-americanas, tendo organizado gravações de Ray Ventura. Ainda na capital francesa, fez arranjos para o disco "Chants folkloriques brésiliens", de temática brasileira, com interpretações de sua mulher. Retornando ao Brasil, fez arranjos e composições para uma série de discos de histórias infantis. Desta série fizeram parte entre outros, os discos "A moura torta", "O gato de botas" e "A galinha dos ovos de ouro", gravados pela RCA. Também em 1955, seu choro "Champanhota" foi gravado ao vibrafone pelo instrumentista Mesquita em disco RCA Victor. No mesmo ano, fez a direção musical para o filme "Bela aventura" uma produção de Robert Mariaux filmada em Epinai Sur Seine, em Paris. Em 1958, teve a música "Morreu meu coração", parceria com José Carlos gravada por Carlos Galhardo na RCA Victor. Ainda na de´cada de 1950, teve participação na trilha sonora dos filmes "Aviso aos navegantes", dirigido por Watson Macedo, "Tudo azul", de Moacir Fenelon, "Com o diabo no corpo", de Mário Del Rio, e "Rua sem sol", de Axex Viany. No princípio dos anos 1960, fez arranjos para o disco "Amor de gente moça", de Silvinha Telles. No mesmo período gravou com sua orquestra o disco "Dança morena", com destaque para as composições "Rosa morena", de Dorival Caymmi, e "Grau dez", de Lamartine Babo e Ary Barroso, entre outras. Em 1965, recebeu o Prêmio Euterpe pelas músicas compostas para o show "Rio de quatrocentos anos", apresentado no grill-room do Copacabana Palace Hotel, que saíram em LP comemorativo aos 400 anos da Cidade Maravilhosa. Esse show produzido e dirigido por Carlos Machado apresentou as seguintes músicas divididas em blocos temáticos: "Bossa nova": "Garota de Ipanema", de Tom Jobim e Vinicius de Moraes; "Blues Walk", de C. Brown; "Samba do avião", de Tom Jobim, e "Maxixe", de sua autoria; bloco temático "Carmen Miranda": com as músicas "O que é que a baiana tem", de Dorival Caymmi; "Taí", de Joubert de Carva lho; "Diz que tem", de Vicente Paiva e Haníbal Cruz, e "Good Bye Boy", de Assis Valente, todas com interpretação da cantora Marion; "Valsa Debret", de sua autoria; "Rio", de Ary Barroso; "Praça do Século XVII", com Chianca de Garcia. Em seguida veio o bloco temático "Escola de Samba" com os sambas "Tiradentes", de Estanislau Silva, Décio Carlos e Penteado; "Chica da Silva", de Anescar do Salgueiro e Noel Rosa de Oliveira; "Lá vem Portela", de Billy Blanco, e "Exaltação à Mangueira", de Enéas Brites da Silva e Aloísio Augusto da Costa. O disco se encerrou com mais quatro músicas em homenagem ao Rio de Janeiro: "Polka", de sua autoria; "Calendário", de Vicente Paiva e Chianca de Garcia; "Seresta imperial", com Chianca de Garcia, e "Cidade Maravilhosa", de André Filho. Em 1966, fez parte do júri do I FIC, na TV Rio, fazendo ainda o arranjo e regendo a maior parte das 36 selecionadas. No mesmo ano, foi o arranjador da composição "Saveiros", de Dori Caymmi e Nélson Motta, que foi classificada em primeiro lugar na fase nacional do festival, ficando em segundo lugar na fase internacional. Recebeu no mesmo período o Prêmio Galo de Ouro pelos arranjos e por sua atuação como maestro no LP "O grande festival", com músicas do I FIC. Ainda nos anos 1960, apresentou nas TVs Rio e Continental programa de música popular ao lado de Stellinha Egg. Ainda no Rio de Janeiro, dirigiu musicalmente shows das cantoras Elizeth Cardoso e Amália Rodrigues. Trabalhou durante 15 anos para as gravadoras Victor e Odeon, fazendo arranjos e orquestrações, destacando-se no trabalho com a música brasileira. Em 1974 e 1975, percorreu o Brasil ao lado de Stelinha Egg apresentando-se especialmente em auditórios de universidades fazendo divulgação da música popular brasileira. Em 1975 fez os arranjos e regeu a orquestra no show "Maria Bethânia e Chico Buarque", apresentado no Canecão no Rio de Janeiro, do qual resultou um Lp com o mesmo título. No mesmo ano, foi o diretor musical do primeiro LP lançado pelo conjunto Nosso Samba. Foi considerado um dos grandes arranjadores de sua época. Todo seu acervo acumulado ao longo de toda a vida de trabalho passou a integrar o "Memorial Maestro Gaya" que ficou a cargo de Lindolpho Alves Gaya.&lt;br /&gt;Lindolpho Gaya&lt;br /&gt;Lindolpho Gomes Gaya&lt;br /&gt;6/5/1921 Itararé, SP - Santa Itararé das Artes, estância Boêmia&lt;br /&gt;15/9/1987 Curitiba, PR&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;Contatos: artistasdeitarare@bol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5734711813344953318?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5734711813344953318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/maestro-dudu-gaya-lindolpho-gaya-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5734711813344953318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5734711813344953318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/maestro-dudu-gaya-lindolpho-gaya-de.html' title='MAESTRO DUDU GAYA, LINDOLPHO GAYA DE ITARARÉ'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-YkoCjZPPtas/TYNoHSwz5dI/AAAAAAAAAVg/q0V2S3DLVEc/s72-c/maestrosprecmiados.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-7009145458625151348</id><published>2011-03-17T07:15:00.000-07:00</published><updated>2011-03-17T07:41:31.522-07:00</updated><title type='text'>PASCHOAL MELILLO,ARTISTA DE ITARARÉ, BIOGRAFIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qY7Dbsq_rAs/TYIX5ECEpII/AAAAAAAAAVI/MYqxJ12gQXw/s1600/paschoalmelilloitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5585052756995253378" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-qY7Dbsq_rAs/TYIX5ECEpII/AAAAAAAAAVI/MYqxJ12gQXw/s320/paschoalmelilloitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;GALERIA NOBRE &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;PASCHOAL MELILLO &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nascimento: 14.04.190 - Itararé-SP, Brasil &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Paschoal Mellilo, junto com Maestro Gaya, Dois dos Maiores Músicos do Brasil, que são de Santa Itararé das Artes, São Paulo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;PASCHOAL MELILLO iniciou a carreira artística em São Paulo no final da década de 1920. Nas décadas de 1930 e 1940, atuou com seu conjunto no Cassino do Parque Balneário Hotel com destaque para a lady-crooner Wanda Aranuy. Ao longo da carreira, além das atuações solo, atuou também com quatro formações diferentes: Pascoal Melilo e Sua Orquestra; Pascoal Melilo e Seu Conjunto; Pascoal Melilo Trio e Pascoal Melilo e Seus Guitarristas. Contratado pela gravadora Copacabana, lançou seus primeiros discos em 1952 tocando acordeom juntamente com seus guitarristas na canção "Gigolette", de Franz Lehar, para a qual fez arranjos de baião, as valsas "Só pelo amor vale a vida", de Zequinha de Abreu e Gabriel Migliori, e "Amando sobre o mar", de Zequinha de Abreu e Marques Jr, e os baiões "Cuco", "Tristonho", "Surpresa", "Ciganinha" e "Gracioso", todos de sua autoria. Em 1953, gravou com seus guitarristas os baiões "Tristonho", "Surpreso", "Precioso", "Ribeirão", "Cuco", "Ciganinha", "Pardal" e "Cacique", todos de sua autoria. No mesmo ano, gravou com sua orquestra o bolero "Orvalho", de sua autoria, e com seu conjunto os baiões "Sonho", com Olga Esmeriz, e "Soldadinho", de sua autoria, além do maxixe "400 anos" também de sua autoria, uma homenagem aos 400 anos da cidade de São Paulo que foram comemorados no ano seguinte. Ainda em 1954, gravou com seu conjunto o dobrado "Fronteira de Itararé", de sua autoria e José Melilo, os baiões "Chinezinha", "Gigolette", "Gracioso", "Carrilhão" e "Caipira", de sua autoria, e o maxixe "Retreta da Sé", de Luiz Argento. Com o Trio Pascoal Melilo registrou a polca "Ista faz um bem...", com Glebes da Costa e Zé da Pinta. No ano seguinte, em interpretação solo de acordeom gravou a valsa "No tempo do onça", de Dênis Brean; o baião "Garoto", de sua autoria, e os boleros "Fortuna da saudade", de J. Vilaça e Sadi Fonseca, e "Esmagando rosas", de Alcir Pires Vermelho e David Nasser. Também em 1955, participou do LP "Show Copacabana Nº 1" da gravadora Copacabana coma interpretação de seu baião "Cuco", que foi seu grande sucesso. Em 1956, gravou com seu conjunto o samba-canção "Dez minutos de paixão", com Mateus Bartoletto, o baião "Dúvida", de sua autoria, e com solo seu de saxofone os boleros "Céu cor de rosa", de V. Herbert e Al Dubin, e "A voz do violão", de Francisco Alves e Haroldo Campos. Esta última na verdade uma canção, ele adaptou como bolero. Em 1957, lançou com seu conjunto os baiões "Coralista", de sua autoria, e "Baião do sino", de Mário Genari Filho. No mesmo ano, lançou o LP "Dance com Paschoal Melilo - Pascoal Melilo, Seu Saxofone e Seu Conjunto" da gravadora Copacabana incluindo oito composições já lançadas em discos de 78 rpm como os baiões "Cuco", "Ciganinha", "Carrilhão", e "Gracioso", de sua autoria. Em 1959, gravou o LP "Boite" À beira mar - Pascoal Melilo e Seu Conjunto" interpretando as músicas "Samba na lua", "Indiozinho", "Paschoalypso", "Belezinha", "Ninguém é igual a você", e "Bonitinho", de sua autoria, além de "Innamorata", de J. Brooks e H. Warren, "Amargor", de sua autoria e Renato Nogueirol, com vocal de Pedro Batista, "Saudade de Itararé", com Gomes Costa, e vocal de Pedro Batista e Alfredo Simoney, "Um dia voltarás", de Antônio Sergio, e "Silvia", parceria com Pedro M. Simões Filho, e vocal de Pedro Batista. Em 1962, gravou com seu conjunto o bolero "Lady", de sua autoria, e a guarânia "Minha solidão", de José Leopoldo e Teixeira Lessa. Após um tempo afastado das gravações retornou ao disco com o LP "A volta de Pascoal Melilo" (do selo Inspiração) interpretando 12 músicas de sua autoria: "Quatrocentos anos", "Garoto", "Ciganinha", "Tristonho", "Ribeirão", "Cuco", "Tanáca", "Mascati", "Tristonha", "Cuca", "Quebradinho" e "Reboladinho". Seu maior sucesso como compositor foi o baião "Cuco", um dos destaques musicais do ano de 1953, e gravado por diferentes intérpretes. Desenvolveu longa carreira especialmente em São Paulo sendo um dos primeiros intérpretes do baião naquele estado.&lt;br /&gt;..............................................................................................................................&lt;br /&gt;Brazilian composer Paschoal Melillo doing a characteristic baiao, which is the name for the basic rhythym of this music. Baiao, samba and bossa nova are the three most important structures in Brazilian folk sounds.&lt;br /&gt;On the Rio de Janeiro label Copacabana from the early 50s, Ciganinha is a right example of this type of music and its intentions:warm, virtually always in a major key, and ever so swinging. A perfect warm weather tune., with or without the caipirinha.&lt;br /&gt;Paschoal Melillo e Seus Guitarristas-Ciganinha&lt;br /&gt;In, site internacional:&lt;br /&gt;http://recentkickass78s.wordpress.com/2010/07/17/paschoal-melillo-e-seus-guitarristas-ciganinha/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MELHORES DO ANO DE 1953 E SEGUINTES NO BRASIL MUSICAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º&lt;br /&gt;Risque - Linda Batista&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º&lt;br /&gt;João Valentão - Dorival Caymmi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º&lt;br /&gt;Cachaça Não é Água - Carmen Costa &amp;amp; Colé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º&lt;br /&gt;De Cigarro em Cigarro - Nora Ney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º&lt;br /&gt;Eu Sou a Outra - Carmen Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6º&lt;br /&gt;Barracão - Heleninha Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7º&lt;br /&gt;Too Young - Nat King Cole&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8º&lt;br /&gt;Aquela Mascarada - Orlando Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9º&lt;br /&gt;João Bobo - Ivon Curi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10º&lt;br /&gt;Cuco - Pascoal Melilo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11º&lt;br /&gt;Fósforo Queimado - Angela Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12º&lt;br /&gt;Sodade Matadeira - Titulares do Ritmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13º&lt;br /&gt;A Fonte Secou - Raul Moreno&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14º&lt;br /&gt;Perdido de Amor - Dick Farney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15º&lt;br /&gt;The Song From Moulin Rouge - Percy Faith&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16º&lt;br /&gt;Zé Marmita - Marlene&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17º&lt;br /&gt;Serenata do Adeus - Roberto Luna&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18º&lt;br /&gt;Maria Loura - Trio de Ouro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19º&lt;br /&gt;É Tão Gostoso, Seu Moço - Nora Ney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20º&lt;br /&gt;Bandolins ao Luar - Osny Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21º&lt;br /&gt;Aquarela Cearense - Trio Nag o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22º&lt;br /&gt;Só Vives Pra Lua - Angela Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23º&lt;br /&gt;Ave Maria - Augusto Calheiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24º&lt;br /&gt;O Xote das Meninas - Luiz Gonzaga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25º&lt;br /&gt;Orgulho - Angela Maria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26º&lt;br /&gt;I Believe - Frankie Laine&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27º&lt;br /&gt;Se Eu Morresse Amanhã - Aracy de Almeida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28º&lt;br /&gt;Folha Morta - Dalva de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29º&lt;br /&gt;April In Portugal - Les Baxter&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30º&lt;br /&gt;Guarânia da Lua Nova - Luiz Vieira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31º&lt;br /&gt;Camisola do Dia - Nelson Gonçalves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32º&lt;br /&gt;Forró em Limoeiro - Jackson do Pandeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33º&lt;br /&gt;Canção da Alma - Carmen Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34º&lt;br /&gt;Castigo - Gilberto Milfont&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35º&lt;br /&gt;Terry s Theme From Limelight - Frank Chacksfield&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36º&lt;br /&gt;Marvada Pinga - Inezita Barroso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37º&lt;br /&gt;É Só - Gilberto Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38º&lt;br /&gt;Como És Linda Sorrindo - Augusto Calheiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;39º&lt;br /&gt;Ebb Tide - Frankie Chacksfield&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;40º&lt;br /&gt;Mulatinha Sarará - Trio Nag o&lt;br /&gt;FONTE;&lt;br /&gt;http://www.betobrito.com.br/100anos/BGs/1953.htm&lt;br /&gt;FOTO RARA PASCHOAL MELILLO DE ITARARÉ-SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ONG&lt;br /&gt;Artistas de Itararé&lt;br /&gt;Site: www.artistasdeitarare.blog.spot.com/&lt;br /&gt;E-mail: artistasdeitarare@bol.com.br&lt;br /&gt;Coordenada por 20 Ilustres Amantes das Artes de Itararé &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-7009145458625151348?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/7009145458625151348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/paschoal-melilloartista-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7009145458625151348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7009145458625151348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/paschoal-melilloartista-de-itarare.html' title='PASCHOAL MELILLO,ARTISTA DE ITARARÉ, BIOGRAFIA'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-qY7Dbsq_rAs/TYIX5ECEpII/AAAAAAAAAVI/MYqxJ12gQXw/s72-c/paschoalmelilloitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4404838049711290550</id><published>2011-03-11T08:30:00.001-08:00</published><updated>2011-03-11T08:31:29.414-08:00</updated><title type='text'>Livro Premiado de Silas Correa Leite, O HOMEM QUE VIROU CERVEJA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8iGVwfMwS-A/TXpOTFNsrWI/AAAAAAAAAVA/iu6pd9xKtyM/s1600/homemcerveja.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582860777803263330" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-8iGVwfMwS-A/TXpOTFNsrWI/AAAAAAAAAVA/iu6pd9xKtyM/s320/homemcerveja.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Crítica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Homem Que Virou Cerveja”, Livro Premiado de Crônicas de Silas Corrêa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de finalista do Prêmio Telecom de Portugal, com seu livro de contos premiados ‘CAMPO DE TRIGO COM CORVOS´, Editora Design, Santa Catarina a venda na www.livrariacultura.com.br, Silas Correa Leite, o tachado de “O Neomaldito da Web” (pelo site Capitu), com bela entrevista polêmica num dos últimos Programas “Provocações” da TV Cultura (SP) do Antonio Abujamra (o vídeo está fazendo sucesso no YouTube) está lançando agora o livro de “crônicas hilárias de um poeta boêmio”, chamado ‘O HOMEM QUE VIROU CERVEJA´, Giz Editorial, SP, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador, Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra traz a famosa crônica de humor que nomina o novo livro, entre causos (de Itararé, é claro!), croniquetas diversas (sobre Mania de Banho, Fanático Por Bar, Baristas), entre um e outro tributo à boêmia; acontecências engraçadas de Santa Itararé das Letras (como ele mesmo diz) e de Sampa, onde o autor exilado de sua terra-mãe reside (no Butantã). Contações do arco da velha, e ainda o belíssimo texto “A Voz da Filha Que Não Houve” (foi vertida para o espanhol por um site aí, e ficou ainda mais belamente triste), e mesmo a tal da Declaração Universal dos Direitos dos Boêmios que é um destaque nas infovias da web, tão criativo texto quanto o próprio Estatuto de Poeta que corre a rede da net vertida para o espanhol e inglês, e que constou no livro Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da “Poética da Tristeza”, como na polêmica entrevista ao Provocações, em que o autor soberano driblou o Mefisto do Abujamra, passando pelo e-book de sucesso O RINOCERONTE DE CLARICE, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, tese de doutorado na UFAL, novamente Silas Correa Leite surpreende pela peculiaridade, estilo, domínio da escrita, fluência, desta feita paradoxalmente em alto astral, onde, irônico, traz um sortido de histórias, ainda com crônicas apimentadas de sensualidade em relações humanas extremamente mais realistas do que propriamente afetivas, verdadeiras narrativas pra boi dormir (no caso, cair nos risos ao lê-las), entretendo, revelando essa nua nova face de Literato contemporâneo que muito merecidamente por certo já o é. Quer saber? Basta buscá-lo num site como o Google, e você vai achá-lo em tudo quanto é lugar, quase 500 links. Com tantos prêmios de renome, vários livros, constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, até no exterior, é de se esperar de Silas Correa Leite, a cada novo livro, uma mostra de sua lucidez e qualidade lítero-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Livro O HOMEM QUE VIROU CERVEJA esteve na estande da Giz Editorial, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro (Setembro 2009), e tornou-se uma espécie de fechamento de ciclo do escritor premiado, poeta, ficcionista, resenhista, crítico, preparando-se para outros novos voos, outras obras impressionantes, surpresas letrais, trabalhos diferenciados, acima da média e sempre contundentes, altamente criativos com imaginação fora de série, no caso deste livro O HOMEM QUE VI VIROU CERVEJA, literalmente fora do sério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o autor, que acompanho faz tempo (trabalho uma tese sobre sua importância na nova literatura brasileira), já tem um romance “aprovado” por uma importante editora da grande São Paulo, um sendo avaliado por uma editora emergente do sul, está preparando ainda outros livros, como um novo de poesia, um novo de contos, um sobre vivências na educação pública, talvez um já sobre Fortuna Crítica, alguns infantis ou infanto-juvenis, todos em surrealismo ou realismo fantástico, enquanto em tantos blogues divulga suas letras-de-rock-poemas, entre tantas baladas e blues que compõe e que ainda permanecem inéditas em gravações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almeida Fischer disse: “Um escritor se firma e permanece na lembrança de seus contemporâneos especialmente em função de sua inventiva, de sua técnica, de sua linguagem e/ou do seu poder renovador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite é exatamente isso; é assim, quem o conhece fica só sondando qual a própria criação a tirar da cartola de sua mente. Não vem fazendo sucesso por acaso. Não vem sendo entrevistado ou sendo reportagem na chamada grande mídia porque escreve água com açúcar. Muito pelo contrário. Como ele tem apenas 57 anos, entre palestras, críticas sociais, ensaios e outros trabalhos em verso e prosa, não é de surpreender que o tal do “neomaldito da web” vire mesmo pop e cult, talvez entre para uma academia de letras, ou seja reconhecido por uma grande editora que banque sua obra de grosso calibre, porque é um escritor que tem muito o que produzir, criar, encantar.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Antonio T. Gonçalves&lt;br /&gt;SP – E-mail: tudotito@zipmail.com.br &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4404838049711290550?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4404838049711290550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/livro-premiado-de-silas-correa-leite-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4404838049711290550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4404838049711290550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/livro-premiado-de-silas-correa-leite-o.html' title='Livro Premiado de Silas Correa Leite, O HOMEM QUE VIROU CERVEJA'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-8iGVwfMwS-A/TXpOTFNsrWI/AAAAAAAAAVA/iu6pd9xKtyM/s72-c/homemcerveja.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8612971523414441143</id><published>2011-03-11T06:42:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T06:45:16.995-08:00</updated><title type='text'>Calendário de Itararé - Poema</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GOQ5UDdvDy4/TXo1aNC-kfI/AAAAAAAAAUw/VhxgUVnXr3g/s1600/belareputacao.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582833412374172146" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-GOQ5UDdvDy4/TXo1aNC-kfI/AAAAAAAAAUw/VhxgUVnXr3g/s320/belareputacao.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Calendário de Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-No meu Calendário, na minha Folhinha&lt;br /&gt;Que marcam e agendam o meu dia-a-dia&lt;br /&gt;Eu vivo de sonhar... e fazendo poesia...&lt;br /&gt;De estar na minha gloriosa “Itararezinha”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-É sábado... é domingo... é feriado&lt;br /&gt;Em que eu me preparo para embarcar&lt;br /&gt;Itararé lá está na rabeira do estado&lt;br /&gt;É a minha caipira Hollywood particular...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Em Itararé eu me sinto em mim mesmo&lt;br /&gt;Dentro do meu próprio encantário até&lt;br /&gt;Porque no meu belo paraíso, Itararé&lt;br /&gt;Bolinho de Piruá, dolé, pão de torresmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Entra dia, sai dia, e eu me projeto&lt;br /&gt;Estar na minha aldeia, meu rincão&lt;br /&gt;Lá na minha terra plantei meu coração&lt;br /&gt;E sempre a sonhar que estou lá, poeto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Vou marcando um xis no calendário&lt;br /&gt;A sexta, a segunda – as benditas férias&lt;br /&gt;Entre boêmios, em casa; as pilhérias&lt;br /&gt;Minha estância boêmia é meu encantário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Os amigos todos sabem quando vou viajar&lt;br /&gt;E ficam me vendo alumbrado, sacando&lt;br /&gt;E então notam os meus olhos brilhando&lt;br /&gt;Para os braços de Itararé eu vou voltar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Até poder, finalmente, um bendito dia&lt;br /&gt;Aposentado, bem de vida, vencedor&lt;br /&gt;Definitivamente ir para Itararé, meu amor&lt;br /&gt;Com a alma encharcada de luz e poesia!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite – Poema Escrito em Samparaguai&lt;br /&gt;Site: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8612971523414441143?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8612971523414441143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/calendario-de-itarare-poema.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8612971523414441143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8612971523414441143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/calendario-de-itarare-poema.html' title='Calendário de Itararé - Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-GOQ5UDdvDy4/TXo1aNC-kfI/AAAAAAAAAUw/VhxgUVnXr3g/s72-c/belareputacao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8738385369310261581</id><published>2011-03-11T05:19:00.000-08:00</published><updated>2011-03-11T05:21:12.017-08:00</updated><title type='text'>CINZAS - DEPOIS DO CARNAVAL DE ITARARÉ</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PVALGH9Y8os/TXohs0ttwfI/AAAAAAAAAUo/ezggGbYWtt0/s1600/silascarnavalitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; DISPLAY: block; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582811742027497970" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PVALGH9Y8os/TXohs0ttwfI/AAAAAAAAAUo/ezggGbYWtt0/s320/silascarnavalitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;CINZAS&lt;br /&gt;DEPOIS DO CARNAVAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Nós nos sentimos tão de ressaca&lt;br /&gt;Estropiados – talvez, sem máscara&lt;br /&gt;No retorno à nossa vidinha merreca demais&lt;br /&gt;De tentar parecer que somos “normais”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Sem cerveja, fantasia, forfé&lt;br /&gt;Já longe do Encantário, Itararé&lt;br /&gt;A rotina do estudo e trabalho cotidiano&lt;br /&gt;A esperar pelo Carnaval do próximo ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Com o Mestre Jorge Chuéri no Fronteira&lt;br /&gt;Para a Festa de Momo nos divertir&lt;br /&gt;Entre os Blocos Aliados da Cerveja, ou Shakesbeer&lt;br /&gt;Porque além das Cinzas, precisamos prosseguir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Samparaguai de novo engarrafada&lt;br /&gt;Longe de Itararé, dura jornada&lt;br /&gt;Jornada das Estrelas só mesmo em Itararé&lt;br /&gt;Na boêmia, na seresta, no Carnaval, no tropé...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;Tirar a camisa do Bloco do Poetinha&lt;br /&gt;Tão distante de nossa bela “Itararezinha”&lt;br /&gt;E toma trabalhar... trabalhar... trabalhar&lt;br /&gt;Longe de Itararé a vida é quase um não-lugar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Depois do Carnaval&lt;br /&gt;É sonhar com o Carnaval vindouro&lt;br /&gt;Com a labuta nos arrancando o couro&lt;br /&gt;Mas sabendo que o porvir será sempre, e é&lt;br /&gt;Férias... Feriados... e Carnaval, em Itararé!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, Santa Itararé das Letras&lt;br /&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8738385369310261581?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8738385369310261581/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/cinzas-depois-do-carnaval-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8738385369310261581'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8738385369310261581'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/cinzas-depois-do-carnaval-de-itarare.html' title='CINZAS - DEPOIS DO CARNAVAL DE ITARARÉ'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PVALGH9Y8os/TXohs0ttwfI/AAAAAAAAAUo/ezggGbYWtt0/s72-c/silascarnavalitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-1778573649350296960</id><published>2011-03-09T17:50:00.000-08:00</published><updated>2011-03-09T17:52:50.445-08:00</updated><title type='text'>CARNAVAL DE ITARARÉ</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WKaW1aWff0w/TXgutujAUMI/AAAAAAAAAUY/wMlrNsI-_o8/s1600/rosilaschuerizunir.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582263101249573058" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-WKaW1aWff0w/TXgutujAUMI/AAAAAAAAAUY/wMlrNsI-_o8/s320/rosilaschuerizunir.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;Musa Rosangela, Poetinha Silas, Mestre Jorge Chueri e Zunirzinho, no Carnaval do Clube Atlético Fronteira, Itararé, 2011&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-1778573649350296960?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/1778573649350296960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1778573649350296960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1778573649350296960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-de-itarare.html' title='CARNAVAL DE ITARARÉ'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-WKaW1aWff0w/TXgutujAUMI/AAAAAAAAAUY/wMlrNsI-_o8/s72-c/rosilaschuerizunir.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-6543187505457559428</id><published>2011-03-03T06:20:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T06:21:42.396-08:00</updated><title type='text'>Carnaval em Itararé, O Melhor da Região</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2wGOJbCojIA/TW-j1M4nNDI/AAAAAAAAAUQ/0QFvqJOUfuM/s1600/blocodeitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579858597722403890" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-2wGOJbCojIA/TW-j1M4nNDI/AAAAAAAAAUQ/0QFvqJOUfuM/s320/blocodeitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6543187505457559428?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6543187505457559428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-em-itarare-o-melhor-da-regiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6543187505457559428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6543187505457559428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-em-itarare-o-melhor-da-regiao.html' title='Carnaval em Itararé, O Melhor da Região'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-2wGOJbCojIA/TW-j1M4nNDI/AAAAAAAAAUQ/0QFvqJOUfuM/s72-c/blocodeitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4772950880830598928</id><published>2011-03-03T04:50:00.000-08:00</published><updated>2011-03-03T04:51:47.170-08:00</updated><title type='text'>Carnaval de Rua em Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Hon0GxgjYpI/TW-O0aMVMzI/AAAAAAAAAUI/Yzw9A348rOE/s1600/carnavalitararemauro.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 241px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579835494370718514" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Hon0GxgjYpI/TW-O0aMVMzI/AAAAAAAAAUI/Yzw9A348rOE/s320/carnavalitararemauro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;CARNAVAL DE RUA DE ITARARÉ E DEDICADO AS FAMÍLIAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consciente de que é dever do poder público manter viva as tradições e costumes de um povo, a Prefeitura Municipal de Itararé, mesmo com o “pé no freio” em termos de gastos, promove um carnaval popular aberto para a população, num lazer organizado e sadio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro trecho da Rua Quinze de Novembro (Antigo calçadão) entre a Praça Coronel Jordão e a Rua Coronel Frutuoso será isolada para o carnaval. Sendo devidamente cercada e coberta, oferecerá quase mil metros quadrados para concentrar a folia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artisticamente decorada com temas carnavalescos, o local será palco para quatro noitadas de alegria e duas matinées para petizada, sob o ritmo de marchinhas e axé, por conta do eclético Grupo musical Tataco &amp;amp; Banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o tema “Itararé na folia - o carnaval da família” a Coordenadoria Municipal da Cultura prevê que mais de 15 mil pessoas passarão pelo local nestes 4 dias, encontrando muita organização e segurança, em clima de carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ponto para destaque, vai ser a abertura do evento, previsto para esta sexta feira (4), quando das 21 às 23 horas, haverá um show homenagem a uma forte tradição em Itararé, que foi a verdadeira fábrica própria de marchinhas carnavalescas, que todo ano, produzia músicas com temas da cidade e que explodiam nos salões do Fronteira, Primeirão, 13 de maio e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Renato Antunes Soares, sobre o carnaval da cidade comenta: -”Além de atender o povo de Itararé com uma grande festa, vamos poder oferecer aos turistas presentes na cidade e que esgotaram as vagas em todos os hotéis, um carnaval de muito vigor na Rua XV e muito glamour no Clube Fronteira, que promoverá o maior carnaval de salão desta região do Estado de São Paulo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.itarare.sp.gov.br/pmdi/index.php/de-itarare/991-carnaval-de-rua-de-itarare-e-dedicado-as-familias.html &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4772950880830598928?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4772950880830598928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-de-rua-em-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4772950880830598928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4772950880830598928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/carnaval-de-rua-em-itarare.html' title='Carnaval de Rua em Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Hon0GxgjYpI/TW-O0aMVMzI/AAAAAAAAAUI/Yzw9A348rOE/s72-c/carnavalitararemauro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2347814899837919852</id><published>2011-03-02T03:50:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T03:52:03.849-08:00</updated><title type='text'>Dia Internacional das Mulheres - Poema</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CDcfn10PU7Y/TW4vV9IGSkI/AAAAAAAAAUA/gkj2ahL36xI/s1600/acidadedosanjos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579449042590911042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-CDcfn10PU7Y/TW4vV9IGSkI/AAAAAAAAAUA/gkj2ahL36xI/s320/acidadedosanjos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Poema Para o Dia das Mulheres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito de Março de Todo Ano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MULHERES: nós as amamos tanto, pelo que eles representam e são&lt;br /&gt;Pelo que elas valem; porque dão colorido elétrico às nossas vidas&lt;br /&gt;Delas viemos; nos braços delas estaremos sempre plenos&lt;br /&gt;E sem elas a vida sequer existiria...&lt;br /&gt;Em prazer, esperança, encantamento e poesia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque MULHERES são a plenitude da vida&lt;br /&gt;A luz, a graça - a arte-criação nelas reunidas&lt;br /&gt;E pelo afeto delas, de amá-las e sermos por elas amados&lt;br /&gt;Nossas vidas se enternuram em aconchego e harmonia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MULHERES: amar para entendê-las&lt;br /&gt;Nos braços calientes delas também compreender estrelas&lt;br /&gt;Mães, Musas, Irmãs, Sobrinhas, Artistas, Autoridades, profissionais e companheiras&lt;br /&gt;A flor fêmea passarinheira&lt;br /&gt;De nossas vidas; que vivemos para humanamente honrá-las&lt;br /&gt;Na alegria, na tristeza, e principalmente no amor, na contenteza e na boemia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MULHERES:&lt;br /&gt;Todos os dias são dias delas, porque elas brilham; são pura encantação&lt;br /&gt;Em barulhanças, acontecências e especiais afetos&lt;br /&gt;Delas tentamos ser pelo menos pequenos príncipes prediletos&lt;br /&gt;E elas são, não a rainha do lar, mas rainhas de todo lugar&lt;br /&gt;E Divas, Musas - cheias de luz; e de tanto viver para amá-las&lt;br /&gt;Nos fortalecemos a vida inteira; nascer, viver, amar e morrer por elas&lt;br /&gt;Braços abertos, janelas abertas, almas portentosas, coloridas... belas&lt;br /&gt;Estradas de nossas vidas que vivemos de sonhar e conquistá-las!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net - Santa Itararé das Mulheres Maravilhosas&lt;br /&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;www.itarare.com.br&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2347814899837919852?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2347814899837919852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/dia-internacional-das-mulheres-poema.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2347814899837919852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2347814899837919852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/03/dia-internacional-das-mulheres-poema.html' title='Dia Internacional das Mulheres - Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-CDcfn10PU7Y/TW4vV9IGSkI/AAAAAAAAAUA/gkj2ahL36xI/s72-c/acidadedosanjos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-7409751577568724454</id><published>2011-02-24T05:13:00.000-08:00</published><updated>2011-02-24T05:14:55.342-08:00</updated><title type='text'>Poema Para Miltinho Koning, Um Grande Amigo Ausente</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ibOtA35LfSw/TWZZum6c5WI/AAAAAAAAATw/BQLNUKIbEo0/s1600/itarareanoitevistodeumanave.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577243845799503202" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ibOtA35LfSw/TWZZum6c5WI/AAAAAAAAATw/BQLNUKIbEo0/s320/itarareanoitevistodeumanave.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;PRELÚDIO PARA UM GRANDE AMIGO AUSENTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Miltinho Koning, In Memoriam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;Nas coxias ribeirinhas em cervas de ranchos de Itararé boêmia&lt;br /&gt;Contemplando vôos de andorinhas sem breque, ou o reflexo do dourado&lt;br /&gt;Num canto piscoso e sereno como a tua cara ridente...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;No aperitivo do bar onde a sorte mesmo eram os companheiros&lt;br /&gt;Ou ouvindo o sanfoneiro Walter Mazorca solar um Chão de Estrelas&lt;br /&gt;Que é onde hoje repousas a tua alma passarinheira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;Na gráfica do Jornal Guarani imprimindo tantas cores de tua vida&lt;br /&gt;Ou saboreando os pratos deliciosos que a tua Musa Zélia&lt;br /&gt;Fazia com o coração na mão para te ver todo pimpão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;Chorando a perda do neto primogênito que alvoroçou a tua alma&lt;br /&gt;Contando causos ou ouvindo as contentezas do caçula Marcelo Tatu&lt;br /&gt;Em tardes fagueiras na varanda de tua casa na Rua Campos Sales...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;Quando olharmos os astros luminosos no céu noturno de Itararé&lt;br /&gt;Porque certamente estarás imprimindo saudades no infinito&lt;br /&gt;E abençoando os que amaram muito e sentem muito a tua falta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;E vamos confiar que no além estarás com a tua ternura límpida&lt;br /&gt;Imprimindo O Guarani para o rincão de uma “Itararezinha Celeste”&lt;br /&gt;Com poemas do Pedro Pinto presente e crônicas do Melilo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós sempre vamos te achar, Miltinho&lt;br /&gt;Num dedo de prosa no Medrado; num papo entre o aperitivo&lt;br /&gt;E tardes de futebol de várzea em que torcias conosco no gol ou no olé&lt;br /&gt;Pois lágrimas de nossa saudade ainda choram prelúdios em Itararé...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite – Santa Itararé das Artes&lt;br /&gt;www.artistasdeitarare.blogspot.com&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-7409751577568724454?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/7409751577568724454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poema-para-miltinho-koning-um-grande.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7409751577568724454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7409751577568724454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poema-para-miltinho-koning-um-grande.html' title='Poema Para Miltinho Koning, Um Grande Amigo Ausente'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ibOtA35LfSw/TWZZum6c5WI/AAAAAAAAATw/BQLNUKIbEo0/s72-c/itarareanoitevistodeumanave.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5336073903233785975</id><published>2011-02-21T04:05:00.000-08:00</published><updated>2011-02-21T04:07:46.414-08:00</updated><title type='text'>Desmoralização da Cultura Brasileira - Paulino Rolim de Moura</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0uxZntenehs/TWJVeC5QupI/AAAAAAAAATo/PEW2qJQdlps/s1600/camaraitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5576113263299574418" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0uxZntenehs/TWJVeC5QupI/AAAAAAAAATo/PEW2qJQdlps/s320/camaraitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Palácio Vadico, Legislativo Municipal Itararé&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Crônica/Artigo/Opinião&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A DESMORALIZAÇÃO DA CULTURA BRASILEIRA – Paulino Rolim de Moura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parafraseando uma grande citação clássica, mesmo se eventualmente não concordasse com alguma circunstancial posição que o visionário Ecologista e Promotor Cultural de renome, o Jornalista Paulino Rolim de Moura defendesse, exemplificasse ou conduzisse criticamente sob determinado viés ou enfoque técnico-político, no entanto, confesso que defenderia até a morte o direito que ele tem de se pronunciar, até de livre expressão (prevista na Carta Magna Constitucional) não apenas (e também) como titular fundador do primeiro tablóide tupiniquim de vanguarda sob a ótica da Ecologia e de denúncias importantes e verdadeiras, O TROMBONE, como também pela experiência de, fazer-se valer da vox populi para expressar seu desprezo, sua mágoa, sua transparente revolta contra os maus brasileiros que vêm afundando cada vez mais o nosso tal berço esplêndido eternamente a espera de ser um país de um futuro que nunca chega para os fracos &amp;amp; oprimidos, a maioria absoluta da carente população e sua periférica "sociedade anônima".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a Folha de São Paulo, tido como um dos melhores e mais democráticos jornais do Brasil, publicou, ao final de um ano passado aí, uma lista dos dez melhores livros, trabalhos ou o que quer que fosse, da literatura poética mundial, estranhou-me sobremaneira a ausência de mais nomes de ilustres brasileiros talentosos dentro do próprio processo histórico como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, não devemos ser xenófobos, mas também não temos que assinar assim, aleatoriamente, embaixo do que prega grande parte da mídia nacional ou internacional, sempre bancada por agiotas do acumulativo e inumano capital estrangeiro, exóticos emboabas interesseiros que bobamente repetimos como se fôssemos macacos-amebas nessa continental "terra brasilis".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não chega sermos dopados com a horrenda "music" comercial (pastiche) norte-americana de terceira categoria, os filmecos de ufanismos e agressões prepotentes (violência generalizada), as guerras sazonais para desviar entreveros sexuais no salão oval de um ex-presidente depravado, e ainda temos que agüentar nomes que mal nutrem o ratar tantã de nossos consumidores do alheio, a qualquer custo, a qualquer preço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, nessa época dos Melhores, dos Tais do Milênio, novamente o Jornalista idôneo e lúcido, Paulino Rolim de Moura, põe o dedo na ferida da desvalorização da cultura brasileira, entregue que estamos hoje à mesmice "online" de um neo-esoterismo fora de propósito maior do que o lucro puro e simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nesse famoso tablóide denominado O Trombone, numa edição de Janeiro de 2.000, Paulino Rolim de Moura, ferino mas verdadeiro, ao seu estilo, seu famoso modus operandi (vanguarda é transparência é outra coisa), senta a pua em cima dos tais "melhores" só porque alguém quer, não porque realmente é ou deveria ser. Onde já se viu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueceu, a Folha de São Paulo, Poetas como João Cabral de Melo Neto, Hilda Hist, Jorge de Lima, Vinícius de Morais, Carlos Nejar, Manoel de Barros, só para citar alguns, de passagem, claro. E lá estava apenas e tão somente o esplêndido Carlos Drumond de Andrade. Pergunto: e os outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia brasileira, quer queiram, quer não, faz séculos que está entre as melhores do mundo. Coloquem-na em confronto com Brecht, Neruda, Pessoa, Maiakowski, Rilke, Ezra Pound, Whitmam, Yeats, Garcia Lorca, José Martí, e verão que lá estamos nós, se não num eventual (por época, tipo, estilo, montante, crista da onda, luzes da ribalta, etc.) num empate técnico, quando não dando de dez a zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que esse puxar o caroço arigó (e jeca) para o hambúrguer de minhocas dos outros?. Parece coisa de babaquara com o pé na cozinha de um nhennhenhen janota, boçal e paquidérmico. Para dizer o mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a Poesia brasileira é uma das melhores do mundo, que bonito é passar-se por pseudo-erudito, fazendo citações em inglês prosaico, francês arcaico, enquanto nossos "gerentes editoriais" (SIC) desprezam livraços de autores nacionais, inclusive premiados ou mesmo com trabalhos elogiados e expostos no exterior, no primeiro mundo? Cada editora chinfrim de país periférico tem o seu "avaliador" editorial que merece? Deve ser isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A literatura brasileira, salvo honrosas exceções (e óbvios ululantes) hoje vive de panelinhas. A Folha de São Paulo é apenas uma delas?. Só publica a tchurma da casa, a trupe atrelada de mala e cuia. Mas existe ainda muita luz além desse túnel, na periferia sociedade anônima, por exemplo, que é a arte marginal, ritmos &amp;amp; blues, underground, como se diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo a João Scortecci Editora vem lançando autores novos a honestos preços módicos e parcelados. A Editora Ciência do Acidente também arrebenta espaço sério pelaí. No Rio de Janeiro a Sette Letras, o Jornal Blocos (ótimo!), no Sul a Editora Grafite e, no Paraná teve um brilho passageiro (será que ainda resiste?) a Lagarto Editores. Poetas do calibre de Castro Alves, Guilherme de Almeida e Paulo Bonfim foram esquecidos. Então a lista dos "dez mais" não era séria? Até porque, muita poesia dita moderna nem chega a ser poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, muita poesia rotulada (mal rotulada?) de neoconcretista ou coisa que o valha, nem prosa poética chega a ser, pois, até mesmo funde uma bronca (e reles, ignóbil, vil) anti-Poesia propriamente dita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por isso que, hoje, parafraseando uma adágio antigo, dizemos que, um país como o Brasil se faz "com fome e gringos?" E as privatizações-roubos? E a prostituição infantil e política (liberal)? E a corrupção endêmica institucionalizada em todos os níveis? E o Estado Público propositadamente falido (na verdade sempre foi privado)? E as Riquezas Injustas (São Lucas), Riquezas Impunes (Millôr Fernandes)? E o neoliberalismo câncer que só globaliza a miséria absoluta, quando a tal "modernização" apenas provoca insanas demissões e, com isso, as ações ganham preço alto no mercado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que raio de capitalhordismo selvagem e amoral é esse? O Futuro ao FMI pertence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior: e as músicas escolhidas pela Rede Globo (engodando-nos com seu "open-doping" – lavagem cerebral) como se as melhores? Uma vergonha. Esqueceram – tiveram a coragem de – excluir o Trem das Onze (Adoniram), Como Nossos Pais (um hino-poema de uma geração, de Belchior), Casa no Campo (de Zé Rodrix e parceiros), Nas Asas da Panair (de Milton Nascimento), Romaria (Renato Teixeira), Que as Crianças Cantem Livres (Taiguara), As Curvas da Estrada de Santos (Roberto Carlos) Se Eu Quiser Falar com Deus (um belíssimo "spiritual" do talentoso Gilberto Gil), No Tempo dos Quintais (Sivuca e companhia), Gente Humilde (Canhoto, Vinícius e Chico Buarque), O Índio (um achado lítero-filosofal de Caetano Veloso), A Banda (de Chico Buarque de Holanda), Viola Enluarada e tantos outros sucessos, apelando a direção global (plim-plim) ao carioquismo de embuste, ridículo, rigor "formol", pseudo-modernoso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E lá vem uma nova lista dos Dez Mais Craques de Futebol, e aí vão engolir tipinhos como Edmundo, o Animal, o inconseqüente baixinho Romário, e, com certeza – com tantos outros disparates – algum zé-manés. E ainda tivemos de, mesmo que de forma temporária (olha a lama!) conviver com o – salve-se quem puder – sorriso de lagarto do Roberto Campos na Academia de Luto, quero dizer, de Letras. Charles de Gaulle tinha realmente razão. E o restinho de um "brazyl" continua nada sério, ainda. Fome e progresso? Que Deus tenha piedade de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo em gênero, número e grau com o brasileiríssimo Paulino Rolim de Moura, cutucando onça globalizadamente servil e estúpida com vara curta, brigando com oligopólios da chamada "mídia atrelada", pois, sabemos muito bem (somos politizados para tanto?) que foi ela, a suspeita Mídia, quem elegeu Collor e FHC (Um Fernandinho janota sem partido e um outro Fernandinho boçal com seu tucanato murista cheio de covas,), enquanto, também – e mostrando a cara da incompetência ética (ou sem visão social-plural-comunitária) – publica artigos pamonhas (...) de Paulo Maluf, o maior corrupto do Brasil desde 1500 que, em qualquer país do mundo estaria preso (no país de origem de sua famiglia teria as duas mãos cortadas), e aqui tem espaço livre, e estranhos "arquivamentos" de demoradíssimos (SIC) processos por intermédio de um desembargador no mínimo suspeito. Vade Retro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, parabenizo O Trombone e Paulino Rolim de Moura. Como poeta é todo aquele que respira pelo fio da navalha da criação (feito antena da época, para citar Rimbaud), que ele continue ativo, dinâmico e verdadeiro, sendo um lutador contra tantas erranças de falsas sabenças, apontando O Trombone para os que pensam que pensam, os que acham que são o que não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a verdadeira Cultura brasileira sobrevive às duras penas, é porque existem guerreiros como ele, sem ligações espúrias com falsos mecenas, com falsos "artistas" de panelas, em terras de Tiazinhas, Feiticeiras, "bunda-music", Hebes-Amebas, Timóteos e Hildebrandos-Nayas de ninho de escorpiões espúrios. Em terra de cego, quem tem olho monta literatura neo-consumista? Deve ser isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu por mim, prefiro Pixinguinha a Reginaldo Rossi, Manuel Bandeira a emboabas tirados da cartola pouco humana do Tio Sam com seus mil muros de negligências sociais, embustes financeiros e dominios improbos já notadamente em começo de declínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sai de baixo.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta Silas Corrêa Leite - Membro da UBE-União Brasileira de Escritores – Diretor Cultural do Elos Clube/Comunidade Lusíada Internacional. Correspondente em Sampa do jornal O Guarani, de Itararé-SP. Colabora com vários sites, jornais, revistas, suplementos de cultura, etc. Sites pessoais: www.poetasilas.hpg.com.br – www.silaspoeta2222.kit.net&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br – Livro ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS (Romance Místico Virtual) no site: www.hotbook.com.br/rom01scl.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Box:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulino Rolim de Moura&lt;br /&gt;Titular de O Trombone (jornal tablóide) e Boletim Nacional (Suplemento Literário)&lt;br /&gt;Endereço para contatos:&lt;br /&gt;Paulino Rolim de Moura: Rua Pechi, 71 – São Paulo/SP/Brasil – CEP: 03733-050&lt;br /&gt;Fone: 0xx-11-6641-5937 ou 6641-5937&lt;br /&gt;E-mail Recados (Secretária Neusa Buscko: buscko@terra.com.br)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulino Rolim de Moura atualmente está promovendo uma votação entre intelectuais, jornalistas, escritores e autoridades culturais idôneas, para a sua indicada ao Prêmio Nobel de Literatura, a famosa Poeta Elisa Barreto, de renome nacional, em confronto ao nome oportunista de Ferreira Gullar recentemente bancado por uma panelinha carioca, querendo forçosamente oficializar mais um embuste à já desmoralizada cultura brasileira. Maiores informações, contatem os endereços constantes no box acima indicado. Contatem e assinem as publicações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crônica de 2002 – Extraído do Site Usina de Letras &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5336073903233785975?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5336073903233785975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/desmoralizacao-da-cultura-brasileira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5336073903233785975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5336073903233785975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/desmoralizacao-da-cultura-brasileira.html' title='Desmoralização da Cultura Brasileira - Paulino Rolim de Moura'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-0uxZntenehs/TWJVeC5QupI/AAAAAAAAATo/PEW2qJQdlps/s72-c/camaraitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-7795153118471971447</id><published>2011-02-18T08:31:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T08:33:52.701-08:00</updated><title type='text'>Poemas de Silas Correa Leite</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-H74m9gYOud4/TV6fI1nuCuI/AAAAAAAAATg/LyHSe0CbnQk/s1600/capascadernostres.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 220px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575068362912697058" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-H74m9gYOud4/TV6fI1nuCuI/AAAAAAAAATg/LyHSe0CbnQk/s320/capascadernostres.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Capa de alguns dos mais de mil cadernos&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;de rascunhos poéticos de Silas Correa Leite&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;(desenhados por ele)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Dez Poemas de Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condomínio Via-Láctea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua nova sobre o arranha-céu&lt;br /&gt;Com rímel de nuvens e sorriso de miss&lt;br /&gt;Não sabe de janelas abertas&lt;br /&gt;No enorme Edifício Vulgata&lt;br /&gt;De arquitetura espacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edifício e o condomínio têm luas&lt;br /&gt;Como tem ruínas e alguns fantasmas&lt;br /&gt;Da rua olho todos os sinais&lt;br /&gt;Janelas abertas são ruas no breu&lt;br /&gt;Muito além do noturnal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua e o breu noturno no alto céu&lt;br /&gt;O condomínio e seus desenredos&lt;br /&gt;As luzes e as janelas abertas&lt;br /&gt;Talvez a Lua seja uma&lt;br /&gt;Válvula de escape sideral.&lt;br /&gt;........................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No céu noturno da cidade grande&lt;br /&gt;O prédio é só cimento armado&lt;br /&gt;Mas a lua é uma janela&lt;br /&gt;No Condomínio Via Láctea&lt;br /&gt;Como um jogo de pinball.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declamar Poemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Regina Benitez&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito para declamar poemas&lt;br /&gt;Ter timbre, empostar a voz, tempo cênico&lt;br /&gt;E ainda dar tom gutural em tristices letrais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito para decorar poemas&lt;br /&gt;Malemal os crio e os pincho fora&lt;br /&gt;Para o poema saber mesmo quem é que manda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito para teatralizar poemas&lt;br /&gt;Mal os entalho e deixo que singrem&lt;br /&gt;Horizontes nunca dantes naves/gados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito para perolizar poemas&lt;br /&gt;Borboletas são pastos de pássaros&lt;br /&gt;Assim os poemas que se caibam crusoés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito para ser dono de poemas&lt;br /&gt;Eles que se toquem e se materializem&lt;br /&gt;Peles de pedras permitem leituras lacrimais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito nem para fazer poemas&lt;br /&gt;Por isso nem cheira e nem freud a olaria&lt;br /&gt;Apenas uso estoque de presenças jugulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fui feito eu mesmo. Sou poema&lt;br /&gt;Bípele, cervejólo, bebemoro noiteadeiros&lt;br /&gt;Quando ovulo sou fio-terra em alma nau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poema do Cego Pulando Amarelinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Alberto Frederico Correa Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego pulando amarelinha&lt;br /&gt;Toma o anjo pela mão&lt;br /&gt;Você só vê o gesto táctil do cego, não&lt;br /&gt;Vê jamais o anjo na sua condução&lt;br /&gt;Em cada estágio de saltar sem pisar na linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego pulando amarelinha&lt;br /&gt;Parece flutuar num balé&lt;br /&gt;E sonda-o a rua de Itararé inteirinha&lt;br /&gt;Perguntando o que nele enseja tanta fé&lt;br /&gt;Céu e inferno; o cego parece que advinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego e a sua amarelinha&lt;br /&gt;Parece um milagre até&lt;br /&gt;Toma-o pela mão o anjo; o cego se aninha&lt;br /&gt;E pula e salta e vence e acerta o pé&lt;br /&gt;Talvez porque céu ou inferno só dentro da gente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Forfé de Pião Rueiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A madeira na mão um toco de imbuia cheirosa&lt;br /&gt;Pedindo pro Jora da Marcenaria Estrela tornear&lt;br /&gt;O pião pra jogar com a gurizada na rua descalça&lt;br /&gt;Que a fieira tinha tirado de uma cortina de casa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Seu Jora só perdeu um instantinho-prosa daí&lt;br /&gt;Surgiu o pião rombudo qual coxinha de frango&lt;br /&gt;Marrom lixado e um prego sem cabeça na ponta&lt;br /&gt;Pro bicho correr doido como a bailar fox-trot&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pião na mão e o movimento no colo da idéia&lt;br /&gt;Rua cheia de piás guris moleques curumins até&lt;br /&gt;O sol de Itararé rachando revólver de mamona&lt;br /&gt;Gibis do Flecha Ligeira na mão e tarde ardendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a fila pra assistir a inauguração do pião&lt;br /&gt;O coração tamborilando rabo de olho na mira&lt;br /&gt;Enrolei a fieira na bundinha do pião maroteiro&lt;br /&gt;E fiz panca de Burt Lancaster depois da maleita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soltei o pião lazarento (que apelidei de Garrincha)&lt;br /&gt;E ele foi de bubuia e fez reviravolteio na Rua Capilé&lt;br /&gt;Foi um deus-nos-acuda dos guris serelepes torcendo&lt;br /&gt;Pro meu pião querido ir de vareio no rio da bosta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o caipora lazarento fez fricote zumbiu e parou&lt;br /&gt;Na minha mão direita como uma roseira de brincar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu era criança e Itararé tinha uma barulhança pueril&lt;br /&gt;Cresci virei peão de pegar no batente e fazer poemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta Escolhendo Feijão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um poeta escolhendo feijão/&lt;br /&gt;Não parece nada poético/&lt;br /&gt;Antes, piegas; na ótica vão/&lt;br /&gt;Onirismos - metáforas do imagético/&lt;br /&gt;Que pedaços ali se haverão/&lt;br /&gt;Como palavras, no profético?/&lt;br /&gt;(Que caldo na imaginação/&lt;br /&gt;A situação até como arquétipo?)/&lt;br /&gt;Um poeta escolhendo feijão/&lt;br /&gt;Está em lavração errada/&lt;br /&gt;As palavras ali não se serão/&lt;br /&gt;Num peneirar de pedra limada/&lt;br /&gt;Por isso os carunchos ficarão/&lt;br /&gt;Além da situação impensada/&lt;br /&gt;E nesse oficio ele é aleijão/&lt;br /&gt;Como um porco, na feijoada”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Identidade da Dor (Poema Para o Centenário da Imigração Japonesa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiroshima ainda está lá&lt;br /&gt;Como um espelho&lt;br /&gt;Uma bomba não mata uma cidade&lt;br /&gt;Uma identidade-povo&lt;br /&gt;Uma idéia-espaço&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nagazaki ainda está lá&lt;br /&gt;E reflete Hiroshima&lt;br /&gt;Não pela radiação mas&lt;br /&gt;Pelo que ambas foram e serão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Restos de Hiroshima&lt;br /&gt;Ainda são Hiroshima&lt;br /&gt;Como escombros de Nagazaki&lt;br /&gt;Têm uma identidade silencial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém mata Hiroshima ou Nagazaki&lt;br /&gt;Ninguém mata a vida&lt;br /&gt;Ou uma identidade histórica e espacial de vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bomba não mata a dor&lt;br /&gt;Do que restou da guerra&lt;br /&gt;E essa dor que doerá infinitalmente&lt;br /&gt;Será Hiroshima&lt;br /&gt;Será Nagazaki&lt;br /&gt;Porque a paz confere a dor&lt;br /&gt;Perpetrada na lágrima&lt;br /&gt;Como um desenho arquitetural na saudade&lt;br /&gt;Que a luz lê em sangue&lt;br /&gt;Nas flores de cerejeiras&lt;br /&gt;Como haicais, no átomo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Vie En Rose&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leminski morreu de poesia&lt;br /&gt;Ou de cirrose; se vivo fosse&lt;br /&gt;Naturalmente um outro seria&lt;br /&gt;Talvez vencedor de posse&lt;br /&gt;Caetano que fugiu pra Londres&lt;br /&gt;Não morreu e se socorre&lt;br /&gt;A escrever bugigangas hoje&lt;br /&gt;Como se nunca existisse&lt;br /&gt;Hendrix, Joplin; até Cazuza&lt;br /&gt;Se não morresse o que seria?&lt;br /&gt;Lupíscinio não se fez num dia&lt;br /&gt;Só no infinital da boemia&lt;br /&gt;Renato Russo, Torquato, Capinan&lt;br /&gt;Um parafuso a mais tantas vezes&lt;br /&gt;(Ou o anonimato de uma neura vã&lt;br /&gt;Em celeiros de burgueses?)&lt;br /&gt;A vida é cor-de-rosa na juventude&lt;br /&gt;Depois o decrépito vive amiúde&lt;br /&gt;E na velhice a arte louca vegeta&lt;br /&gt;Artista, vanguardista, poeta&lt;br /&gt;........................................................&lt;br /&gt;Morrer criando toda glosa&lt;br /&gt;Em verso e samba e prosa&lt;br /&gt;Foi o clímax de Noel Rosa&lt;br /&gt;Idolatrado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrer de velhice por aí&lt;br /&gt;É muito triste ao condenado&lt;br /&gt;Feito Caimy ou Cauby&lt;br /&gt;Cada um de si mesmo em si&lt;br /&gt;Beirando ser esclerosado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor morrer no auge a criar, de overdose&lt;br /&gt;Jovem portentoso - no suicídio ou na cirrose&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou restar-se à decadência vil, pobre coitado&lt;br /&gt;E à existência reles e comum ser condenado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar Chuva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas vezes existi.&lt;br /&gt;Algumas vezes tomei chuva.&lt;br /&gt;Mas quando tomei chuva eu me senti um átomo da água e ali&lt;br /&gt;Fui rio, nuvem, relâmpago, açude, cisterna, foz e quase voei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque tomar chuva é integrar-se à natureza, ser parte dela&lt;br /&gt;Conjugar o verbo haver no sentido mais pleno de seu assento&lt;br /&gt;Eu a chuva e até algumas lágrimas de alegria, êxtase e contentamento&lt;br /&gt;Como se a minha alma-árvore se lavasse por dentro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E fui chuva e guri e mar e senti minha alma flutuar numa nuvem-nau&lt;br /&gt;Porque eu era a maravilhosa Chuva naquele bendito magno momento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então a chuva me reconhecendo como parte dela (que o meu espírito o é)&lt;br /&gt;Parou de ser peneiradinha naquele tardiscar cor de rosa-pitanga de Itararé&lt;br /&gt;E o lírio-laranja do sol se abriu e eu me vi ali&lt;br /&gt;No fio-terra, o guri&lt;br /&gt;Angelicalmente de alma lavada&lt;br /&gt;Pronto para enfrentar a cara amarrada&lt;br /&gt;Da vida distante que em busca de mim mesmo a peregrinar escolhi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANDRAKE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pai prendia a rua:&lt;br /&gt;Cristão não brinca na rua.&lt;br /&gt;O pai desinventava a bola de capotão&lt;br /&gt;De Garrincha, Bellini, Rivelino, Pelé, Tostão.&lt;br /&gt;Crente não joga bola, Deus não gosta.&lt;br /&gt;O pai desproporcionava a infância:&lt;br /&gt;Ler gibis é pecado, não vai pro céu.&lt;br /&gt;E eu era fã do Mandrake, Príncipe Valente,&lt;br /&gt;Flecha Ligeira, Fantasma, Saci e Flash Gordon.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tanto ler - em casa era castigo ler bastante&lt;br /&gt;De dicionários e jornais à Bíblia&lt;br /&gt;Fiz da minha imaginação uma rua aberta para além da humanidade.&lt;br /&gt;Vi pegadas no céu. Tive rasuras de peregrinações.&lt;br /&gt;Sempre fui muito grosso no futebol, cavalo mesmo.&lt;br /&gt;Um perna de pau que sabia que ki-chute e unha encravada não combinavam&lt;br /&gt;Quando não, por ser crente, era um manteiga derretida, canela de vidro&lt;br /&gt;Que mal sabia dar direito o drible da vaca louca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Poesia fiz almanaque rueiro em fugas letrais&lt;br /&gt;Gibis clandestinos povoaram minha abstração em lavouras-intimidades&lt;br /&gt;Com entrudos de histórias em quadrinhos como se cinesmacope na alma-avelã.&lt;br /&gt;O poeta-caminheiro a escrever acontecências do arco da velha&lt;br /&gt;Pomposos causos pra boi dormir&lt;br /&gt;Entre invencionices desparafusadas e poemas em polaroid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim vim pela vida sendo um guri eterno&lt;br /&gt;Com medo de Deus, com medo do inferno&lt;br /&gt;Chutando a pelota do amargo mundo legal&lt;br /&gt;Para o desmundo das idéias, muito além da triste vida real&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Álbum de Figurinhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai que saudades que eu tenho&lt;br /&gt;Dos meus álbuns de figurinhas de coleção&lt;br /&gt;Que eu cuidava todo trancham, todo pimpão&lt;br /&gt;Quando guri lá em Itararé&lt;br /&gt;À sombra do lar and jazz&lt;br /&gt;Que os anos não trazem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolinho de piruá, capilé de groselha preta&lt;br /&gt;O pai floreando o acordeão ou a clarineta&lt;br /&gt;Eu com gibis do Tarzan ou do Flecha Ligeira&lt;br /&gt;E o álbum que devidamente preenchido dava de brinde&lt;br /&gt;De bola oficial de futebol a panela-de-pressão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com meu belo ki-chute pretinho&lt;br /&gt;Tomava crush de canudinho, e de boné&lt;br /&gt;Jogava bate-bafo na rua descalça e rapelava&lt;br /&gt;A petizada pidoncha da periferia de Itararé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia chorei de montão&lt;br /&gt;Porque por mais que a vida por bem ou mal ensine&lt;br /&gt;É a frustração na infância que a desilusão define:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Deixei de ganhar uma bola da capotão&lt;br /&gt;Porque na minha bendita coleção&lt;br /&gt;Faltou uma figurinha carimbada do Belini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, Itararé-SP&lt;br /&gt;Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Conselheiro em Direitos Humanos (SP).&lt;br /&gt;Blogues: www.portas-lapsos.zip.net ou www.campodetrigocomcorvos.zip.net&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-7795153118471971447?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/7795153118471971447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poemas-de-silas-correa-leite.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7795153118471971447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7795153118471971447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poemas-de-silas-correa-leite.html' title='Poemas de Silas Correa Leite'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-H74m9gYOud4/TV6fI1nuCuI/AAAAAAAAATg/LyHSe0CbnQk/s72-c/capascadernostres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-3709075311795921650</id><published>2011-02-18T08:25:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T08:26:43.556-08:00</updated><title type='text'>Novos Poetas de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eXZ6SSM7tV8/TV6durRA7LI/AAAAAAAAATY/KkGjUGVEA6A/s1600/curitibaitararelinda.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 203px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575066813944884402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-eXZ6SSM7tV8/TV6durRA7LI/AAAAAAAAATY/KkGjUGVEA6A/s320/curitibaitararelinda.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Canto doce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me vi revivendo em dias sós&lt;br /&gt;e meu Deus!Quanta mudez!&lt;br /&gt;Calei a mim,calei a rima&lt;br /&gt;sem saber que devagarinho,&lt;br /&gt;me dizia a vida&lt;br /&gt;em seus pequenos&lt;br /&gt;e aleatórios pedaços&lt;br /&gt;de canções e anedotas&lt;br /&gt;que o que é doce&lt;br /&gt;permanece&lt;br /&gt;no canto da boca e na ponta dos dedos.&lt;br /&gt;*E de tão tolos que somos,insistimos em sentir o sabor salgado das lágrimas nos lábios e enxergamos apenas a palma de nossa mão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Raquel da Cruz Proença&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Distorção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a boca que beija&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo o corpo anseia&lt;br /&gt;Os sentimentos...os desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do coração as repreensões cardíacas&lt;br /&gt;Os instintos refutáveis&lt;br /&gt;Frágeis desafios rotineiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lua figura no céu&lt;br /&gt;O branco que se perde no ínfimo&lt;br /&gt;O breu e o seu constante delírio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A passividade e a fúria temporal&lt;br /&gt;Na noite,a cronologia dos tempos remotos&lt;br /&gt;O findar de pequenos acontecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Hijjander Xavier&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só Mais Uma Lágrima&lt;br /&gt;Só mais uma lágrima...&lt;br /&gt;Deixe-a cair em paz, por favor...&lt;br /&gt;Solene pelo meus rosto,&lt;br /&gt;Última gota do meu querer.&lt;br /&gt;Molhada, brilha,&lt;br /&gt;Enche meus olhosDa tristeza que hoje&lt;br /&gt;Preenche meu coração e transborda...&lt;br /&gt;Lágrima, última,&lt;br /&gt;Desfecho do meu coração,&lt;br /&gt;Que já cansou de tanta chuva e de infinita escuridão.&lt;br /&gt;Por isso peço agora ao mundo&lt;br /&gt;Que o tempo pare,[só por um segundo]&lt;br /&gt;E a paz reine em todo o mundo&lt;br /&gt;Só enquanto cai[no infinito]&lt;br /&gt;Meu último soluço&lt;br /&gt;Meu último suspiro&lt;br /&gt;Que agoniza, mas some[de vez]&lt;br /&gt;Na lágrima, que já não existe mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luíza Salla Marchiori&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-3709075311795921650?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/3709075311795921650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/novos-poetas-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3709075311795921650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3709075311795921650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/novos-poetas-de-itarare.html' title='Novos Poetas de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-eXZ6SSM7tV8/TV6durRA7LI/AAAAAAAAATY/KkGjUGVEA6A/s72-c/curitibaitararelinda.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-726275105146693267</id><published>2011-02-18T08:20:00.000-08:00</published><updated>2011-02-18T08:22:28.694-08:00</updated><title type='text'>ODES AOS CAMPOS DE ITARARÉ - Novos Poetas Itarareenses</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PkXRULLmdBs/TV6cuc_Ao6I/AAAAAAAAATQ/wATikgRfLgw/s1600/itararesolda.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5575065710599644066" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-PkXRULLmdBs/TV6cuc_Ao6I/AAAAAAAAATQ/wATikgRfLgw/s320/itararesolda.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ode aos Meus Campos de Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poemas Itarareenses - Poetas Itarareenses&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho-me em ti, Minha Terra Adorada,&lt;br /&gt;– que Deméter abençoou –&lt;br /&gt;E, nos campos, hoje, farturas brotam&lt;br /&gt;Das uvas os mais saborosos vinhos,&lt;br /&gt;– Campos conquistados com o sangue de meu pai –,&lt;br /&gt;Em longa luta vitoriosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selma Hutz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elegia à Solidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entro em desespero&lt;br /&gt;Por não ter te aqui&lt;br /&gt;A caminhar entre a relva;&lt;br /&gt;O cantar dos pássaros é mais triste:&lt;br /&gt;Um lamento em meus ouvidos,&lt;br /&gt;Um sangrar em meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josiane Martins&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soneto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É no refúgio relvoso do campo,&lt;br /&gt;Entre as ovelhas tranqüilas a balir,&lt;br /&gt;Que, ouvindo meus tristes penares,&lt;br /&gt;Dos anos que muito sofria,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejo, no espelho das águas calmas,&lt;br /&gt;Um rosto que eu jamais vi:&lt;br /&gt;Torturado, no físico e n’alma,&lt;br /&gt;De todos esses anos que perdi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse sofrimento, que me domina,&lt;br /&gt;Não me deixa mais pensar:&lt;br /&gt;Como um tortura de viver;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A paz do campo me fascina,&lt;br /&gt;Faz o meu sofrer calar,&lt;br /&gt;Faz cessar o meu sofrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rogério dos Santos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soneto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos campos do meu cor moroso,&lt;br /&gt;Do que outrora era flor,&lt;br /&gt;Somente, fina relva resta;&lt;br /&gt;Da rosa, só sobrou a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do riso a lágrima amarga&lt;br /&gt;São as gotas do meu penar:&lt;br /&gt;Rolam na tez, feito cascatas,&lt;br /&gt;Como se da alma a sobejar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas minúcias da tua candura, Perdi-me em te coroar,&lt;br /&gt;Mas, no peito, cravou-se o espinho;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como castigo a tal bravura,&lt;br /&gt;Pela audácia de meu amar,&lt;br /&gt;Em meu viver, serei sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marlene Gil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor é Vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou um poeta que, em meio à solidão,&lt;br /&gt;Faz sentir saudade de um anjo&lt;br /&gt;Que, por alguns instantes,&lt;br /&gt;Me fez feliz e radiante.&lt;br /&gt;Sonhar e amar em sonho... apenas no olhar:&lt;br /&gt;Anjo lindo! Seja bem-vindo!&lt;br /&gt;Se a tristeza me move,&lt;br /&gt;Sorrisos seus me alegram,&lt;br /&gt;Mas você foge.&lt;br /&gt;Mereço sofrer a dor e conseqüência&lt;br /&gt;Da incompetência minha:&lt;br /&gt;Amar alguém tão impedido,&lt;br /&gt;Caso raro, inesquecível.&lt;br /&gt;Na vida, tudo passa;&lt;br /&gt;Sozinha sem amor, sem graça;&lt;br /&gt;Um dia, longe daqui, uma luz vai brilhar,&lt;br /&gt;E um anjo lindo vou encontrar e amar.&lt;br /&gt;Já chorei, sofri, sorri;&lt;br /&gt;Por fora estou alegre e feliz;&lt;br /&gt;Por dentro triste amargurado&lt;br /&gt;Da vida sofrida – não amada –.&lt;br /&gt;Quando penso em você,&lt;br /&gt;Sobe um imenso calor: É bom;&lt;br /&gt;Sei lá de onde vem, deve ser do além.&lt;br /&gt;Ah! Se pudesse dizer que amo,&lt;br /&gt;Melhor que não seja verdade,&lt;br /&gt;Pois seria uma crueldade – O Anjo passa!&lt;br /&gt;A voz encanta, até o céu balança,&lt;br /&gt;O coração bate forte.&lt;br /&gt;Espero que a sorte de uma poesia atinja seu coração ao som de um violão.&lt;br /&gt;E que você cante para mim uma canção.&lt;br /&gt;EU TE AMO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alvim Lessa&lt;br /&gt;Postado por André Luís Costa às 17:00 0 comentários&lt;br /&gt;Nossos primeiros poemas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inaugurando nosso espaço literário, colocaremos algumas obras representativas do atual cenário do curso de Letras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma Noite Plena...&lt;br /&gt;Rodrigo Tomé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma noite plena, porque eu sinto&lt;br /&gt;Tua pele morena revestir meu espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma noite plena, porque espero&lt;br /&gt;O espectro da tua presença com esmero...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma noite plena, porque te amo&lt;br /&gt;E sempre que eu posso teu nome exclamo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma noite plena, porque prevejo&lt;br /&gt;Este canto meu não ser apenas desejo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho uma noite plena, porque é cedo&lt;br /&gt;E sei que logo tu virás a mim sem medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ode ao Cupido&lt;br /&gt;Adilma Gomes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O menino alado,&lt;br /&gt;Com uma seta do amor&lt;br /&gt;Da divindade dos campos,&lt;br /&gt;O coração incauto feriu;&lt;br /&gt;Vencida, aos prantos,&lt;br /&gt;A voz do coração ouviu;&lt;br /&gt;Já, com brando furor,&lt;br /&gt;Tudo enfrenta e suporta&lt;br /&gt;Por um cupido malvado.&lt;br /&gt;Elegia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis me aqui, sozinha entre lágrimas.&lt;br /&gt;E de ti só o que ficou foi esta saudade.&lt;br /&gt;Sinto falta das tardes que passávamos juntos:&lt;br /&gt;Daquele límpido rio em se refletiam os raios solares,&lt;br /&gt;Das nossas conversas sobre a sombra daquela frutífera árvore.&lt;br /&gt;Tudo está vazio, nada é mais bonito, já que não te tenho aqui comigo.&lt;br /&gt;Os raios solares já não brilham mais no rio, nem a árvore oferece frutos.&lt;br /&gt;Tudo está morto, assim como tu e eu, que, a cada dia, morro um pouco sem tua presença.&lt;br /&gt;Ansiosamente, espero pelo dia em que encontrarei-me contigo e finalmente a teu lado permanecerei por toda a eternidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evelise Virgínia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem de André Luís Costa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este pode ser considerado o (re)início de um novo velho sonho, uma nova era para os amantes da língua portuguesa e da arte escrita aqui em Itararé. Antes, o que era um sonho latente, uma idealização; agora, uma realidade evidente, uma realização.&lt;br /&gt;Nosso jornal – ou melhor, folhetim literário – é fruto de um sonho coletivo – Elos Clube de Itararé e Curso de Letras –, e possibilitado pela ação instrumental de nossos queridos e diletos mestres, colaboradores e amigos – dentre os quais destaco as presenças pioneiras: Mestre Estéfan Polay, Dona Lázara Bandoni, Diretor Edson Makoto, Josete Biral (coordenadora do curso de Letras), e de nossos tão prestimosos alunos – não menos amigos também. Todos nós unidos em amor à arte, a Itararé, à pessoa humana.&lt;br /&gt;Que, com a glória de Deus, em espírito de amizade e valorização da pessoa humana, possamos conduzir nossos sonhos a uma bela trilha repleta de poesia e vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Luís Costa Do Blogue dele:&lt;br /&gt;http://oelodasletras.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-726275105146693267?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/726275105146693267/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/odes-aos-campos-de-itarare-novos-poetas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/726275105146693267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/726275105146693267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/odes-aos-campos-de-itarare-novos-poetas.html' title='ODES AOS CAMPOS DE ITARARÉ - Novos Poetas Itarareenses'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PkXRULLmdBs/TV6cuc_Ao6I/AAAAAAAAATQ/wATikgRfLgw/s72-c/itararesolda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-1802913560727108711</id><published>2011-02-17T04:20:00.000-08:00</published><updated>2011-02-17T04:22:29.342-08:00</updated><title type='text'>SORO CASEIRO</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wO-CZMz6xa0/TV0S9pyCjEI/AAAAAAAAATI/uDXmEFFfmzE/s1600/sorocervejaitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 250px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574632764151598146" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wO-CZMz6xa0/TV0S9pyCjEI/AAAAAAAAATI/uDXmEFFfmzE/s320/sorocervejaitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;SORO CASEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta respirando por aparelho&lt;br /&gt;Desconfie e se proteja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Narguilé com cerveja!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;Santa Itararé das Artes&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Blogue: http://artistasdeitarare.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-1802913560727108711?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/1802913560727108711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/soro-caseiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1802913560727108711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/1802913560727108711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/soro-caseiro.html' title='SORO CASEIRO'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-wO-CZMz6xa0/TV0S9pyCjEI/AAAAAAAAATI/uDXmEFFfmzE/s72-c/sorocervejaitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5277287535356148579</id><published>2011-02-14T05:46:00.000-08:00</published><updated>2011-02-14T05:48:40.786-08:00</updated><title type='text'>Itararé Divinizada</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5Z9aAEnXhsc/TVkyj7ABVRI/AAAAAAAAASw/sllfVdZAvPI/s1600/elosclubeitarare.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 194px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573541606562288914" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-5Z9aAEnXhsc/TVkyj7ABVRI/AAAAAAAAASw/sllfVdZAvPI/s320/elosclubeitarare.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; Reunião Elos Clube de Itararé, Comunidade Lusíada Internacional&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Itararé Divinizada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma ciência pode classificar&lt;br /&gt;O amor do Itarareense por Itararé&lt;br /&gt;Nem teria cabimento a ciência&lt;br /&gt;Querer se fazer de entendida no inexplicável&lt;br /&gt;Itararé é um lugar no DNA&lt;br /&gt;Na corrente sanguínea&lt;br /&gt;Chão de estrelas, palco iluminado&lt;br /&gt;Itararé, cidade poema, é ninhal, encantário...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma ciência poderia decodificar&lt;br /&gt;A boêmia, o luar, a água de Itararé&lt;br /&gt;Nesta terra de gralhas e pinheiros&lt;br /&gt;Festeira, celeiro de artistas, hangar&lt;br /&gt;De músicos, pintores, poetas, ovnis&lt;br /&gt;Tudo isso na veia&lt;br /&gt;Na mente, como se uma aura ou iluminura&lt;br /&gt;Porque Itararé é mágica, berço esplêndido...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhuma ciência traduziria Itararé&lt;br /&gt;Porque ser Itarareense é uma luz&lt;br /&gt;Um código que não é deste mundo&lt;br /&gt;E sabemos ler em versos, prosas e cervejas&lt;br /&gt;Se dinossauros já passaram por aqui&lt;br /&gt;Somos todos rastros&lt;br /&gt;Voaremos para fundar uma Itararé celeste&lt;br /&gt;A partir daqui de Itararé, do céu em nós...&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite, da Estância Boêmia de Itararé, Cidade Poema&lt;br /&gt;Email: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Blogues: www.campodetrigocomcorvos.zip.net&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5277287535356148579?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5277287535356148579/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/itarare-divinizada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5277287535356148579'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5277287535356148579'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/itarare-divinizada.html' title='Itararé Divinizada'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5Z9aAEnXhsc/TVkyj7ABVRI/AAAAAAAAASw/sllfVdZAvPI/s72-c/elosclubeitarare.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4261007327243820904</id><published>2011-02-13T17:08:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T17:10:08.517-08:00</updated><title type='text'>BAR DO TEPA, ITARARÉ, FOTO RARA</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MeM0vg6EI9w/TViAvOGkwaI/AAAAAAAAASo/i6m5MCIJWJY/s1600/silasdirceumendes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573346087598866850" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-MeM0vg6EI9w/TViAvOGkwaI/AAAAAAAAASo/i6m5MCIJWJY/s320/silasdirceumendes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Bar do Tepa, Itararé, Rua 24 de Outubro&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Poetinha Silas e Prof. Dirceu Mendes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4261007327243820904?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4261007327243820904/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bar-do-tepa-itarare-foto-rara.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4261007327243820904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4261007327243820904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bar-do-tepa-itarare-foto-rara.html' title='BAR DO TEPA, ITARARÉ, FOTO RARA'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-MeM0vg6EI9w/TViAvOGkwaI/AAAAAAAAASo/i6m5MCIJWJY/s72-c/silasdirceumendes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5240874447775252484</id><published>2011-02-13T15:06:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T15:07:55.074-08:00</updated><title type='text'>O Céu, Um Paraiso de Livros</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uMc0OLOuJrk/TVhkLAhmrUI/AAAAAAAAASg/43qpBX1nwd0/s1600/brasaonovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573314679153274178" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-uMc0OLOuJrk/TVhkLAhmrUI/AAAAAAAAASg/43qpBX1nwd0/s320/brasaonovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Artigo/Opinião:&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;O Céu: Um Paraíso de Todos os Livros&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal" align="center"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;“Mais eis que a palavra&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cantoflorvivência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Re-nascendo perpétua&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Obriga o fluxo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Cavalga o fluxo num milagre&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;De vida...”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Orides Fontela&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...O Céu deve ser na verdade uma biblioteca... e-n-o-r-m-e – onde repousam todos os personagens, anjos, heróis, narradores implícitos e explícitos, tipos de capa e espada (e de asa nos pés, antenas ligadíssimas e luz nos olhos), esperando não Godot, Ben-Hur, Lewis Carroll, que já estão assentados por lá, mas Um VISITADOR. Esperando serem visitados (na imaginação? no sonho?) pelos benditos Escritores de Livros! Deus, claro, é o supremo Maior Bibliotecário-Comandante-em-Chefe do Universo. E ali também edita suas (nossas) Vidas-Livros, que sonham finais felizes no palco iluminado da Nave Terra-mãe, sob chão de estrelas. Já pensou que demais, diria o Snoopy?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...O Céu, como uma literária e infinita barriga gestora, guarda, assim, todos os livros que foram escritos; os livraços que serão escritos; os imemoráveis e inimagináveis que ainda estão sendo escritos, entre sonhos, sofrências, blues etílicos, alumbramentos e lágrimas, entre pontos de interrogações, tópicos frasais, nexos causais e reticências em braile... Um e outro santo escriba abençoa uma orelha de livro, um arquivista maroteiro com olhos de lince tira os pós das mesmices entre a água e o açúcar do proseio celeste, e Mestre José Carpinteiro ilustra – na mente dos criadores – capas, prefácios, releituras e citações. Um anjo de asas de papel-arroz amanteigado (com reflexos da Via Láctea), com todas as letras de todos os alfabetos do mundo visível e invisível, no sensorial do escritor a cismar alhures, poetas, romancistas, Sentidores (para citar Clarice Lispector), delicadamente com voz de palha em sonata íntimo-espiritual “sopra” o bendito nome da obra-prima, com subtítulo, modus operandi e tudo. Já imaginou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...O Céu de todas as Honras e Glórias inimagináveis, claro, tem um arquivo cósmico de todos os historiais. Do gênese supragalaxial, ao salmo cor de rubi, passando pelos mantras-banzos-blues-fados dos apocalipes de mil idéias com signos ficantes. Robinson Crusoé é agora uma abençoada janela-arquivo de lá, num cantinho com pintura xadrez que dá, nos horizontes e crepúsculos, para um ninhal escarlate de suntuosidades binárias, feito rancho de meteoros-metáforas esplendentes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;...O Céu também pode ser só um pouquinho aqui, amostra grátis no DNA metafísico de cada criador e criação. O Escritor que gera livros-árvores, livros-nuvens, livros-circos, livros e pertencimentos enlivrados. Como Hilda Hist, Olga Savary, Clarice Lispector, Proust, Tolstói, Neruda, Saramago, Brecht, Rilke, Cortázar. O escritor ins-pirado, ensimesmado, tocando por uma fagulha de amparo infinital, imagina, desmancha a seco, arrruma, cria, pesquisa e, eureka!. Surgem pedacinhos do céu como Cem Anos de Solidão, O Vermelho e o Negro, Incidentes em Antares, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;?xml:namespace prefix = st1 ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" /&gt;&lt;st1:personname&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;Grande&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;s Sertões Veredas, Sentimentos do Mundo, O Nome da Rosa. A alma de cada um, recolhedor na curva do tempo, no imaginário ou da bateia de memórias, escrevendo uma vida-livro, um clássico. Só por Deus. Fico só sondando o devir, depoimento, rascunho, testemunho letral de um tempo, um povo, um local, uma mente brilhante atiçando implicações que cativarão olhares maviosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;-No Céu não existe pecado e nem sanção de percurso-viagem-visita (todos serão perdoados?), nós todos, em capa dura ou com colagens de trilhas, temos a nossa vida inteirinha para escrever essa existencialização, tentarmos por uma bela vida e bela obra, com um final feliz. Bem-aventurado aquele que acerta na primeira edição sem cortes. Pois será Céu e na Terra um livro aberto de Deus, Livreiro-mor. No mais, vidas-livros são auferidas, recompostas, registradas, acrescentadas de aforismos, citações célebres, tragédias ou mesmo ilustrações maravilhosas. Que Paraíso de Livros é o Céu, cheios de zilhões de escrivaninhas, estantes, caixas de pandora com suas páginas atemporais... &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;-No Céu, existir mesmo é conjugar o verbo Escre/Viver; existir é ler (oxigênio matrix), pois não existe Morte ao ler; no ler, por ler. Dormimos o sonho da viagem para dentro de nós, uma vida, um causo, uma croniqueta, uma historiazinha pro Menino Jesus dormir seu sonho de trombetas. Ler é uma busca para a nossa Cura.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Cada livro um historial, uma sentição, um rocambole geral a revelar-se em páginas de lágrimas e luzes se misturando, o vermelho e o negro, o azul e o amarelo, a loucura e a lucidez, sob o percurso de um altíssimo balão encantado segurando pontos de interrogações com baunilha num céu de chocolate...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...No Céu, pássaros-marcadores de livros, árvores-papéis de pão, borboletas-vaga-lumes-ideias, pirilampos de tons e nuances, rinocerontes de enlevos, rios de inspirações, nuvens e chuvas de vírgulas, relâmpagos de pensamentos-chaves, tudo o que depois serão versos, estrofes, parágrafos, apresentações, músicas pra alma procurando calma pra se coçar... Cada um lê-se a si mesmo, acrescenta o que se lhe vem a cabeça (consultem sempre o coração), invade pontuações, pondo pingos nos is ou, de relance, quem o sabe um dia, com tantas placas mães e placas de captura, no futural, colocando até pingos em dáblios... Nada é impossível ao que lê.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;-Ah “Terra do Era Uma Vez”, o Céu pode ser dentro de cada um de nós aqui. Shangri-lá, Jerusalém, Pasárgada, Santa Itararé das Letras, São Petesburgo, São Paulo, Curitiba, Brasília. A cidade-livro. O herói sempre vence no final, pois a esperança é a inteligência da vida. Vivendo e aprendendo a escrever-se. Lendo e se refazendo, cortando exageros, pois o espírito não tem peça de reposição e nem inventaram bisturi ou silicone para a alma. A re-existencialização-pagina-aberta de cada um ser ou não Ser; cada clã, núcleo de abandono, ilha, adubo, enciclopédia, dicionário, clássico, coleção, gibi, quadrinho, palavra cruzada, cartun, jornais, revistas, livros... alm&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;st1:personname&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;ana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;ques...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...Corra e olhe o céu, diz a balada de Cartola. Traga um céu para si e em si, em todos os recomeços vibracionais. Um Livro, pedaço de seu rio interior. Faça de sua vida-livro um belo romance com realizações e incompletudes que sejam. Sempre fica uma dúvida no ar mesmo, com o que queremos dizer ou soa no diferencial do implícito. Você sempre volta ao local de seu livro de existir. Você é o seu próprio capital de peso. Você é em si mesmo a própria impressão digital, a melhor e a pior prova testemunhal presencial contra e a favor do que você se escrever existindo. Já pensou que risco?. Capriche na narrativa-documento. O leitor-vida-livro sempre vence no final. Na casa do pai já muitas coleções. Escolha o seu cantinho, o seu estilo, a sua ilha-edição. Uma visão ético-plural comunitária ajuda muito nessas horas. Sarar o mundo. Sentir a dor do outro. Corações e mentes enlivrados, já pensou? A sua cara e a sua coragem colorida. Vidas capítulos. Acertos de contas na hora de passar-se a limpo. Refinamentos.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Perdendo lastros. Ser feliz é a melhor resposta, a melhor vingança, a melhor solução. EscreViver, evoluir, correr atrás dos sonhos com as mãos limpas e uma lupa magna procurando erros atrás das ilusões perdidas, como se tudo fosse só uma ilha da fantasia em que você de si mesmo e para todos que o rodeiam escreve o roteiro... Silêncio, gravando!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;...Seja feliz enquanto escreve nas luzes da ribalta. Seja você seu próprio acervo. Eu fui muito feliz. Eu tinha um pai que contava historias de Itararé e do mundo pra mim. Quer maior riqueza do que isso? Vivendo e aprendendo a viver. Lendo e aprendendo a ser. Cada um de si próprio o capítulo que precede o clímax. Será o impossível? Muitos são chamados e poucos escrevem certos por linhas tortas. Há um céu. Na dúvida, largue tudo e vá ler um livro. Está estressado? Leia um livro de poemas. Está azedo? Leia um romance com capricho e conteúdo denso. Fique encucado, pense e reflita. Pode ser que ainda esteja em tempo, e você desperte a chance de pegar a chave da imaginação e então poder registrar-se numa ala da Biblioteca do Céu, estar como um verbete na enciclopédia artística de Deus, o seu nome-vida-livro nos pilares sagraciais de todas as sagas. O seu nome arrolado lá, no historial perene do livro da vida, pois o que você se escreve na terra, Deus escreve no Céu. No Céu de todas as vivências-históricas, O Paraíso dos LIVROS!.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;-0-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Silas Correa Leite, Santa Itararé das Artes, São Paulo, Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Jornalista Comunitário, Teórico da Educação, Conselheiro em Direitos Humanos - E-mail para contatos: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:poesilas@terra.com.br"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;poesilas@terra.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Autor de Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no site &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;www.livrariacultura.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Site: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.itarare.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;color:#800080;"&gt;www.itarare.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;Blogue premiado do UOL: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.portas-lapsos.zip.net/"&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; MARGIN: 0cm 0cm 0pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal"&gt;&lt;span style="font-size:14;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:Times New Roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5240874447775252484?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5240874447775252484/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/o-ceu-um-paraiso-de-livros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5240874447775252484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5240874447775252484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/o-ceu-um-paraiso-de-livros.html' title='O Céu, Um Paraiso de Livros'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-uMc0OLOuJrk/TVhkLAhmrUI/AAAAAAAAASg/43qpBX1nwd0/s72-c/brasaonovo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4266426119007538914</id><published>2011-02-13T04:52:00.000-08:00</published><updated>2011-02-13T09:09:53.613-08:00</updated><title type='text'>SE EU PUDESSE PEDIR PERDÃO</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4IYHNQNINcg/TVfUgaJG2yI/AAAAAAAAASY/XGasOAxx2SM/s1600/camposdeitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5573156717132700450" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-4IYHNQNINcg/TVfUgaJG2yI/AAAAAAAAASY/XGasOAxx2SM/s320/camposdeitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Foto Itararé, Bairro do Rio Verde&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;SE EU PUDESSE PEDIR PERDÃO &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Silas Correa Leite &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse pedir perdão... por alguma coisa, algum motivo, alguma razão limpa, talvez pedisse ao meu querido pai, principalmente por não tê-lo compreendido exatamente como deveria, e poderia então, pra perdida sorte minha, ter sacado muito bem e antes de sofrer tudo o que sofri; e teria certamente evitado descaminhos, e talvez assim, de alguma forma (doces memórias) e com revisitada imagem dele, os meus destemperos doessem menos no meu peito entrevado, e agora eu tivesse menos marcas das sinuosas trilhas, e assim eu tivesse ainda mais plenamente as asas da saudade dele sobre mim, como uma benção dos céus distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse pedir perdão...por alguma coisa, algum motivo, alguma razão limpa, talvez pedisse perdão à minha pobre mãe velhinha, principalmente por ter deixado o nosso lar-doce-lar muito cedo, cedo demais (cedo para sempre) - cortei minha infância pela metade - e caído afoito nas garras de gavião do destino insano, e, em vez de aprender com gestos, sanções, atitudes e eventuais surras de falácias caseiras, as lágrimas dos céus me aconteceram bem mais cedo do que eu pensava e esperava, e eu pude compreender (e posso traduzir tristemente isso agora em banzos-blues), que o amargurado que me tornei, além de algum eventual improviso de jazz com solo de tristices, foi ter tomado peito muito precocemente para enfrentar a barra de viver (a barra pesada de viver), e ter caído no rocambole do mundo como um inocente puro e simples, mesmo as mãos limpas, o peito arfando, os olhos viçados, isto é, simplesmente uma frágil folha de papel rasa em que a vida pôs a malvada descompostura dela, o que me tornou também sofredor precoce, depois refém da sensibilidade extremada, com muito déficit afetivo, e eu lamentavelmente pude, assim, de alguma forma, ser abatido, predado, sofrido, tornar-me - na fuga! na fuga! - um poeta com sânscrita identidade de humildes como licor de jabuticaba de terceira dimensão em realidade substituta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse pedir perdão... por alguma razão, loucura, ou macadame de sofrência, eu pediria perdão às minhas adoráveis seis irmãs, não apenas por tê-las amado tanto, mas por não ter tido competência para tê-las defendido como deveria, e também por não estar presente ainda mais como o outro seio secreto delas, amparando as ocasionais angústias e perdas, carregando as sobras de tantas tintas íntimas das vaidades exageradas delas, ou colhendo mais dos filhotes-sobrinhos belos e abençoados que me deram quando eu era peregrino fugidor, e por isso, intimamente por isso eu as amei muito, amo-as mais do que posso traduzir, e as amarei muito além do lar infinital do dono do sol, quando, finalmente e então, os meus globos oculares já com saquinhos de chá sobre as pálpebras inferiores disserem de meu quase um século de vida, e eu poder dizer Adeus para ver o remanso do último lírio selvagem da terra, e então poder ir, finalmente, colher estrelas no campo de estrelas do céu com meu finado genitor, porque, assim também, claro, no vislumbre do reencontro, sei que na casa de meu pai há muitas moradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu pudesse pedir perdão...de alguma forma, de alguma maneira, em algum estágio e devão desse erradio caminho (de caminheiro atiçado pela busca de um farol além da curva do arco-íris), eu iria pedir também que me perdoassem tantas coisas, nesse favo de inventário e partilha, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as ruas de minha infância, principalmente aquelas com terrinhas cor-de-rosa de minha descalça pegada íntima, na liberdade de ser puro entre aurorais, encantários, ninhais, e, claro, também, mandorovás, camaleões e fantasmas verdes entre beronhas e formigas-saúvas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os quintais das casas de cigano aonde morei, nessa e em outras vidas antigas - ah a aurora que trago da infância! - entre dormentes, trilhos, tatus, canteiros, pardais &amp;amp; cidreiras, porque de eios de água brotaram imaginações saradinhas como cuques de framboesas temporãs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os milhares de livros que eu li, porque neles, pelo menos assim em tempos de vacas magras, todos os finais eram magnificamente felizes, o Crusoé era uma gaivota santa numa ilha de nascentes limpas, e eu imaginava que, sendo eu mesmo, sempre, teria santerias por atacado nas minhas aventuras de atiçado, sensível, quase um Sentidor da pá virada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as mulheres que eu amei, e que não me amaram, e que assim e talvez por isso mesmo foram infelizes para sempre, como uma desculpa-livramento, um castigo-andaime, uma solidão-palhaço, um prelúdio-talismã. Até porque, confesso, o meu primeiro amor foi uma parede. Que eu trago e tenho comigo, como um íntimo butim, como um alforje de estrelas que despenco cada vez que escrevo. E eu escrevo para não chorar. E eu faço poemas porque não sei morrer sozinho como uma lesma cega cor de leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinco: E pediria perdão por&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os malditos(..) sonhos que eu tive. Eu, tolo, achava que iria crescer e mudar o mundo. Só os imbecis são felizes? Primeiro queria ser presidente, depois poeta, afinal restei-me educador. Como viram, nunca soube me escolher na melhor parte do filé das víboras, nos tapumes dos chacais, nos guizos dos incrédulos. Fui, perdoem, cem por cento eu mesmo e todo emocional como um baú de estimas. Deus sabe com quantas lágrimas faz o castelo de nossas idas e vindas (não há perdão no esquecimento)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os inimigos, e circunstancialmente os tive em algum lugar ou vareio de palavras, e que por algum motivo me magoaram, me traíram como margens abruptas de um rio inocente. Alguns eu perdoei como se perdoa um esquilo cego por morder seu calcanhar de Aquiles, a outros eu acabei por - moendas do estilo da vida nua e crua - a dar pão e água, e, confesso, muitos eu matei tanto dentro de nim como um surto-circuito, que eles mesmo se anularam com seus nós íntimos, como cactos vítreos de rudezas pegajentas em clãs espúrios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete: Eu pediria perdão a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os anjos que me ajudaram, e que devem me perdoar mesmo para muito além do eternamente, porque, aqui e ali, nalguma curva do caminho, sem o saber, sem querer e mesmo sem maldade, eu os abandonei entre um mata-burros, uma pinguela ou um portal. E há lugares (o mundo sombra?) que anjos não freqüentam. E eu atinado fui buscar candeeiro na boêmia, troçando alhures (troféus de mixórdias), trocando flores por cançonetas, amando tardes de chuvas e minguados afetos de ocasião, quase purgando interioridades com primaveras que já deram o que tinham de dar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oito: Eu pediria perdão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por todas as preces, todos os brancos lenços de adeuses (até os escondidos), todos os poemas escritos na mais cuneiforme intenção do refluxo do inconsciente - que é quando eu me despojo, me decomponho, pondo a alma para respirar - escrevendo de supetão o rebite de uma idéia, um ideal, entre um copo de leite azedo, um mimo celestial ou uma pestilenta tentativa de abismo que escrevendo evito um pouco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nove: Eu pediria perdão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todas as árvores que fui, de alguma maneira e por algum motivo, medidas as proporções, de groselheiras secas a laranjeiras sem guirlandas brancas, como se um dia, de verdade eu tivesse sido alguma espécie de árvore, noutro século, noutra encantação, e, por algum fruto proibido vim a ser vetado de ser outra vez, depois espiritualmente perdi o sagrado direito de tê-las comigo no DNA, e aqui me deixaram em dimensão-placenta errada, não apenas como um castigo pro carbono virar diamante, ou não, mas para como, tentativa de cicatriz, eu de novo aprender a ser raiz, a ser copa, a ser tronco, a ser pétala, a dar flores &amp;amp; frutos, tudo de novo, tudo outra vez, como uma canga, um pesadelo vivido, no arremate de uma alma superior cerzindo minhas perdas entre ofícios testamenteiros e arrozais de desculpas com azedumes terçãs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dez, finalmente;&lt;br /&gt;Eu pediria perdão, ainda, nesses meus dez mandamentos-testemunhos(?) de desalinho e dor (poetas não têm peças de reposição), a àquilo que fui de alguma maneira, por algum motivo, sem o saber, sem o querer, sem o poder, mas identificando afinidades íntimas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Cardume: Por ter sido um pouco areal, um pouco atol, um pouco rede, um pouco albatroz no mar de sargaços da vida, então paguei a duplicata da perda a ser isso também me serviu como lima nova em ferrugens adquiridas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Tempestade: Por ter navios fantasmas em mim, ser sobrevivente de naufrágios abismais, trazer estranhas marcas disso, fui isso e me feri de ver o que provoquei em ira insana, atemporal, obedecedor involuntário de desastres e tragédias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Chuva de abril: Por saber que nada me pertence, nada do que me foi dado é gratuito, tudo tem um preço e eu não acredito em valores a não ser o lado pérola da ostra, por isso pago dobrado esse crime de existir em Nau Catarineta errada, indo e vindo, carpinteiro das águas no teatro de absurdo dos ciclos que jamais dominarei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Cisterna: Porque ainda tenho lágrimas para tornear poemas por séculos e séculos, não tendo medida para a minha tristeza terreal, e nem me sabendo livro aberto em página errada, assim nunca poderei ordenar à dor que saia para sempre de mim, mesmo que eu ande pelo vale da sombra da morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Deserto: Porque sou solitário como uma nave sideral pirata clonada de outra banda cósmica, e solitário me tenho como ser espúrio em vinagre vencido e injusto dessa existência pagã, então escrevo para não ficar louco, escrevo porque o meu cálice transborda e ninguém tem piedade por eu ser como porta-lapsos em núcleo de paradoxos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Eco: Tudo o que sou, soa alto e claro, o que não sou, não sabendo inteiramente me assusta (cacos do espelho), então eu peço perdão por ter amado de repente quem não devia, dito adeus quando era para ficar estagiário, aprendido ser leitor de tudo quando deveria ser plantador de campos de lavandas em outros mundos em que a morte não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Barco encalhado: Isso eu sou e serei por muito tempo, mesmo não tenho ainda inteireza do que isso me representa ou me servirá, até porque, em frente ao mar eu me sinto o próprio mar, como se a mãe-natureza me fizesse carbono do sal marinho, depois gaivota número um, depois ilha de areia, depois pobre foca, até que eu perdesse asas ou guelras, até que eu pudesse nadar e ser átomo, esporo, pólen, e chover na horta da espécie humana com seu bezerro de ouro, entrando então pela porta dos fundos da existência só para exatamente pôr o dedo nessa ferida acesa que é o tão mal conjugado verbo viver&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, por fim, perdoem musas e boêmios, perdoem anjos e vigiadores de quarteirão, eu me resto aqui um aprendiz de tudo, entre um vazio e o vácuo, criando borboletas de palavras, sendo sempre um homem fora do meu tempo. Quando eu era piá de tudo, amava estar com os idosos tão sábios. Agora que estou quase velho, adoro lidar com crianças. Sempre achei, aliás, que iria morrer muito cedo e criança. Espero morrer criança com quase cem anos. E que Deus tenha piedade de nós. À bença, Mãe. Ave Estância Boêmia de Itararé. Porque Hoje é Sábado, aviso aos incautos navegadores de primeira hora: Bolinhos de chuva encharcam com cervejas bentas, e criam mais tecido adiposo nas vaidades herdadas.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Corrêa Leite, Santa Itararé das Artes, SP,&lt;br /&gt;Professor, Poeta, Jornalista. Membro da UBE-União Brasileira de Escritores&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.itarare.com.br/silas"&gt;www.itarare.com.br/silas&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.portas-lapsos.zip.net/"&gt;http://www.portas-lapsos.zip.net/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4266426119007538914?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4266426119007538914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/se-eu-pudesse-pedir-perdao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4266426119007538914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4266426119007538914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/se-eu-pudesse-pedir-perdao.html' title='SE EU PUDESSE PEDIR PERDÃO'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-4IYHNQNINcg/TVfUgaJG2yI/AAAAAAAAASY/XGasOAxx2SM/s72-c/camposdeitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-6067160759475783698</id><published>2011-02-12T08:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T08:55:05.400-08:00</updated><title type='text'>Poesia Animal de Estimação</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fw8AZaFwouE/TVa7VxUqzQI/AAAAAAAAASQ/KX_SjE8hNL8/s1600/amizade.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572847571609242882" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-fw8AZaFwouE/TVa7VxUqzQI/AAAAAAAAASQ/KX_SjE8hNL8/s320/amizade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Poesia Animal de Estimação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O uísque é o meu cachorro&lt;br /&gt;Meu cachorro em litro... ”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vinícius de Moraes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia é meu animal de estimação&lt;br /&gt;Meu cão enlivrado&lt;br /&gt;Com capa, espada, ácaros, ícaros, orelhas&lt;br /&gt;Prefácio fiel e às vezes, nem sempre&lt;br /&gt;Final feliz meio que empolado&lt;br /&gt;Com árvore sistêmica para demarcar presença rotineira&lt;br /&gt;Mas sem poste para latir para alguma lua elétrica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro de poemas&lt;br /&gt;É o meu cachorro de estimação&lt;br /&gt;Abanando o rabo de dentro das metáforas&lt;br /&gt;E levo para me passear&lt;br /&gt;Todo santo dia possível de&lt;br /&gt;A conhecer esquinas e zonas de lamentações etílicas&lt;br /&gt;Um dia ou outro cruzo com algum solitário bichinho de pelúcia&lt;br /&gt;Cerveja, seresta boêmica em Itararé, ou jazz afrobrasilis no dial do meu MP-H2Outros&lt;br /&gt;E a coleira é só uma tristice antineuras&lt;br /&gt;Que eu ralho quando escrevo&lt;br /&gt;Demarcando o território do espaço infinito que me atrai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha loucura&lt;br /&gt;É a ração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou vacinado contra os lumes neutros controversos da civilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;http://poetasilas.blogspot.com/&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6067160759475783698?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6067160759475783698/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poesia-animal-de-estimacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6067160759475783698'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6067160759475783698'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/poesia-animal-de-estimacao.html' title='Poesia Animal de Estimação'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fw8AZaFwouE/TVa7VxUqzQI/AAAAAAAAASQ/KX_SjE8hNL8/s72-c/amizade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2012706808136446014</id><published>2011-02-12T05:24:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T05:26:36.805-08:00</updated><title type='text'>Galeria Nobre Aniversário de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gTOd9ndeaVY/TVaKgG95iqI/AAAAAAAAASI/sJNorp7Whm0/s1600/fotonovaitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572793873148250786" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-gTOd9ndeaVY/TVaKgG95iqI/AAAAAAAAASI/sJNorp7Whm0/s320/fotonovaitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Galeria Nobre Especial&lt;br /&gt;Editor Silas Corrêa Leite (Poetinha) Agosto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poema de Aniversário da Terra-Mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Você pode ter riquezas tangíveis, inimagináveis&lt;br /&gt;Baús de jóias e cofres de ouro&lt;br /&gt;Mas nunca será mais rico do que eu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tive um pai que Lia Histórias de Itararé pra mim!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;Itararé vai fazer Aniversário&lt;br /&gt;Como uma bela dama Centenária&lt;br /&gt;A Banda Furiosa vai fazer Alvorada&lt;br /&gt;Vai ter desfile, baile de gala, forfé&lt;br /&gt;Vão eleger uma outra Miss Itararé&lt;br /&gt;A cidade vai ficar ainda mais emperiquitada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;A Estância Boêmia de Itararé já fez cem anos&lt;br /&gt;Fará mais algunzinhos esse ano indagora&lt;br /&gt;Em agosto a minha santa terrinha se decora&lt;br /&gt;Como em agosto eu aniversario também&lt;br /&gt;E sendo minha aldeia o meu tesouro, vou além&lt;br /&gt;Pois o meu amor por Itararé é a minha metafísica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;Itararé vai ter Sessão Solene com muito garbo&lt;br /&gt;No nobre legislativo do Palácio Vadico&lt;br /&gt;O Tiro de Guerra impoluto vai desfilar&lt;br /&gt;O Coral do Elcir Melo o Hino ao Itarareense vai cantar&lt;br /&gt;Toda nossa história nas páginas dos jornais vai brilhar&lt;br /&gt;Da gente bater no peito na contenteza de se orgulhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04&lt;br /&gt;Itararé vai ter espetáculos no aniversário&lt;br /&gt;Vai ter assim um alumbramento vário&lt;br /&gt;Vão bater palmas – vão fazer fuzarca&lt;br /&gt;Porque se o mundo um dia vier a acabar de novo&lt;br /&gt;Deus pega dessa Itararé todo o encantado povo&lt;br /&gt;E bota nos altos céus numa cósmica arca&lt;br /&gt;Para recomeçar a espécie humana em outro hangar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;Quando a pitoresca e bucólica Itararé aniversaria&lt;br /&gt;A gente pinta e borda, nas alegranças faz folia&lt;br /&gt;Porque sendo a terra-mãe, a nossa aldeia, o nosso rincão&lt;br /&gt;Nosso espírito ali em berço tão esplêndido principia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as nossas sete palavras sagradas eternamente serão&lt;br /&gt;I-t-a-r-a-r-é&lt;br /&gt;De Alma, Honra, Glória e Coração!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poetinha Silas Corrêa Leite – Da Confraria Interestelar “Fanáticos Por Itararé”&lt;br /&gt;(Eram os Deuses Itarareenses?)&lt;br /&gt;Poema da Série “Sempre Haverá Itararé – Campo de Estrelas de Itararé”&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Autor do e-book (ficções) O RINOCERONTE DE CLAIRCE&lt;br /&gt;(contando causos e acontecências de Itararé) no site&lt;br /&gt;www.itarare.com.br&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2012706808136446014?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2012706808136446014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/galeria-nobre-aniversario-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2012706808136446014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2012706808136446014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/galeria-nobre-aniversario-de-itarare.html' title='Galeria Nobre Aniversário de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-gTOd9ndeaVY/TVaKgG95iqI/AAAAAAAAASI/sJNorp7Whm0/s72-c/fotonovaitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2923881027992332133</id><published>2011-02-12T05:08:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T05:10:19.113-08:00</updated><title type='text'>Dados de Itararé, Sul do Estado de São Paulo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-txdvf_Hxcig/TVaGsLxIdBI/AAAAAAAAARA/-qJXl8pXEB0/s1600/fotoxytometeixeiradois.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572789682548798482" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-txdvf_Hxcig/TVaGsLxIdBI/AAAAAAAAARA/-qJXl8pXEB0/s320/fotoxytometeixeiradois.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estância Boêmia de Itararé, Bonita pela Própria Natureza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ITARARÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itararé é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 24º06’45" Sul e a uma longitude 49º19’54" Oeste, estando a uma altitude de 740 metros. Sua população estimada em 2004 era de 48 973 habitantes. Uma cidade cheia de beleza e cenários surpreendentes e relaxantes. Assim é Itararé, na região sudoeste do estado de São Paulo, divisa do estado de São Paulo com o Paraná. O nome da cidade em tupi-guarani significa “pedra que o rio escavou”. O rio Itararé, que corta o município nasce no bairro de Pinhalzinho, a 40 quilômetros da cidade onde a altitude é de 900 metros. O rio vence o desníveis rompendo as rochas de arenito da região e chega até a região do Corisco, onde a altitude é de 1200 metros. Dali até o Bairro de Coronel Izaltino, num trecho de 20 quilômetros, o rio e a natureza fizeram uma obra maravilhosa. São canions, grutas, fendas, túneis, cachoeiras, cascatas, “chuveirinhos” e minas de águas cristalinas. Perfeitos para quem quer se aventurar e relaxar. Clima: O clima da região é subtropical, com temperatura média anual de 25ºc. No inverno, porém, as temperaturas baixam muito e os termômetros marcam em média 10ºc. Vegetação: A cidade de Itararé conta com uma excepcional biodiversidade de flora e fauna devido ao encontro harmonioso do cerrado com os campos gerais, já característicos da região Sul do país Relevo: Localizada no sudoeste do Estado de São Paulo, Itararé tem uma extensão de 1.187 quilômetros quadrados. A altitude da sede é de 750 metros, com um relevo suavemente ondulado. Há vários tipos de solo, como terra roxa e latsolo vermelho escuro. Conta com um extenso planalto circundado pelo final da serra de Paranapiacaba e inicio da Serra Geral que corta todo o sul do país. Chega a atingir a elevação máxima de 1.200 metros acima do nível do mar.&lt;br /&gt;História e Cultura: Numa pequena faixa de terra, situada entre o rio Verde e o rio Itararé Luiz Pedroso de Barros, morador na Vila de Paraíba, começou o processo de colonização do que mais tarde se transformaria no município de Itararé. Pedroso de Barros foi recebendo maiores áreas, expandindo suas “sesmarias”. Essas sesmarias, nos anos de 1784, 1791 e 1792, foram adquiridas pelo Coronel Gavião que iniciou o plantio e a catequese dos moradores da região, a grande maioria trabalhadores rurais e, desse processo, nasceu o município.Itararé é considerada históricamente desde a Revolução de 1930 (Getúlio Vargas), como uma cidade estratégica, sendo hoje, celeiro de artistas, capital artístico-cultural da região, boêmia, sendo local de origem dos seguintes artistas de renome: Maestro Dudu Gaya, Ator Carlos Casagrande, Acadêmico Luiz Barco, Dr em Música Gerson Gorsky, Ator Eduardo Metring, Pintor Ed Primo, Pintor Jorge Chuéri, Cartunista Luiz Antonio Solda, Literato Premiado Silas Corrêa Leite, cantora Elvira Pagã, Cantora Rogéria Holtz, Pintor Armando Merege, Fotógrafo Gustavo Jansson, Elvira Pagã (Irmãs Pagãs), etc.&lt;br /&gt;Geografia: Possui uma área de 1.003,5 km². Demografia Dados do Censo - 2000 População Total: 46.554 Urbana: 42.806 Rural: 3.748 Homens: 23.059 Mulheres: 23.495&lt;br /&gt;Densidade demográfica (hab./km²): 46,39 Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 29,34 Expectativa de vida (anos): 65,27 Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,96 Taxa de Alfabetização: 90,80% Hidrografia : rio Itararé e rio Verde / Transporte - Aeroporto (não pavimentado) Rodovias: SP-258, SP-259, SP-281, PR-239.&lt;br /&gt;Fundação : 1893&lt;br /&gt;Altitude : 740 m&lt;br /&gt;População : 47.402 habitantes&lt;br /&gt;Área Total : 1.005,8 km²&lt;br /&gt;Dens. Demográfica : 47,13 hab/km² - CEP 18460-000&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2923881027992332133?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2923881027992332133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/dados-de-itarare-sul-do-estado-de-sao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2923881027992332133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2923881027992332133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/dados-de-itarare-sul-do-estado-de-sao.html' title='Dados de Itararé, Sul do Estado de São Paulo'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-txdvf_Hxcig/TVaGsLxIdBI/AAAAAAAAARA/-qJXl8pXEB0/s72-c/fotoxytometeixeiradois.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4569496222968305599</id><published>2011-02-12T05:00:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T05:04:22.756-08:00</updated><title type='text'>33 Motivos Para Ser da Estância Turística de Itararé, Cidade Poema</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-S4yOP4aOsTI/TVaFSjrYp5I/AAAAAAAAAQ4/L-WkxYm5SyI/s1600/calcacaonovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572788142778918802" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-S4yOP4aOsTI/TVaFSjrYp5I/AAAAAAAAAQ4/L-WkxYm5SyI/s320/calcacaonovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ser da Estância Boêmia de Itararé, É:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33 Motivos Para ser Fanático por Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Achar Itararé a mais bela aldeia do mundo, mesmo eventualmente não conhecendo direito o mundo, até porque, se Jesus Cristo tivesse nascido em Itararé, os três Reis Magnos seriam o Jorge Chuéri, o Gustavo Janson e o Walter Menk&lt;br /&gt;02)-Ser um “fanático por Itararé” e adorar a Cidade-Poema acima e abaixo de todas as coisas reais e imaginárias, até porque, Itararé é a nossa Shangri-lá, nossa Pasárgada, nossa Jerusalém celeste aqui mesmo&lt;br /&gt;03)-Ser boêmio, bom de prosa afiada, contador de palha, pescador e até, aqui e ali, inventor do inexistente, até porque Itarareense não mente, inventa verdades que ainda não aconteceram de acontecer&lt;br /&gt;04)-Preferir ficar preso em Itararé do que livre e solto em qualquer outro lugar do Planeta Água, até porque, longe é um lugar que não existe, e assim mesmo lá tem tubaina de limão-cravo do Vilela e uísque paraguaio de Sengés&lt;br /&gt;05)-Adorar biritar entre amigos, principalmente falando mal da vida alheia e sondando mulher pedaçuda com seios de manga-sapatinho, mãos de pianista, pés de bailarina, olhos de jade e pensão alimentícia de três maroteiros beiçudos e com amarelão&lt;br /&gt;06)-Torcer pro Clube Atlético Fronteira, o mais “glorioso, majestoso, poderoso” clube sócio-futebolístico da city. Quem torce pra Associação Atlética de Itararé é caipora de lazarento e filhote de cruz credo&lt;br /&gt;07)-Ter algum dom natural, algum talento, pintar, escrever, jogar truco ou mesmo contar mentiras por atacado, até porque quem bebe a água da gruta da barreira sempre volta, o que não volta é a água que é mijada fora&lt;br /&gt;08)-Ser de esquerda, sempre. Fazer oposição por graceza, contenteza. Se há governo, é contra, esquerdista por legítima defesa da honra, da ética e em busca de um humanismo de resultados&lt;br /&gt;09)-Adora gandaias, forfés, micaretas, carnavais, quermesses, serenatas e, principalmente bordel e pescaria, principalmente se não levar marmita, isto é, se a patroa com pelanca não for junto detravessada&lt;br /&gt;10)-Sacar antes o lance, saber bem de tudo quanto é assunto, mostrar dialética e ser loquaz entre amigos e morféticos curiosos, e nunca andar com canhão, quero dizer, mulher feia, a não ser que esteja muito “bêudo” ou picego de dar nó em pingo dágua&lt;br /&gt;11)-Defender Itararé a todo custo, haja o que houver, doa a quem doer, afinal, morrendo, todo Itarareense será parte da terra Itararé, e, assim, é melhor cuidar bem da terrinha-nós-mesmos a partir do que seremos certamente um dia no devir&lt;br /&gt;12)-Itarareense é “Andorinha sem Breque”, dá nó em pingo de chuva, desvia de cobra-fantasma, e assovia bem, até porque, como dizia o saudoso Barbosinha tocando Luar de Itararé...música é vento&lt;br /&gt;13)-Detesta amigos do alheio, desde corruptos e ladrões, não aceita gente de duas caras e mete a boca em tipo janota e boçal, muito menos gosta de ser palhaço de outro palhaço se olhando no espelho&lt;br /&gt;14)-Conta palha de que Itararé foi feita no sexto dia de criação, por isso Deus teve que descansar no Sábado lá no Bar do Tepa, já que tinha caprichado e cansou-se, depois foi pro forfé e pegou gosto.&lt;br /&gt;15)-Itarareense bebe porque é líquido. Se fosse sólido comeria. E bebe sim, vermes não comem pudins de cachaça&lt;br /&gt;16)- Todo Itarareense é anarquista teórico, marxista técnico, boêmio pela própria natureza, fanático por Itararé e social-democrata com visão ético-plural-comunitária&lt;br /&gt;17)-Todo Itarareense é pão duro ao extremo, cria escorpiões no bolso para não ter que atacar as algibeiras em caso de precisão de vida , morte ou desfrute de eventual biscataria self service&lt;br /&gt;18)-Itarareense não morre. Vira purpurina. Não nasce, estréia na Terra.Não é aparecido é criativo, e sabe fazer bonito, no amor e na dor. Mas vai em tudo que é guardação e velório e gosta de aparecer mais que o próprio finado o de cujus&lt;br /&gt;19)-Itarareense que não presta nasce morto. Ou vai nascer noutra freguesia do Paraná, logo depois da divisa do rio Itararé, lados de Sete Quedas, aliás, Oito quedas, se empurrar a sogra que não é boa bisca lá.&lt;br /&gt;20)Itarareense adora fazer caridade com o dinheiro dos outros, assim como adora comprar fiado de caderneta e perder a caderneta. Sabe ser útil e solidário na hora hagá, e não acredita em artes que não sejam libertações.&lt;br /&gt;21)Itarareense sabe que, sexo seguro é quando ele segura no seu próprio usucapião pra urinar cervejadas, aliás, se cerveja se pagasse pelo que se urina, só se pagava o rótulo&lt;br /&gt;22)Itarareeense-andorinha na dúvida em gastar ou poupar toma mesmo é suco da sabesp com petisco de língua de sapo chulé&lt;br /&gt;23)O buraco da barreira é mais embaixo, andorinha grande é Taperá, quem não gosta de Itararé, boa bisca não é&lt;br /&gt;24)Itararé não tem tarado, tem liberal esquizofrênico, não tem biscate, tem Maria vai com as outras e dá de lambuja&lt;br /&gt;25)Itarareense não tem viado. Os viados vão todos para Curitiba e passam em Ponta Grossa&lt;br /&gt;26)Itarareense não morre, estréia no céu, mas antes passa pelo Asilo Jesus Tá Chamando, depois entra no Morgue Vá Com Deus e, finalmente, deita a paquera no Cemitério Lágrimas do Céu&lt;br /&gt;27)Em Itararé, quem toma Coca Cola arrota pum, e sabe muito bem e com prazeirança que batatinha quando nasce vira fritas do Bar do Mino do Zuza&lt;br /&gt;28)Todo artista Itarareense é aplaudido em pé na Praça Coronel Jordão, até porque, a bem da verdade, lá não tem banco pra todo mundo se sentar&lt;br /&gt;29)Em Itararé o vento sola saudades pegajenta do Maestro Gaya, do Fernando Milcores e das estrelas Irmãs Pagãs.&lt;br /&gt;30)O defeito do itarareense é ser pão duro, daqueles que dá tiau com o punho para não gastar vão de dedo, e nem tem muito jegue júnior de herdeiro na prole para não gastar zona de fricção&lt;br /&gt;31)Itararé tem Passarinho que anda de bicicleta e com chapéu de florzinha verde na gadelha, tem restaurante que fecha pra almoço e tem rio verde que não amadureceu ainda&lt;br /&gt;32)Itarareense quando viaja, leva foto de Itararé só pra matar saudades e tomar umas e outras em homenagem à sua santa terrinha. Aliás, o melhor lugar do mundo é aqui e agora, e todo Itarareense sabe muito bem que, “Esteve em Itararé e não lembrou de ninguém;Pois quem não está em Itararé está sem&lt;br /&gt;33)Itarareense pobre só come carne mesmo quando o feijão-rosinha tá bichado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habemus República Etílico-Rural de Itararé&lt;br /&gt;It(ar)(ar)é!&lt;br /&gt;O Paulista de Itararé é mais paulista do que os outros paulistas&lt;br /&gt;O céu azul é o mar de Itararé&lt;br /&gt;Itararé, verás que um filho teu não foge a luta&lt;br /&gt;Itararé, a história do Brasil passa por aqui&lt;br /&gt;Sou de Itararé, não desisto nunca&lt;br /&gt;Itararé, Bonita Pela Própria Natureza&lt;br /&gt;Santa Itararé das Artes&lt;br /&gt;Itararé: Isso é que É!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Poetinha Silas Corrêa Leite, Sampa, Saudades de Itararé, do Jazz nasce a luz. E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;Blogues: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;Ou: www.campodetrigocomcorvos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4569496222968305599?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4569496222968305599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/33-motivos-para-ser-da-estancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4569496222968305599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4569496222968305599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/33-motivos-para-ser-da-estancia.html' title='33 Motivos Para Ser da Estância Turística de Itararé, Cidade Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-S4yOP4aOsTI/TVaFSjrYp5I/AAAAAAAAAQ4/L-WkxYm5SyI/s72-c/calcacaonovo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2026828442246907608</id><published>2011-02-12T04:48:00.000-08:00</published><updated>2011-02-12T04:51:50.344-08:00</updated><title type='text'>Jesus Mora Comigo em Minha Aldeia</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PS9lEWxOAEQ/TVaCXOslk8I/AAAAAAAAAQQ/LntOuPSjRwU/s1600/ruaspedroitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 216px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572784924511278018" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-PS9lEWxOAEQ/TVaCXOslk8I/AAAAAAAAAQQ/LntOuPSjRwU/s320/ruaspedroitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JESUS MORA COMIGO EM MINHA ALDEIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto falam Dele, dizem que O adoram&lt;br /&gt;Mentem tanto pra Ele - Já mataram muito em falso nome Dele&lt;br /&gt;Imitam-NO de forma errada e rasa&lt;br /&gt;E até, acreditem meus irmãos queridos&lt;br /&gt;Criaram lojas, supermercados, muros, museus, rituais&lt;br /&gt;E mentiras de fanatismos e idolatrias em nome Dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizem que Ele está no céu a direita do Criador-Pai&lt;br /&gt;Dizem que Ele está pendido por cravos numa cruz milenar&lt;br /&gt;Mas Ele está mais perto de nós do que pensamos&lt;br /&gt;E o céu pode ser o que criamos com nossas ações de caridades&lt;br /&gt;Com nossas energias, ninhais e encantários&lt;br /&gt;Nossos atos, mãos estendidas como lírios laranja&lt;br /&gt;Amando o próximo como se a nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que eu descobri um milagre infinital&lt;br /&gt;Ele não está em nenhum baú de ossos ou com relíquias fantasmas&lt;br /&gt;Nem é ícone derrotado por pregos pagões&lt;br /&gt;Sequer fundou religião - ou inquisições medievais com vãs filosofias&lt;br /&gt;Confesso de cara lavada: descobri um segredo mágico Dele:&lt;br /&gt;Ele Está No Meio de Nós&lt;br /&gt;Ele está exatamente aqui em nossa abençoada&lt;br /&gt;ESTÂNCIA BOÊMIA DE ITARARÉ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jesus mora comigo em minha aldeia amada&lt;br /&gt;Tem várias cores, várias faces e muitos símbolos vivenciais&lt;br /&gt;Às vezes é de um lilás vitreo, tez de quartzo ou arco-íris&lt;br /&gt;E O chamamos de irmão, pai, filho, amigo, compadre&lt;br /&gt;Ou de tio, camarada, companheiro, anjo-da-guarda&lt;br /&gt;Quando não O chamamos de Aurora, de Losango cor-de-abóbora&lt;br /&gt;Ou de Prelúdio, Ternura, Magnitude, Espiritual, Ultrapássaro&lt;br /&gt;E, principalmente Ele é mesmo sem tirar nem pôr&lt;br /&gt;Pobre, humilde, operário, simples, carente, bóia-fria&lt;br /&gt;Quando não sem terra, sem teto e muito peregrino&lt;br /&gt;E eu reconheço esse Jesus Cristo na minha gente humilde&lt;br /&gt;Pois me pareço com ele, porque sou de mãe mameluca e pai judeu&lt;br /&gt;E sou muito triste, sensível, sentidor, sozinho...&lt;br /&gt;Jesus anda pelo cacau quebrado da nossa Rua São Pedro&lt;br /&gt;Tem asas no calcanhar e alpargatas de recolhedor de centeio&lt;br /&gt;Pendura-se em asas invisíveis de pré-aurorais andorinhas bentas&lt;br /&gt;Chupa picolé de limão-rosa fiado no Bar do Preto&lt;br /&gt;Toma Tubaína Tutti-Frutti na Praça Coronel Jordão&lt;br /&gt;E de vez em quando vai ouvir um baile no Clube Atlético Fronteira&lt;br /&gt;Serrar um abraço da Rosana Milcores (ou um sorriso xadrez do Mário da Banda Marionetes)&lt;br /&gt;Ou nadar saradinho como mandioca nas espumas do rio da vaca&lt;br /&gt;E até já foi no Biribas Blues Bar ouvir causos do Zé Maria do Ponto&lt;br /&gt;Quando não faz poesia escondido ou chora com seus lábios quadrados&lt;br /&gt;Por causa dos lazarentos marginalizados pelos podres poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é isso, meus adoráveis irmãos conterrâneos alumbrados&lt;br /&gt;Jesus mora conosco aqui mesmo em Itararé&lt;br /&gt;Freqüenta todas as igrejas de abraços limpos como nuvens&lt;br /&gt;Coça berebas de vaidades sociais com especulatos&lt;br /&gt;Sofre com poses, grifes, butins de riquezas injustas e impunes&lt;br /&gt;Adora rueiras crianças ranhentas e velhos sábios com lastro ético.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia desses eu O vi com o nosso pintor premiado Jorge Chueri&lt;br /&gt;E até pensei que nosso amigo artista plástico O tinha pintado&lt;br /&gt;(Com cor de orquídea impressionista - E Lhe dera cara caseira)&lt;br /&gt;Mas descobri que Jesus é fã do Jorge a quem deu sua tez avelã&lt;br /&gt;Assim como colhe caldas de lágrimas da Professora Lázara Bandoni&lt;br /&gt;Ou sinais de véus e sândalos da Tere Iluminada com sua asa terreal&lt;br /&gt;E sei que se o tratarmos muito carinhosamente e bem&lt;br /&gt;(Como às suas pequeninas e humildes criaturas também)&lt;br /&gt;ELE FICARÁ CONOSCO PARA SEMPRE, AMÉM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Corrêa Leite - de Itararé-SP&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2026828442246907608?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2026828442246907608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/jesus-mora-comigo-em-minha-aldeia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2026828442246907608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2026828442246907608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/jesus-mora-comigo-em-minha-aldeia.html' title='Jesus Mora Comigo em Minha Aldeia'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PS9lEWxOAEQ/TVaCXOslk8I/AAAAAAAAAQQ/LntOuPSjRwU/s72-c/ruaspedroitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-4213769742441809865</id><published>2011-02-11T08:40:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:43:00.982-08:00</updated><title type='text'>A Morte de Paulino Rolim de Moura, Paladino de Arte, Cultura, Ecologia e Ética de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-tFUvrgh01QM/TVVnDgZKUGI/AAAAAAAAAQA/_FmcU1mLmE0/s1600/deusdecaimideiaum.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 279px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572473423873593442" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-tFUvrgh01QM/TVVnDgZKUGI/AAAAAAAAAQA/_FmcU1mLmE0/s320/deusdecaimideiaum.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Morre Paulino Rolim de Moura, Paladino da Arte Lítero-Cultural&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 14 de junho passado, faleceu em São Paulo, o polivalente fora de série, Paulino Rolim de Moura. Paulino era uma espécie assim de Paladino da Imprensa livre, transparente e democrática, excelente Promotor Cultural como nunca se viu, Literato com trabalhos em prosa e verso, além de valorado Crítico Social. Era natural de Itararé, estância boêmia ao sul do Estado de São Paulo, e, com mais de 80 anos era o baluarte – companheiro, ombro amigo, divulgador, fã número um - da Poeta Elisa Barreto, a quem dedicou sua vida inteirinha, até intermediando indicação da ilustre poeta de renome e talento ao Prêmio Nobel de Literatura. Paulino era filho de Walfrido Rolim de Moura, tido historicamente até como o maior e melhor jornalista da cidade histórica de Itararé, político, polêmico, defensor da ética jornalística, de quem certamente herdou a verve, o estilo e, no seu modus operandi, criticando as mazelas do país, fez nome, foi divulgado pela grande imprensa, tornou-se mesmo um defensor da natureza, ecologista pioneiro na área, além de ter tido toda uma vida brilhante e aguerrida a defender sua amada de quilate lítero-cultural, a Poeta Elisa Barreto, a quem divulgou, editou, protegeu, amou, acompanhando-a até recentemente, quando Elisa faleceu. Morrendo agora, pouco depois do falecimento de sua amada, Paulino deixou a sua marca registrada de guerreiro, de sensível, de lutador que honrou sua gente, seu tempo, a arte e a promoção da poesia em todos os segmentos sociais. Uma perda irreparável, pois, Paulino era sim, imprescindível. Nunca haverá outro guardião da moralidade e da promoção poético-literária como ele. A poesia está órfã. A poesia agoniza ainda mais. Paulino Rolim de Moura editou recentemente o livro-documentário “A Poesia Brasileira de Elisa Barreto”, 136 páginas bancadas pela PRM-Edições (Produções Culturais) para registrar a obra excelente de sua esposa e musa, como forma de homenageá-la também depois de morta. Paulino Rolim de Mora radicado na Zona Leste de São Paulo, foi elogiado por pessoas como JK, Jânio Quadros, Vicente Leporace (Rádio Bandeirantes), Hernani Donato, Eduardo Suplicy, Revista Veja, entre outros, entre os quais a própria Elisa Barreto que o tinha como seu melhor amigo, incentivador e sustentáculo. A propósito de Paulino Rolim de Moura, assim se expressou o historiador Hernani Donato (da Academia Paulista de Letras): “...Você é fora de série no insistir, pelejar, bater em portas, gritar junto de ouvidos surdos(...) Houvesse um Nobel para esse tipo de talento (divulgar a poesia, a literatura) e você seria o distinguido modelar(...)”. Quando dos 450 Anos de São Paulo, junto a Nankin Editora, Paulino Rolim de Moura como organizador responsável editou o livro “Poetas Paulistas”, elencando autores paulistanos de renome (entre os quais Álvaro Alves de Faria, Cláudio Willer, Geraldo Vidigal, Paulo Bonfim, Renata Pallottini), com os quais conviveu em alto estilo e pelos quais era respeitado nesses mais de sessenta anos que batalhou na capital paulista, feito um guardião moral, um paladino da arte e cultura. Autodidata, Paulino Rolim conhecia a arte literária como ninguém, viveu, batalhou e amou a vida pela poesia que sonhava ser difundida, estudada, promovida e valorada no seio sócio-escolar. Morreu em vão? Ficou a semente de seu sonho. Ficou o seu exemplo. Ficou o orgulho de tê-lo como exemplar ser humano, farol norteador e pessoa fora de série, nesses tempos conturbados que o consumo vale mais que o amor, a arte, a cultura. Como não podia viver sem a sua eterna Musa, a Poeta Elisa Barreto, logo depois dela tê-lo deixado, ele também empreendeu a sua passagem e descansou, guerreiro das palavras, amante do verbo poetar que ele conjugou como ninguém. Paulino Rolim vai fazer uma falta enorme. Nunca haverá outro igual. Álvaro Alves de Faria, poeta consagrado e Jornalista (Diretor da Jovem Pan), pensa em acionar o poeta e intelectual Cláudio Willer e mesmo toda a UBE-União Brasileira de Escritores para agendar uma data em que Paulino Rolim de Moura teria uma pública homenagem póstuma. A história da resistência ética na vida plural-comunitária, como um Trombone que se faz trovador da fala do povo, perde seu paladino Paulino Rolim de Moura que estava morando em São Paulo, na Rua Pecchi, na Penha, zona leste, e ali fez seu referencial de resistência, apesar de ser originário de Itararé-SP, cidade histórica ao sul de São Paulo, Região de Itapeva, área Sorocaba-sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta Prof. Silas Corrêa Leite – E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Site pessoal:&lt;br /&gt;www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-4213769742441809865?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/4213769742441809865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/morte-de-paulino-rolim-de-moura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4213769742441809865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/4213769742441809865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/morte-de-paulino-rolim-de-moura.html' title='A Morte de Paulino Rolim de Moura, Paladino de Arte, Cultura, Ecologia e Ética de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-tFUvrgh01QM/TVVnDgZKUGI/AAAAAAAAAQA/_FmcU1mLmE0/s72-c/deusdecaimideiaum.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5206477351780195962</id><published>2011-02-11T08:36:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:39:41.782-08:00</updated><title type='text'>Conto de Maria de Lourdes Luciano Nonvieri, de Itararé</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_COiA8RO9LA/TVVmMCP4VsI/AAAAAAAAAP4/rrVBZ5dartM/s1600/artemascaraarmandomerege.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 233px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572472470888797890" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-_COiA8RO9LA/TVVmMCP4VsI/AAAAAAAAAP4/rrVBZ5dartM/s320/artemascaraarmandomerege.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Máscara, Arte de Armando Merege Consagrado Pintor de Itararé&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maria de Lourdes Luciano Nonvieri&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Summertime&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beleza de música, ouvi ainda ontem. O quanto pode a música, em especial se ela fizer parte de nossa adolescência, de nossa juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as vozes de Ella Fitzgerald e Louis Armstrong tomaram corpo e ganharam o espaço, me levaram nas suas ondas até um grupo de jovens, nos altos da rua São Pedro, 1270. Ouvidos pregados num grande móvel, uma vitrola em formato de taça, de gosto excêntrico, o som altíssimo, como se assim pudéssemos levar a todo mundo a emoção de ouvir SUMMERTIME em tardes claras, de céu sem nuvens, de verão total, azul, em que nós, garotos poderosos em nossa inocência, sem adivinhar os caprichos da sorte, começávamos a inventar nosso futuro. Futuro a que nos levaria a rua larga, que no sentido leste- oeste, qual um rio, atravessa a cidade nesses dois rumos na direção das capitais de dois Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada um de nós, de um modo particular, nos tocava a canção que alimentava nossa imaginação, provocava nossa emoção e se eternizaria em nossa memória.&lt;br /&gt;Naquela época, música era só música. Não era dramatizada. Hoje é um show de sons e imagens delirantes que se sucedem e que corre o mundo em clipes comerciais audaciosos de suas bem assessoradas intérpretes: Madonna, Shakira, Britney Spears, Mariah Carey e outros ícones fabricados pela mídia de massas antecipando- se aos nossos sonhos e interpretações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossas vidas haveria ainda muitas e belas músicas, acompanhando nossa história. Mas SUMMERTIME voltaria em todos os verões, desde o primeiro, quando tudo era só promessa e o mundo nos aguardava. Quando ainda existia em nós um certo medo, um sabor de transgressão a cada novo passo, uma surpresa a cada nova emoção, a cada descoberta. O ouro da juventude sobre o rio da vida.&lt;br /&gt;De todas as coisas que passam por nós e nós por elas, há de ficar a música, memória sensível, afetiva, pela emoção conferida ao vivido, que nos permite vivê-lo de novo. Então sentimos que a despeito de tudo, teremos para sempre o que o poeta chama de “dias de vinho e de flores” temperados com as graças da paixão. De SUMMERTIME.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5206477351780195962?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5206477351780195962/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/conto-de-maria-de-lourdes-luciano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5206477351780195962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5206477351780195962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/conto-de-maria-de-lourdes-luciano.html' title='Conto de Maria de Lourdes Luciano Nonvieri, de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-_COiA8RO9LA/TVVmMCP4VsI/AAAAAAAAAP4/rrVBZ5dartM/s72-c/artemascaraarmandomerege.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-3825388316926973243</id><published>2011-02-11T08:29:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:32:35.829-08:00</updated><title type='text'>Bibliografia: Therezinha Iluminada de Jesus Mello Martins</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gTzpviQDmXY/TVVkfUUDVrI/AAAAAAAAAPo/QO3EHUZ1-o4/s1600/rioverdeitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572470603132393138" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-gTzpviQDmXY/TVVkfUUDVrI/AAAAAAAAAPo/QO3EHUZ1-o4/s320/rioverdeitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Rio Verde de Itararé, Recanto Bucólico de Santa Itararé das Letras&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Therezinha de Jesus Mello Martins, Professora, Poeta Premiada no Elos Clube, Memorialista, Autora de vários Livros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professora de Educação Básica aposentada. registrada na API-Associação Paulista de Imprensa nº 1631, com o pseudônimo Tere, sendo conhecida popularmente em Itararé como a Tere “Iluminada” pela sua ternura um coração de ouro. É colunista de O Guarani, jornal de Itararé, SP, há 25 anos tendo sido colunista também do jornal Tribuna de Itararé, na direção do jornalista titular João Contieri. Ex-presidente do Centro Cultural de Itararé e vice-Governadora do Elos Clube de Itararé, Comunidade Lusíada Internacional. Participou de três antologias:&lt;br /&gt;- Elos Clube Internacional de Londrina&lt;br /&gt;- Elos Clube de Itararé&lt;br /&gt;- Clube Amigos das Letras de Barra Bonita, SP;&lt;br /&gt;- Dicionário de Mulheres de Porto Alegre RS.&lt;br /&gt;Premiada (1º lugar) no Concurso Olhos da Vida, com a poesia “ Porque é Natal”&lt;br /&gt;Organizadora-editora da antologia Navegando na Poesia, com 90 autores e 150 poemas sobre Itararé. Pesquisadora da história de Itararé, com 150 biografias de itarareenses, desde os humildes e popularescos até os mais ilustres, daí o livro Nossa Terra, Nossa Gente. É autora de três livros, em parceria com sua irmã gêmea, Maria Aparecida S. Melo:&lt;br /&gt;- As Revoluções de 30 e 32 em Itararé&lt;br /&gt;- Nós Gêmeas&lt;br /&gt;- Sítio Taquarussu&lt;br /&gt;Gravou o CD Itararé na Poesia, (seleção de poesias do livro Itararé Navegando na Poesia) com apoio da Secretaria de Educação e Cultura Municipal de Itararé. Endereço: Rua Frei Caneca, 1775, CEP 18460-000 Itararé-SP Telefone (15) 3532 1349&lt;br /&gt;Algumas considerações sobre Nossa Terra, Nossa Gente, de Therezinha e Maria Aparecida. Opinião da escritora e jornalista Eunice Brito Tatit: “ Trata-se da memória da cidade publicada em livro, este, por sua vez, o mais fiel registro da história, legado ao futuro”&lt;br /&gt;Do poeta Silas Corrêa Leite sobre sua obra:&lt;br /&gt;“Um livro para ser lido, relido, guardado com carinho. É um documento especial, um símbolo de amor à história e à glória de um povo. Um investimento didático- histórico-cultural de tamanho vulto para Itararé”&lt;br /&gt;Sobre Navegando na Poesia, opinião crítica de Juliana Oliveira do jornal Folha do Sul de Itapeva: “Esta antologia representa os amores de Itararé, A cidade amada por tropeiros, cercada de belezas e carregada de cultura tem sua história registrada em páginas de poesias. A professora Tere resgatou preciosidades como uma canção de Chiquinha Gonzaga chamada Itararé. Uma coletânea para ser resguardada com carinho”.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-3825388316926973243?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/3825388316926973243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-therezinha-iluminada-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3825388316926973243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3825388316926973243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-therezinha-iluminada-de.html' title='Bibliografia: Therezinha Iluminada de Jesus Mello Martins'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gTzpviQDmXY/TVVkfUUDVrI/AAAAAAAAAPo/QO3EHUZ1-o4/s72-c/rioverdeitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8084874179234355765</id><published>2011-02-11T08:25:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:28:04.814-08:00</updated><title type='text'>Bibliografia Jorge Chuéri, Maior Patrimônio Artístico-Cultural de Itararé</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j8biuicAvlo/TVVjeJ9s8RI/AAAAAAAAAPg/2LbO506LiDM/s1600/diretoriacafblocos.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572469483662799122" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-j8biuicAvlo/TVVjeJ9s8RI/AAAAAAAAAPg/2LbO506LiDM/s320/diretoriacafblocos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Carnaval de Itararé, O Melhor Forfé de Momo da Região&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Jorge Chuéri – Pintor Impressionista com vários prêmios de renome, Compositor, Boêmio, Carnavalesco Premiado, Escritor, Empresário, Fundador-Diretor de Clube, Contador de Causos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Chuéri é de primeiro de agosto de 1922. De familia de libaneses, nasceu em Itararé e, ainda muito cedo, para ajudar a familia, foi trabalhar com o Pedro Tatit, no famoso “Tem Tudo”, empresa do ramo de papelaria. Estudou no Grupo Escolar Tomé Teixeira, onde foi iniciado nas lides das artes e do teatro, principalmente. Começou a pintar muito cedo, como hobby, ele mesmo fabricando suas telas, incentivado pelo seu parente Pedro de Assis Merege, também pintor, depois ganhando qualidade, estilo, respeito e fama, quando acabou sendo um empresário de sucesso também, fundando o Clube Recreativo Primeiro de Maio de Itararé. Foi ainda diretor da Santa Casa de Misericórdia de Itararé e do Clube Atlético Fronteira. Começou a expor em Itararé, e a ganhar prêmios nacionais de renome, tendo sido premiado no Brasil e até mesmo no exterior, além de ganhar o prêmio do Banco Real de Talentos da Maioridade. Escrevia coluna de Carnaval para o jornal O Itararé e depois Tribuna de Itararé, colaborando até hoje com jornais locais, inclusive no jornal O Guarani, publicando seletas de humor, crônicas de homenagens, causos recolhidos da fauna notívaga da cidade, ficções e artigos opinativos, verdadeiro boêmio que é e folião carnavalesco de primeira grandeza, também um membro do clã “fanáticos por Itararé”. É o artista mais popular de Itararé, considerando mesmo um patrimônio cultural da cidade e da região, tendo composto marchas de carnaval tradicionais e sambas-enredos, além de estar presente por mais de 70 anos em quase todas as atividades artístico-culturais da cidade; uma enciclopédia viva e de qualidade humana, bem tipificando assim o chamado “espírito alegre do talento itarareense”. Fez várias capas de livros, escreveu vários prefácios e várias orelhas, pintou a “Via Sacra Itarareense”, quinze telas da via-crúcis em espaços geofísicos de Itararé, considerada sua melhor obra. Também pintou “Os Bairros do Município de Itararé”, 47 telas. Suas obras premiadas em vários continentes, com participações expositivas no México, Espanha, Portugal, Itália, França, China Popular, Bolívia e Chile. Em 2004, o Bancário Aposentado, Fotógrafo e Cronista Moacyr Medeiros Alves, escreveu o livro “A Trajetória de um Mestre”, Edição Tipografia Itararé, em homenagem a este que é o maior artista da centenária Itararé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principais prêmios do polivalente artista Jorge Chuéri, como Artista Plástico, entre outros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menção Honrosa Salão Livre da Associação Paulista de Belas Artes, 1989. Medalha de Bronze Salão Destak promovido pela PUC-Pr, 1990. Medalha Paleta Internacional- Brasil-China, promovido pelo Núcleo de Arte e Cultura Nova Era, pela China Artists e Association Shangai Branch, na Gallery of Chinesse Paintings Institute, em Shangai, Pequim, China Popular. Grande Medalha de Ouro da Sociedade Portuguesa de Centros Comerciais, do Présunic Shopping Center, em Albufeira, Portugal. Grande Medalha de Ouro no Primeiro Grande Salão de Artes Plásticas promovido pela Prefeitura Municipal de Suzano (SP), 1998. Menção Honrosa no Salão Primavera, promovido pela APBA-Associação Paulista de Belas Artes, 2002. Medalha 60 Anos da APBA e Pequena Medalha de Bronze no VI Salão da Paisagem Brasileira, da APBA, com a tela “O Crepúsculo na Paisagem do Pinheiro Solitário de Itararé, 2002. Prêmio Banco Real ABN-AMRO, Talentos da Maioridade, 2002, com a tela “O Orquidário do Artista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jorge Chuéri foi homenageado várias vezes em Itararé, de várias maneiras e por diversos motivos, sendo Patrono do Colégio Athenas da cidade, Patrono da Sala Ambiente Jorge Chuéri do EEPG “Tomé Teixeira”, e também nome de Prêmio Cultural criado pela Prefeitura Municipal de Itararé em sua homenagem e reconhecimento público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8084874179234355765?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8084874179234355765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-jorge-chueri-maior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8084874179234355765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8084874179234355765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-jorge-chueri-maior.html' title='Bibliografia Jorge Chuéri, Maior Patrimônio Artístico-Cultural de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-j8biuicAvlo/TVVjeJ9s8RI/AAAAAAAAAPg/2LbO506LiDM/s72-c/diretoriacafblocos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2272455374752784166</id><published>2011-02-11T08:22:00.001-08:00</published><updated>2011-02-11T08:24:13.057-08:00</updated><title type='text'>Bibliografia de Dorothy Jansson Moretti, Poeta de Itararé</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jrfJ0Lz5spc/TVVij42R7yI/AAAAAAAAAPY/OtWuffEBGuI/s1600/bandagumercindopereiradeandrade.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 201px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572468482635853602" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-jrfJ0Lz5spc/TVVij42R7yI/AAAAAAAAAPY/OtWuffEBGuI/s320/bandagumercindopereiradeandrade.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Banda Gumercindo Pereira "A Furiosa" de Itararé&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;DOROTHY JANSSON MORETTI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Três Barras, SC, vindo para Itararé, SP, aos dois anos de idade. Fez o Curso Primário no então "Grupo Escolar de Itararé", hoje "Tomé Teixeira". Continuou os estudos em Castro e Londrina, PR, onde paralelamente lecionou Inglês, graduando-se posteriormente em São Paulo, Capital.&lt;br /&gt;Começou a escrever poesias aos dezesseis anos, fazendo acrósticos em álbuns de recordações de pessoas amigas. Esporadicamente escrevia artigos para os jornais "O Itararé"(extinto), e para "O Guarani".&lt;br /&gt;Mudou-se para Sorocaba, SP, em 1956, e nessa cidade publicou durante algum tempo, poesias e crônicas nos jornais locais "Cruzeiro do Sul", "Diário de Sorocaba" e "Folha de Sorocaba" (extinto).&lt;br /&gt;Em 1970 mudou-se para a capital de São Paulo, tendo lecionado Inglês em cinco escolas dessa cidade: No "Colégio Anglicano de Santo Amaro", no "Ginásio Estadual de Vila Leopoldina", no "Colégio Estadual Profa. Marina Cintra", no "Colégio Estadual Amadeu Amaral", e no "Instituto Mackenzie", onde se aposentou em 1987. É Sócia Honorária da Academia Sorocabana de Letras, pertence à Academia Petropolitana de Poesia "Raul de Leoni", à União Brasileira de Trovadores, e à Casa do Poeta "Lampião de Gas" de São Paulo, da qual foi Secretária Geral no biênio 1987-1988, bem como do jornal poético da Casa, o "Fanal", onde continua escrevendo poesias e trovas. Publica, ainda hoje, crônicas e poemas nos jornais de Itararé “O Guarani” e “Tribuna de Itararé”.&lt;br /&gt;Tem poemas publicados em jornais, revistas e antologias de alguns estados brasileiros.&lt;br /&gt;Participou de inúmeros concursos, alguns internacionais, tendo recebido troféus e diplomas na capital e no interior de São Paulo, e em várias capitais e cidades de outros estados.&lt;br /&gt;Recebeu Medalha de Honra ao Mérito no Colégio "Amadeu Amaral", da capital, por ter feito a letra do Hino dessa escola, bem como o histórico e a poesia em comemoração aos setenta anos de sua fundação, em 1979.&lt;br /&gt;Recebeu Diploma de Honra ao Mérito, de Poeta do Mês e de Musicista , na Casa do Poeta, onde colaborava nas reuniões lítero-musicais, declamando poesias, cantando e tocando piano.&lt;br /&gt;Recebeu ainda da Casa do Poeta de São Paulo, diploma e medalha de Sócia Benemérita "Por seu importante destaque como benemérita defensora da cultura e difusão das Artes Poemáticas" (dizeres textuais do diploma), honraria que muito a sensibiliza.&lt;br /&gt;Mudou-se em 1989 para Curitiba, PR, e nessa cidade publicou seu primeiro livro, "Frasco Vazio", pequena seleção de algumas de suas trovas premiadas.&lt;br /&gt;Envia há muitos anos, crônicas, trovas e poesias para os jornais "Tribuna de Itararé", e "O Guarani", os quais, graciosamente, têm divulgado os seus escritos.&lt;br /&gt;Em parceria com o Maestro Gerson Gorski Damaceno, fez a letra do Hino a Itararé, lançado a 28 de Agosto de 1989, como hino oficial da cidade. Na mesma data, aniversário de Itararé, recebeu seu Título de Cidadã Itarareense.&lt;br /&gt;O Elos Clube de Itararé concedeu-lhe Diploma de Sócia Honorária, títulos ambos , que muito a sensibilizam e dignificam.&lt;br /&gt;Em 1995 voltou a residir na cidade de Sorocaba, SP, onde, no ano 2000, publicou um livro de sonetos intitulado "Folhas Esparsas", do qual em 2006 fez uma 2a. edição; no ano 2002 publicou um livreto intitulado "Trovas ao Vento”, e em 2006 um outro também de trovas, intitulado “Chá da Tarde”, que lhe valeu, em 2007, na categoria Poesia, o “Prêmio Anual Sorocaba de Literatura – Categoria Poesia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dorothy, entre tantos outros prêmios, diversas Menções Honrosas, Menções Especiais, ganhou também os seguintes Concursos de Trova:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Março 1988, Vencedora do Concurso de Trovas da UBT-União Brasileira de Trovadores de São Paulo SP, Maio 1988, Vencedora dos XXIX Jogos Florais de Nova Friburgo RJ, Outubro 1988, Vencedora do Concurso de Trovas da UBT de São Paulo SP, Dezembro 1998, Vencedora do Concurso de Trovas “Museu da Literatura” de SP, Novembro 1995, Vencedora do Concurso de Trovas do Museu Padre Anchieta de São Paulo SP, Outubro 1996, Vencedora do Concurso de Trovas do Museu Padre Anchieta de São Paulo SP, Março 1997, Vencedora do Concurso de Trovas do Clube Português de São Paulo SP, Setembro 1998, Vencedora dos XV Jogos Florais de Ribeirão Preto SP, Agosto 1999, Vencedora do Concurso Internacional de Trovas do Museu Padre Anchieta de São Paulo SP , Abril 2000, Vencedora dos I Jogos Florais de Maringá PR, Setembro 2000, Vencedora dos XIII Jogos Florais de Santos SP, Setembro, 2002, Vencedora do Concurso de Trovas da UBT de São Paulo SP, Junho 2003, Vencedora do I Jogos Florais de Pedro Leopoldo MG, Dezembro, 2003, Vencedora do XXVI Jogos Florais de Pouso Alegre MG, Novembro 2004 – Vencedora do Concurso de Poesia da Casa do Poeta Maçom do Brasil – São Paulo SP, Julho, 2005 – Concurso de Trovas da UBT de São Paulo SP, Setembro 2006, Vencedora do– XIV Jogos Florais de Curitiba PR, Dezembro 2006 – Vencedora do Concurso de Trovas da Academia de Trovas do Rio Grande do Norte, Natal-RN , Julho 2006 – Vencedora do Concurso de Trovas da UBT de São Paulo SP, Outubro 2007 – Vencedora do XXV Concurso Nacional e Internacional de Trovas da UBT de Taubaté SP, Dezembro 2007, Vencedora do VIII Concurso de Assinantes do Trovalegre – Pouso Alegre MG, Julho 2008 – Vencedora do Concurso de Trovas da UBT de São Paulo SP, Julho 2008, Vencedora do Concurso de Trovas Assinantes do “Informativo” de São Paulo SP&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2272455374752784166?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2272455374752784166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-de-dorothy-jansson-moretti.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2272455374752784166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2272455374752784166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/bibliografia-de-dorothy-jansson-moretti.html' title='Bibliografia de Dorothy Jansson Moretti, Poeta de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-jrfJ0Lz5spc/TVVij42R7yI/AAAAAAAAAPY/OtWuffEBGuI/s72-c/bandagumercindopereiradeandrade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8493359512952809441</id><published>2011-02-11T08:17:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T08:21:04.166-08:00</updated><title type='text'>Causo do Zé Maria Silva, O Maior Contador de Causos de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dZHJVPTzMGQ/TVVh5v_AtEI/AAAAAAAAAPQ/6f37CO3TGtc/s1600/itarareftonova.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572467758702048322" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-dZHJVPTzMGQ/TVVh5v_AtEI/AAAAAAAAAPQ/6f37CO3TGtc/s320/itarareftonova.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Causo do Zé Maria Silva, O Maior Contador de Causos de Itararé, São Paulo, Cidade Poema &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'O Azulão' - Causo narrado por José Carlos Nogueira, que ouviu de seu pai, o saudoso Farmacêutico José Nogueira, de Itararé-SP. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;'' Este causo aconteceu em Itararé, SP, nos idos de 30. Nhô Quinzinho tinha a fama de ser o maior comprador de suínos do sul paulista. Baixinho, usava sapato de salto pra compensar. Vaidoso, tingia o cabelo e o bigode. Sentia orgulho de ser chamado de garanhão, labioso. Mas seu orgulho mesmo se chamava Cigana, uma mula de passo picado. Num 25 de março agourento, ele resolveu fazer uma viagem no lombo da mula sertão acima. Em qualquer das paradas, dizia:&lt;br /&gt;- Animal tal qual não tive notícia!&lt;br /&gt;Dias depois, chegou ao destino, a Fazenda Santa Genoveva, do compadre Propício Assunção.&lt;br /&gt;Ao passar a porteira, encontrou a comadre Zefa Polaca, loura, olhos azuis, que lhe disse pra aguardar o marido, que tinha saído. Tomaram café, depois licor, Dona Zefa começou a sorrir maliciosa até que o inevitável aconteceu: o compadre passou-lhe uma cantada. Ela não disse que sim nem que não. Seu Propício chegou finalmente e foram jantar. A comadre, sempre solícita, ofereceu inclusive uma moela para o visitante. Mas, de repente, o mundo caiu com a fala de Dona Zefa:&lt;br /&gt;- Propício! O cumpadre me fez uma proposta quando nóis tava sozinho!&lt;br /&gt;Pronto, a moela entalou na garganta do coitado.&lt;br /&gt;- Qual foi muié?&lt;br /&gt;- O cumpadre qué trocar a Cigana pelo cavalinho Revortoso.&lt;br /&gt;Nhô Quinzinho sentiu alegria e tristeza ao mesmo tempo, mas achou melhor não discutir e dar a mula. No caminho de volta, vendeu o Revortoso e pegou um trem. No mesmo vagão que ele, um violeiro dedilhava uma moda: 'Eu tenho uma mula preta...'. Quinzinho não se conteve e disse:&lt;br /&gt;- Pelo leite que você mamô na tua mãe, não toque mais isso. E chorou que nem criança.'&lt;br /&gt;'O Garanhão, a Mula e o Petiço' - causo adaptado do livro As Batalhas de Itararé, de José Maria Silva, o Zé do Ponto, primo de Zé Bocca&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8493359512952809441?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8493359512952809441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/causo-do-ze-maria-silva-o-maior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8493359512952809441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8493359512952809441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/causo-do-ze-maria-silva-o-maior.html' title='Causo do Zé Maria Silva, O Maior Contador de Causos de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dZHJVPTzMGQ/TVVh5v_AtEI/AAAAAAAAAPQ/6f37CO3TGtc/s72-c/itarareftonova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8646740401651465449</id><published>2011-02-11T07:08:00.000-08:00</published><updated>2011-02-11T07:09:28.037-08:00</updated><title type='text'>Crítica Livro O HOMEM QUE VIROU CERVEJA, de Silas Correa Leite, de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AxuAEDofbEg/TVVRHizCzdI/AAAAAAAAANo/lkXdADUk2P4/s1600/capasilascleite.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 203px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572449303982689746" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-AxuAEDofbEg/TVVRHizCzdI/AAAAAAAAANo/lkXdADUk2P4/s320/capasilascleite.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Crítica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“O Homem Que Virou Cerveja”, Livro Premiado de Crônicas de Silas Corrêa Leite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de finalista do Prêmio Telecom de Portugal, com seu livro de contos premiados ‘CAMPO DE TRIGO COM CORVOS´, Editora Design, Santa Catarina a venda na www.livrariacultura.com.br, Silas Correa Leite, o tachado de “O Neomaldito da Web” (pelo site Capitu), com bela entrevista polêmica num dos últimos Programas “Provocações” da TV Cultura (SP) do Antonio Abujamra (o vídeo está fazendo sucesso no YouTube como Poeta Silas C. Leite), está lançando agora o livro de “crônicas hilárias de um poeta boêmio”, chamado ‘O HOMEM QUE VIROU CERVEJA´, Giz Editorial, SP, Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador, Bahia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra traz a famosa crônica de humor que nomina o novo livro, entre causos (de Itararé, é claro!), croniquetas diversas (sobre Mania de Banho, Fanático Por Bar, Baristas), entre um e outro tributo à boêmia; acontecências engraçadas de Santa Itararé das Letras (como ele mesmo diz) e de Sampa, onde o autor exilado de sua terra-mãe reside (no Butantã). Contações do arco da velha, e ainda o belíssimo texto “A Voz da Filha Que Não Houve” (foi vertida para o espanhol por um site aí, e ficou ainda mais belamente triste), e mesmo a tal da Declaração Universal dos Direitos dos Boêmios que é um destaque nas infovias da web, tão criativo texto quanto o próprio Estatuto de Poeta que corre a rede da net vertida para o espanhol e inglês, e que constou no livro Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da “Poética da Tristeza”, como na polêmica entrevista ao Provocações, em que o autor soberano driblou o Mefisto do Abujamra, passando pelo e-book de sucesso O RINOCERONTE DE CLARICE, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, tese de doutorado na UFAL, novamente Silas Correa Leite surpreende pela peculiaridade, estilo, domínio da escrita, fluência, desta feita paradoxalmente em alto astral, onde, irônico, traz um sortido de historiais, ainda com crônicas apimentadas de sensualidade em relações humanas extremamente mais realistas do que propriamente afetivas, verdadeiras narrativas pra boi dormir (no caso, cair nos risos ao lê-las), entretendo, revelando essa nua nova face de Literato contemporâneo que muito merecidamente por certo já o é. Quer saber? Basta buscá-lo num site como o Google, e você vai achá-lo em tudo quanto é lugar, quase 500 links. Com tantos prêmios de renome, vários livros, constando em mais de cem antologias literárias em verso e prosa, até no exterior, é de se esperar de Silas Correa Leite, a cada novo livro, uma mostra de sua lucidez e qualidade lítero-cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Livro O HOMEM QUE VIROU CERVEJA esteve na estande da Giz Editorial, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro (Setembro 2009), e tornou-se uma espécie de fechamento de ciclo do escritor premiado, poeta, ficcionista, resenhista, crítico, preparando-se para outros novos voos, outras obras impressionantes, surpresas letrais, trabalhos diferenciados, acima da média e sempre contundentes, altamente criativos com imaginação fora de série, no caso deste livro O HOMEM QUE VI VIROU CERVEJA, literalmente fora do sério...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o autor, que acompanho faz tempo (trabalho uma tese sobre sua importância na nova literatura brasileira), já tem um romance “aprovado” por uma importante editora da grande São Paulo, um sendo avaliado por uma editora emergente do sul, está preparando ainda outros livros, como um novo de poesia, um novo de contos, um sobre vivências na educação pública, talvez um já sobre Fortuna Crítica, alguns infantis ou infanto-juvenis, todos em surrealismo ou realismo fantástico, enquanto em tantos blogues divulga suas letras-de-rock-poemas, entre tantas baladas e blues que compõe e que ainda permanecem inéditas em gravações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Almeida Fischer disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um escritor se firma e permanece na lembrança de seus contemporâneos especialmente em função de sua inventiva, de sua técnica, de sua linguagem e/ou do seu poder renovador”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite é exatamente isso; é assim, quem o conhece fica só sondando qual a própria criação a tirar da cartola de sua mente. Não vem fazendo sucesso por acaso. Não vem sendo entrevistado ou reportagem na chamada grande mídia porque escreve água com açúcar. Muito pelo contrário. Como ele tem apenas 57 anos, entre palestras, críticas sociais, ensaios e outros trabalhos em verso e prosa, não é de surpreender que o tal do “neomaldito da web” vire mesmo pop e cult, talvez entre para uma academia de letras, ou seja reconhecido por uma grande editora que banque sua obra de grosso calibre, porque é um escritor que tem muito o que produzir, criar, encantar.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Antonio T. Gonçalves&lt;br /&gt;SP – E-mail: tudotito@zipmail.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8646740401651465449?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8646740401651465449/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/critica-livro-o-homem-que-virou-cerveja.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8646740401651465449'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8646740401651465449'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/critica-livro-o-homem-que-virou-cerveja.html' title='Crítica Livro O HOMEM QUE VIROU CERVEJA, de Silas Correa Leite, de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-AxuAEDofbEg/TVVRHizCzdI/AAAAAAAAANo/lkXdADUk2P4/s72-c/capasilascleite.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-6390908292451180951</id><published>2011-02-10T16:49:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T16:52:16.049-08:00</updated><title type='text'>Twitter-Poemas, "Siladas" de Silas Correa Leite de Itararé, Cidade Poema</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-SVS6LvU08ZY/TVSIJTIY16I/AAAAAAAAAL4/V3aosi1_Urw/s1600/silasband.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572228332299802530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-SVS6LvU08ZY/TVSIJTIY16I/AAAAAAAAAL4/V3aosi1_Urw/s320/silasband.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Silas de Itararé entrevistado na Tv Bandeirantes&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desimportâncias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ícaro pousou num fio de alta tensão e encontrou o nirvana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As paredes têm ofídios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta é procurar ovos em pelos e ser salvo pelas metáforas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cada porto há um pedaço de eternidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agulha do poeta longe de Itararé, toca um vinil de pirillâmpadas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem não chora não se arma&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existir é colocar pingos em dáblios&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enterros são plantações der arquivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrou o amor no farol fechado. Nunca teve filhos. Deveria obedecer aos sinais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte não manda e-mail&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brincanças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os endereços são estercos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnica de aproximação comigo mesmo: lesmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é uma desaceleração de partículas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A civilização humana às vezes é um pé no sacro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui atropelado pela existência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem nasce morto não nasce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A terra é o aterro sanitário do espaço, onde estão depositados todos os vermes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou estrangeiro em meu próprio corpo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncios cumplices têm gerador próprio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o mundo acabar eu volto para Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agulhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte me deu um saxofone e disse, vá tocar tambor em Nova York&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha vida é um livro aberto de mim sem mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sorvete sorriu para a groselheira seca, se derretendo todo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrever é voar com remos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a TPM, converso com a minha esposa de mulher para mulher&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O livro era bom, mas tão bom, que o leitor orria no final&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez achei uma bolinha de gude no miolo de uma jabuticaba vesga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colabore com as autoridades: cometa um crime perfeito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez fui a um baile de fantasmas: eles ficaram com medo porque eu era o único&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei cedo para não ser surpreendido. No entanto, o meu rabo, de alguma espécie de dinossauro, ainda balançava no cipó de Darwin&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Silas Correa Leite&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Livros no site:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.livrariacultura.com.br/"&gt;http://www.livrariacultura.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-6390908292451180951?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/6390908292451180951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/twitter-poemas-siladas-de-silas-correa.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6390908292451180951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/6390908292451180951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/twitter-poemas-siladas-de-silas-correa.html' title='Twitter-Poemas, &quot;Siladas&quot; de Silas Correa Leite de Itararé, Cidade Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-SVS6LvU08ZY/TVSIJTIY16I/AAAAAAAAAL4/V3aosi1_Urw/s72-c/silasband.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-2813000305278729185</id><published>2011-02-10T16:46:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T16:48:12.036-08:00</updated><title type='text'>PERGUNTAMENTOS - POEMAS</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4EK4Avy0kXA/TVSHQo-BidI/AAAAAAAAALw/MDgPHCatpMI/s1600/silastv.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 244px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572227358909368786" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-4EK4Avy0kXA/TVSHQo-BidI/AAAAAAAAALw/MDgPHCatpMI/s320/silastv.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poemas de Outono&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P E R G U N T A M E N T O S&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tenho de dar de comer ao Poema – Murilo Mendes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Miseris Nobilis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;volta e meia paira sobre mim&lt;br /&gt;o medo da miséria e da fome&lt;br /&gt;da minha infância humilde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;então trabalho e estudo e escrevo&lt;br /&gt;feito um condenado à vida&lt;br /&gt;que só na loucura santa de sobreviver criando&lt;br /&gt;encontra a sua espécie de cura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meus versos são pães dormindo&lt;br /&gt;uma realidade substituta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02)-Teatro de Ocupação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cansei de existir&lt;br /&gt;Mas estudo, trabalho, luto para não&lt;br /&gt;Repetir&lt;br /&gt;A dose.&lt;br /&gt;Morrer é passar de ano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luto para não me ferir&lt;br /&gt;Mais do que me fere a existência&lt;br /&gt;De ser&lt;br /&gt;Um homem.&lt;br /&gt;Viver é reparar dano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existo para inquirir&lt;br /&gt;O nojo, o horror da vida, a cruz&lt;br /&gt;Do medo&lt;br /&gt;Da fome.&lt;br /&gt;Escrever é baixar o pano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03)-Violões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Invejo quem toca violão&lt;br /&gt;Violão é o céu plangente&lt;br /&gt;Na ponta dos dedos, na palma da mão&lt;br /&gt;Como um corpo de mulher estridente&lt;br /&gt;Em que você pratica a levitação&lt;br /&gt;E gera música, harmonia, gente&lt;br /&gt;Orquestrando a alma-nau da afinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04)-UTOPIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;detesto silêncio quando estou existindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quando foi mesmo que existi?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;detesto barulho quando estou escrevendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que lugar me fujo no criar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;detesto existir quando escrevo poemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que lugar me sou a fazer versos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sou nada e tudo - qualquer parte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESCREVENDO PARA FUGIR DE ME SER&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05)-Guerra &amp;amp; Paz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalho numa biblioteca pública&lt;br /&gt;De vez em quando os personagens&lt;br /&gt;Dos clássicos vêm conversar comigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nessas horas que me enlivro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06)-Labore&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentei esquecer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que a vida me fez sofrer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu escreveria&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poesia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o laboratório de me ser?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07)-Oito Quedas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hoje eu acordei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;meio foz do iguaçu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ouvindo blues&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;desaguando poemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O buraco das Sete Quedas é mais embaixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08)-Laranja&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;botaram o ceguinho pra vender laranjas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no farol da Paulista com a Consolação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o pobre vendeu todas as frutazinhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;mas não viu nenhum tostão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09)-Furta-Cor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Protege&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10)-Autoridade Civil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E SE A POLICIA TAMBÉM FOSSE PRESA UM DIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR DESACATO AO EXERCICIO DE CIDADANIA?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11)-O Papagaio e a Pia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;gota a gota a torneira pinga e chia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na pia da cozinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o papagaio da casa vizinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;olha escuta aprende e espia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;quando finalmente consertaram a pia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o papagaio já decora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e pia como uma pia marmórea&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na sua entoação sonora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pior do que uma pia alada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;seria uma torneira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pois fica chato na casa fechada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;um papagaio imitando&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;uma gota vazada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12)-NEOLIBERALISMO (Cínico Estado Mínimo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há vagas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há vagas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;não há vagas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Aceitamos Escravos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13)-Mariposa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a mariposa suicida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na lâmpada apagada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;espera amanhecer a noite&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14)-Genuflexório&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha mãe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirava lágrimas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos joelhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15)-Xerox Quebrada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho tantas histórias pra contar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho tantas histórias pra contar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tenho tantas histórias pra contar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16)-IDIOTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos de idiotas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para arredondar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia da banalidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bipolar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda há gente vulgar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que acredita em genialidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é o atestado jugular&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De nossa finita imbecilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá pra acreditar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17)-Poema do Cego Pulando Amarelinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego pulando amarelinha&lt;br /&gt;Toma o anjo pela mão&lt;br /&gt;Você só vê o gesto táctil do cego não&lt;br /&gt;Vê jamais o anjo na sua condução&lt;br /&gt;Em cada estágio de saltar sem pisar na linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego pulando amarelinha&lt;br /&gt;Parece flutuar num balé&lt;br /&gt;E sonda-o a rua de Itararé inteirinha&lt;br /&gt;Perguntando o que nele enseja tanta fé&lt;br /&gt;Céu e inferno; o cego parece que advinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cego e a sua amarelinha&lt;br /&gt;Parece um milagre até&lt;br /&gt;Toma-o pela mão o anjo; o cego se aninha&lt;br /&gt;E pula e salta e vence e acerta o pé&lt;br /&gt;Talvez porque céu ou inferno só dentro da gente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18)-Pirilâmpado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ninguém pode pensar, sentir ou agir&lt;br /&gt;Senão a partir da própria alienação...”&lt;br /&gt;R. D. Laing&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se quero sobreviver preciso esquecer que meu corpo é uma carcaça.&lt;br /&gt;Uso as palavras para recompor minha vida exangue.&lt;br /&gt;Tento compreender o absurdo da existencialização.&lt;br /&gt;Prezo a morte e leio escombros na angústia-vívere.&lt;br /&gt;Tenho em mim a decadência-preço de Existir.&lt;br /&gt;Não fui aparelhado espiritualmente para suportar a vida.&lt;br /&gt;Minha infância pobre é o mundo que trago às costas como uma lesma com carcova.&lt;br /&gt;Sou um renunciante à vida que respira a tristeza no caos.&lt;br /&gt;Amo os silêncios porque deles tiro filés de santas palavras.&lt;br /&gt;Caibo em despertencimentos, desabandonos e desespelhos com a consciência saturada.&lt;br /&gt;Minha palavra é a minha voz como o estertor de um vagido.&lt;br /&gt;Existir dói e faço doer os engenhos e açudes das palavras.&lt;br /&gt;Uso as esporas das palavras em verso e prosa para refazer a vida que me deram como uma sentença-castigo.&lt;br /&gt;Se eu escrever ansiedades perdoem o inexato corte de pelica da dor em mim lavrada.&lt;br /&gt;Não tenho fórmulas para escapar ileso e não estou impune.&lt;br /&gt;Sou um bebedor e comedor de verbos feito um Pirilâmpado.&lt;br /&gt;Dou ciência de mim aos efêmeros insensíveis como potes de vísceras.&lt;br /&gt;Não me leiam se não querem se assustar de serem a si mesmos revelados como carcaças em espelhos turvos.&lt;br /&gt;Sou por acaso aqui e ali uma espécie de rebrilux. Os gemidos de noiteadeiro falam por mim, me descrevem.&lt;br /&gt;Palavras me são remédios. Correm no meu sangue. Regurgito.&lt;br /&gt;Como se adubos de palavras em ordinárias bateias de granizo.&lt;br /&gt;Sou inventariante de angústias humanas, escondo-me em bibliotecas&lt;br /&gt;E bebo de lanhos de meu próprio sangue letral&lt;br /&gt;Envenenando-me da dura e triste carcaça Sobrevivencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19)-Tintas (Água, Sal e Muro)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um índio pode deixar suas terras muito além das montanhas e florestas&lt;br /&gt;Passar por divisas, armadilhas - entrar em grandes metrópoles urbanas tristes&lt;br /&gt;Mas, ainda dentro de um shopping, no meio de uma praça pública ou túnel&lt;br /&gt;Um índio será sempre um índio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tenho sangue índio, negro e judeu em mim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um negro pode ter deixado a sua aldeia numa distante savana da África-Mãe&lt;br /&gt;Passar por moendas, engenhos, bandas de blues ou resistências espirituais&lt;br /&gt;Mas, ainda dentro de uma catedral, no meio de anjonautas ou solitário&lt;br /&gt;Um negro será sempre um negro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tenho sangue índio, negro e judeu em mim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um judeu pode deixar sua sinagoga, suas tribos, seu cântico do talmude&lt;br /&gt;Passar por diásporas, derramas, cálices, trevas, êxodos ou inquisições&lt;br /&gt;Mas, ainda que esteja cordeiro tosquiado no vale da sombra da morte&lt;br /&gt;Um judeu será sempre um judeu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tenho sangue índio, negro e judeu em mim)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;............................................................................&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou a mistura de horizontes, fermentos; salmos e renascimentos alados&lt;br /&gt;Sou água, sal, muro das lamentações, ancouradouros e flores de jasmim&lt;br /&gt;O que mais sou numa aquarela de mistura quando escrevo todas as tintas de mim?&lt;br /&gt;Sou a dor do índio vitimado&lt;br /&gt;Sou a cor do negro escravizado&lt;br /&gt;Sou o horror do judeu exilado&lt;br /&gt;Sou lágrima, arado, pensagem, querubim&lt;br /&gt;Sou todos os seres humanos numa palheta misturado&lt;br /&gt;Sou a raça humana - a espécie que erra&lt;br /&gt;Sou o bom cabrito que no poetar berra&lt;br /&gt;E sou, ainda, a minha própria terra&lt;br /&gt;Eu mesmo um Brasil indecifrável lá dentro de mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20-My Way&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;My Way&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia você acorda e olha pra trás&lt;br /&gt;E diz: eu não era nada.&lt;br /&gt;E vê toda vida que fez do seu jeito&lt;br /&gt;E pergunta: terá valido a pena?&lt;br /&gt;Você acha que venceu na vida&lt;br /&gt;Mas sabe: o que restou de você?&lt;br /&gt;Talvez muito pouco ou quase nada&lt;br /&gt;Daquilo: uma criança pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia você cai em si e teme&lt;br /&gt;O resultado: o que fizeram de você&lt;br /&gt;A luta a dor, as amarguras e&lt;br /&gt;Seqüelas: terá sido uma vitória?&lt;br /&gt;Dentro do seu coração os sonhos&lt;br /&gt;E as escuridões: são os poemas&lt;br /&gt;Que você escreve porque tem medo&lt;br /&gt;De se matar: morrer depois de tudo?&lt;br /&gt;..............................................................&lt;br /&gt;Um dia você não quer olhar pra trás&lt;br /&gt;E nem pra você: foge para a poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Na escrita há um tempo irreal&lt;br /&gt;Uma ilhota íntima: você em você!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silas Correa Leite&lt;br /&gt;Santa Itararé das Letras&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-2813000305278729185?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/2813000305278729185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/perguntamentos-poemas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2813000305278729185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/2813000305278729185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/perguntamentos-poemas.html' title='PERGUNTAMENTOS - POEMAS'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-4EK4Avy0kXA/TVSHQo-BidI/AAAAAAAAALw/MDgPHCatpMI/s72-c/silastv.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-82232289276730159</id><published>2011-02-10T16:33:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T16:36:31.832-08:00</updated><title type='text'>Ser da Estância Boêmia de Itararé, Cidade Poema</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-L_yzSWNcuZw/TVSEitsmW4I/AAAAAAAAALo/oQ0u6MrfYM8/s1600/silaspazamor.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 267px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572224370881223554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-L_yzSWNcuZw/TVSEitsmW4I/AAAAAAAAALo/oQ0u6MrfYM8/s320/silaspazamor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Rir é o Melhor Remédio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser da Estância Boêmia de Itararé, É:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33 Motivos Para ser Fanático por Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Achar Itararé a mais bela aldeia do mundo, mesmo eventualmente não conhecendo direito o mundo, até porque, se Jesus Cristo tivesse nascido em Itararé, os três Reis Magnos seriam o Jorge Chuéri, o Gustavo Janson e o Walter Menk&lt;br /&gt;02)-Ser um “fanático por Itararé” e adorar a Cidade-Poema acima e abaixo de todas as coisas reais e imaginárias, até porque, Itararé é a nossa Shangri-lá, nossa Pasárgada, nossa Jerusalém celeste aqui mesmo&lt;br /&gt;03)-Ser boêmio, bom de prosa afiada, contador de palha, pescador e até, aqui e ali, inventor do inexistente, até porque Itarareense não mente, inventa verdades que ainda não aconteceram de acontecer&lt;br /&gt;04)-Preferir ficar preso em Itararé do que livre e solto em qualquer outro lugar do Planeta Água, até porque, longe é um lugar que não existe, e assim mesmo lá tem tubaina de limão-cravo do Vilela e uísque&lt;br /&gt;05)-Adorar biritar entre amigos, principalmente falando mal da vida alheia e sondando mulher pedaçuda com seios de manga-sapatinho, mãos de pianista, pés de bailarina, olhos de jade e pensão alimentícia de três maroteiros beiçudos e com amarelão&lt;br /&gt;06)-Torcer pro Clube Atlético Fronteira, o mais “glorioso, majestoso, poderoso” clube sócio-futebolístico da city. Quem torce pra Associação Atlética de Itararé é caipora de lazarento e filhote de cruz credo&lt;br /&gt;07)-Ter algum dom natural, algum talento, pintar, escrever, jogar truco ou mesmo contar mentiras por atacado, até porque quem bebe a água da gruta da barreira sempre volta, o que não volta é a água que é mijada fora&lt;br /&gt;08)-Ser de esquerda, sempre. Fazer oposição por graceza, contenteza. Se há governo, é contra, esquerdista por legítima defesa da honra, da ética e em busca de um humanismo de resultados&lt;br /&gt;09)-Adora gandaias, forfés, micaretas, carnavais, quermesses, serenatas e, principalmente bordel e pescaria, principalmente se não levar marmita, isto é, se a patroa com pelanca não for junto&lt;br /&gt;10)-Sacar antes o lance, saber bem de tudo quanto é assunto, mostrar dialética e ser loquaz entre amigos e morféticos curiosos, e nunca andar com canhão, quero dizer, mulher feia, a não ser que esteja muito “bêudo” ou picego&lt;br /&gt;11)-Defender Itararé a todo custo, haja o que houver, doa a quem doer, afinal, morrendo todo Itarareense será parte da terra Itararé, e, assim, é melhor cuidar bem da terrinha-nós-mesmos a partir do que seremos seremos no devir&lt;br /&gt;12)-Itarareense é “Andorinha sem Breque”, dá nó em pingo de chuva, desvia de cobra-fantasma, e assovia bem, até porque, como dizia o saudoso Barbosinha tocando Luar de Itararé...música é vento&lt;br /&gt;13)-Detesta amigos do alheio, desde corruptos e ladrões, não aceita gente de duas caras e mete a boca em tipo janota e boçal, muito menos gosta de ser palhaço de outro palhaço se olhando no espelho&lt;br /&gt;14)-Conta palha de que Itararé foi feita no sexto dia de criação, por isso Deus teve que descansar no Sábado lá no Bar do Tepa, já que tinha caprichado e cansou-se, depois foi pro forfé e pegou gosto.&lt;br /&gt;15)-Itarareense bebe porque é líquido. Se fosse sólido comeria. E bebe sim, vermes não comem pudins de cachaça&lt;br /&gt;16)- Todo Itarareense é anarquista teórico, marxista técnico, boêmio pela própria natureza, fanático por Itararé e social-democrata com visão ético-plural-comunitária&lt;br /&gt;17)-Todo Itarareense é pão duro ao extremo, cria escorpiões no bolso para não ter que atacar as algibeiras em caso de precisão de vida , morte ou desfrute de eventual biscataria self service&lt;br /&gt;18)-Itarareense não morre. Vira purpurina. Não nasce, estréia na Terra.Não é aparecido é criativo, e sabe fazer bonito, no amor e na dor. Mas vai em velório e gosta de aparecer mais que o finado&lt;br /&gt;19)-Itarareense que não presta nasce morto. Ou vai nascer noutra freguesia do Paraná, logo depois da divisa do rio Itararé, lados de Sete Quedas, aliás, Oito quedas, se empurrar a sogra que não é boa bisca lá.&lt;br /&gt;20)Itarareense adora fazer caridade com o dinheiro dos outros, assim como adora comprar fiado de caderneta e perder a caderneta. Sabe ser útil e solidário na hora hagá, e não acredita em artes que não sejam libertações.&lt;br /&gt;21)Itarareense sabe que, sexo seguro é quando ele segura no seu próprio usucapião pra urinar cervejadas, aliás, se cerveja se pagasse pelo que se urina, só se pagava o rótulo&lt;br /&gt;22)Itarareeense-andorinha na dúvida em gastar ou poupar toma mesmo é suco da sabesp com petisco de língua de sapo chulé&lt;br /&gt;23)O buraco da barreira é mais embaixo, andorinha grande é Taperá, quem não gosta de Itararé, boa bisca não é&lt;br /&gt;24)Itararé não tem tarado, tem liberal esquizofrênico, não tem biscate, tem Maria vai com as outras e dá de lambuja&lt;br /&gt;25)Itarareense não tem viado. Os viados vão todos para Curitiba e passam em Ponta Grossa&lt;br /&gt;26)Itarareense não morre, estréia no céu, mas antes passa pelo Asilo Jesus Tá Chamando, depois entra no Morgue Vá Com Deus e, finalmente, deita a paquera no Cemitério Lágrimas do Céu&lt;br /&gt;27)Em Itararé, quem toma Coca Cola arrota pum, e sabe muito bem e com prazeirança que batatinha quando nasce vira fritas do Bar do Mino&lt;br /&gt;28)Todo artista Itarareense é aplaudido em pé na Praça Coronel Jordão, até porque, a bem da verdade, lá não tem banco pra todo mundo se sentar&lt;br /&gt;29)Em Itararé o vento sola saudades pegajenta do Maestro Gaya, do Fernando Milcores e das estrelas Irmãs Pagãs.&lt;br /&gt;30)O defeito do itarareense é ser pão duro, daqueles que dá tiau com o punho para não gastar vão de dedo, e nem tem muito jegue júnior na prole para não gastar zona de fricção&lt;br /&gt;31)Itararé tem Passarinho que anda de bicicleta e com chapéu de florzinha verde na gadelha, tem restaurante que fecha pra almoço e tem rio verde que não amadureceu ainda&lt;br /&gt;32)Itarareense quando viaja, leva foto de Itararé só pra matar saudades e tomar umas e outras em homenagem à sua santa terrinha. Aliás, o melhor lugar do mundo é aqui e agora, e todo Itarareense sabe muito bem que, “Esteve em Itararé e não lembrou de ninguém;Pois quem não está em Itararé está sem&lt;br /&gt;33)Itarareense pobre só come carne mesmo quando o feijão-rosinha tá bichado&lt;br /&gt;Habemus República Etílico-Rural de Itararé&lt;br /&gt;It(ar)(ar)é!&lt;br /&gt;O Paulista de Itararé é mais paulista do que os outros paulistas&lt;br /&gt;O céu azul é o mar de Itararé&lt;br /&gt;Itararé, verás que um filho teu não foge a luta&lt;br /&gt;Itararé, a história do Brasil passa por aqui&lt;br /&gt;Morro pelo Brasil, mato por Itararé&lt;br /&gt;Sou de Itararé, não desisto nunca&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Poetinha Silas Corrêa Leite, Sampa, Saudades de Itararé, do Jazz nasce a luz.&lt;br /&gt;poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-82232289276730159?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/82232289276730159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/ser-da-estancia-boemia-de-itarare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/82232289276730159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/82232289276730159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/ser-da-estancia-boemia-de-itarare.html' title='Ser da Estância Boêmia de Itararé, Cidade Poema'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-L_yzSWNcuZw/TVSEitsmW4I/AAAAAAAAALo/oQ0u6MrfYM8/s72-c/silaspazamor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-8790949939095420037</id><published>2011-02-10T16:30:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T16:33:14.746-08:00</updated><title type='text'>Itararé Que Eu Adoro Tanto</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KPEWxX7RS_k/TVSDpO7o3OI/AAAAAAAAALg/bafTf7EV5Ac/s1600/silasdirceumendes.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572223383370259682" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-KPEWxX7RS_k/TVSDpO7o3OI/AAAAAAAAALg/bafTf7EV5Ac/s320/silasdirceumendes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Bar do Tépa, Itararé, Cidade Poema&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Poetinha Silas e Prof Dirceu Mendes&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Crônica&lt;br /&gt;Itararé Que Eu Adoro Tanto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Só Deus sabe o que um filho ausente de Itararé sofre – longe de casa, da rua e quintal de infância, dos pais, dos amigos, do toldo estrelado de Santa Itararé das Artes, Cidade-Poema, terra de ancestrais, berço esplêndido, aldeia-mãe... Só mesmo Deus sabe... Saí muito cedo de casa. Comecei a trabalhar muito cedo – engraxate, vendedor de dolé de groselha preta, bóia-fria – e com 14 se tanto fui trabalhar na Marcenaria Estrela do Jora Moveis que se mudaria par Ribeirão Vermelho do Sul, aquele tempo ainda não com o nome feio de Riversul... que depois da mudança do nome se tornou... Depois, voltando para Itararé, fui trabalhar no Bar do Calixtrato, de onde migrei para Sampa, 18 anos, 1970, quarta-série, e, na capital paulista em época de ditadura militar incompetente, corrupta, violenta e senil, fui finalmente aportar, sem dinheiro no bolso, sem parentes importantes... exatamente como na balada do cantor Belchior... Longe de casa é um lugar que não há; não existimos, somos bichos estranhos no ninho da megalópolis, aliás, longe de Itararé somos um não-ser num não-lugar. Sem os bolinhos de chuva da mãe, sem a graciosidade das irmãs e irmãos, sem o acordeão vermelho do pai solando abismos de rosas, sem o chão, o luar, os bares e lares de uma Itararé que sempre amei tanto... O pai ligava chorando. Sabia que eu estava passando fome. Dizia que em casa eu teria meu cantinho, minha bóia (só Deus sabe o que um filho sente ausente de seu lar, de sua terra), mas eu, turrão, respondia: -Só volto formado ou morto. Mas era a angústia de ser um guri, bendito fruto, criado entre mulheres e longe de casa era estar literalmente no átomo sem cachorro... Um fanático por Itararé, lendo a Bíblia, lendo a história do pacifista indiano Mahatma Gandhi, alma rasgada, peito alquebrado, saudades de Itararé, da voz de clarineta da mãe, das ruas e quintais do guri ainda imberbe nos seus já sofridos 18 anos. Uma pensão na Rua Torres Tibagi, 55, Bom Retiro. A dona da pensão jogava fora as comidas de natal, as sobras das ceias, no lixo, achando que lá eu ia catar para não morrer de fome. Sempre fui de fibra, determinado, turrão; tinha vergonha na cara, não comi, três dias passando fome – e era Natal – mas eu esta lendo muito e ainda acreditava nos meus sonhos, ser um escritor, me formar, vencer na vida. Será o impossível? Só por Deus. Longe de Itararé somos andorinhas perdidas. Eu lia muito, escrevia muito. Fugia no letral. De afeto só as orações demoradas de minha mãe por mim, por meus sonhos, o guri espeloteado que estivera seis vezes para morrer, quando muito piá de tudo, e em Sampa era mais um na louca correria da lida. Até que arrumei um trampo. Encontrei-me com o Helio Porto e lá fui ser vendedor externo das lojas Ducal. O Helio me trazia, todo santo dia, uma marmita que a esposa dele me mandava. Jamais esquecerei esse dia. Jamais o esquecerei. Amigos para sempre. Depois da Ducal fui trabalhar na Drogasil, até que finalmente encontrei o Getulio Ferreira da Silva, que, no Rodoviário Itararé, do João Wiederin, Rua Rodolfo Miranda, Bom Retiro, foi um outro anjo que Deus colocou em minha vida. Voltei a estudar. Pensão da Dona Nena, Rua Prates. Sempre lendo e escrevendo muito. Liceu Coração de Jesus. A volta aos poucos pra casa, aos pedaços, começando uma trilha que iria longe. Eu estava no caminho certo. Ler uma fuga. Escrever uma alma respirando Itararé. Ninguém sabe o que passei. Um filho longe de Itararé é um ponto de interrogação na lágrima. Ah Itararé que eu adoro tanto. Depois fui trabalhar numa imobiliária, depois numa área contenciosa de uma empresa de cobranças, quando fui fazer direito e, malemal comecei, o pai faleceu, eu perdi o emprego por ter escrito artigo crítico num jornal universitário que atacava a ditadura mantida pela corrupção, depois perdi bolsa na faculdade. Tudo de novo. Tudo outra vez. E a mãe viúva para ajudar. Ninguém sabe o que é a dor de querer e não poder, mas tentar, manter as mãos limpas. Itararé é o mais perto do céu que eu posso chegar. A poesia é o mais perto do céu que eu posso chegar, Até que conheci a Musa-Vítima Rosangela que me deu uma familia musical. E Rosangela também é o mais perto do céu que eu posso chegar. Organizou minha rude vida, minha loucura, ajudou-me a participar de concursos, quando venci o primeiro, com um poema chamado Travessia de Elis (homenagem à Elis Regina.) Era um caminho, uma estrada. Eu falava de Itararé e ela ficava achando que talvez fosse só um sonho meu, uma espécie letral de Shangri-lá, Passárgada, Jerusalém. Falava do Mestre Jorge Chuéri, até que um dia ela veio conhecer Itararé e amou. “Em Itararé conheci o sentido exato do verbo existir, viver” disse a musa já cativada. Bebera a água da Barreira. Conheceu o Jorge Chuéri. Ficou fã como eu. Eu subi nos ombros de gigantes para enxergar melhores horizontes. Voltei aos poucos para a minha familia, para minha mãe, para Itararé. Minha vida teve rumo, um sentido. Mas nunca mais fui o mesmo. O guri de mim se perdeu. De lá para cá só vitórias. Há um Deus. Ah Itararé, ninguém sabe a dor que sente/Um filho ausente a chorar por ti... Cantei-te e canto em versos e prosas. Fiz o Hino ao Itarareense. Fui homenageado como um Leão do Centenário, nos cem anos de Itararé fiz minha exposição, o Palácio Vadico deu-me o título de Cidadão Itarareense, homenagearam meu pai Antenor Correa Leite com uma rua no Parque das Nações. Sou um vencedor. Ando pelas ruas de cacau quebrado de Itararé, de cabeça erguida. Comprei casa pra minha mãe em Itararé. Ganhei prêmios, fui entrevistado em jornais, rádios e canais de tevês, saí em jornais e outros veiculos de comunicação, estou em mais de 100 antologias, até no exterior, colaboro em quase 500 sites, sempre lendo, estudando, mas nunca rompi o cordão umbilical com Santa Itararé das Artes. Ah Itararé que eu adoro tanto.&lt;br /&gt;-Olhando para trás, sangue suor e lágrimas. Passei dos 50. O guri de 19 de agosto agora tem um cantinho pra chamar de seu. Quando eu era criança, pobre, comia terra. Pois trato bem Itararé, já que um dia, morrendo, certamente que serei sepultado no Cemitério Lágrimas do Céu de Itararé, então, naturalmente serei eu mesmo a própria Itararé, meu corpo será misturado com a terra-mãe. No futuro, no devir, quem sabe um dia, uma criança comendo terra comentará com a mãe que o torrão está com gosto de Poesia. Sou eu. Sou esse. Longe de Itararé fui bandeira de meu povo querido, embaixador, arauto, cantando minha aldeia-mãe, defendendo e promovendo a chamada Literatura Itarareense. Quando eu for saudade dirão: amou e cantou Itararé. Viveu para isso. Para isso serviu. E então lerão meu epitáfio:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqui Jazz Si...lás&lt;br /&gt;Três notas musicais exercitando o último solo.&lt;br /&gt;Amou, foi amado, fez todo mundo rir, tentou ser feliz.&lt;br /&gt;Nasceu analfabeto.&lt;br /&gt;Viveu estudando e escrevendo.&lt;br /&gt;Morreu aprendiz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The End&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Livros PORTA-LAPSOS, Poemas e CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, no site www.livrariacultura.com.br&lt;br /&gt;Blogue premiado do UOL: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-8790949939095420037?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/8790949939095420037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/itarare-que-eu-adoro-tanto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8790949939095420037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/8790949939095420037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/itarare-que-eu-adoro-tanto.html' title='Itararé Que Eu Adoro Tanto'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-KPEWxX7RS_k/TVSDpO7o3OI/AAAAAAAAALg/bafTf7EV5Ac/s72-c/silasdirceumendes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-7692168187520104028</id><published>2011-02-10T15:50:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T15:55:23.157-08:00</updated><title type='text'>Biografia de SPC-Sebastião Pereira Costa de Itararé</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PxDjIc_A7Lk/TVR65rqAGQI/AAAAAAAAALY/WRqtd9-Evx4/s1600/coroneljordaoitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572213770354170114" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PxDjIc_A7Lk/TVR65rqAGQI/AAAAAAAAALY/WRqtd9-Evx4/s320/coroneljordaoitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sebastião Pereira Costa - Biografia do Escritor, Jornalista, Romancista e Crítico Social de Itararé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastião Pereira da Costa, o popular “SPC” como é conhecido, nasceu no bairro de Santa Cruz dos Lopes, distrito de Itararé, à beira do rio do mesmo nome, num rancho de pau a pique na Fazenda Pinhal Formoso que nem vestígio deixou, após ser demolido antes que desabasse pela idade. Nasceu pesando menos de dois quilos, isso preocupou sua mãe, dona Aurora, ela achava que aquele tiquico de gente não ia vingar; que a primeira dor de barriga ia matar o seu pimpolho. Era 24 de outubro, dia chuvoso, faltando um ano para Hitler subir ao poder na Alemanha e Salazar em Portugal, dois ditadores que não deixariam saudades. Devota de São Sebastião, a mãe pediu que o santo não deixasse o seu guri morrer que ela o batizaria com o nome dele. Isso deu tão certo que até hoje ele vive com saúde. O menino cresceu belo e formoso pelas imediações da Rua 28 de Agosto, conhecida como zona do meretrício. Alfabetizou-se no Grupo Escolar Tomé Teixeira com a professora Luiza Pimentel Merege após muitos puxões de orelhas, beliscões e sopapos. E foi escoteiro sob o comando do “seu” Peppo, o velho e bom italiano. Devido seu pai, conhecido por Napoleãozinho, de porte frágil, que vivia pulando de galho em galho atrás de trabalho, o menino teve de continuar o primário em escolinhas de sítio, Santa Cruz e Ibiti, até retornar ao Tomé Teixeira para se formar com diploma, madrinha e tudo, no mesmo ano em que acabou a Segunda Guerra e o Estado Novo de Getúlio Vargas. Fazia um ano que sua mãe falecera de parto em 1944. Sebastião e o pai, então, foram morar na Fazenda Ibiti, do grupo Correa e Castro, até que um acidente de cavalo matou seu pai em agosto de 1946. Como não tinha parentes, nem ninguém com quem ficar, ele foi embora para São Paulo morar com uma comadre de seus pais, onde, então, aprendeu a tomar banhos diários de chuveiro, escovar os dentes, usar sapatos e a comer macarronada com garfo e faca sem chupar o macarrão. Desde criança ele gostava de cantar; acreditava que sua vocação era de ser cantor de rádio, entretanto, enquanto não conseguia lugar na ribalta radiofônica cantando em programas de calouros em São Paulo, aprendia o ofício de serralheiro de martelo na mão e um choroso bolero no gogó a cultivar a esperança de um dia ganhar espaço entre os astros da canção. Isso, até bater a vontade louca de casar, de encontrar alguém que o acalentasse nas noites frias de inverno, e nas de verão também, fato aparentemente corriqueiro, mas que nos anos 50 era de tremenda importância para os jovens fogosos que não tinham como se desafogar com a namorada, tinha de casar primeiro. Casado ele passa de virtual cantor das multidões para o de um pacato pai de família (tempo em que o homem ainda era chefe da casa) com pijama, chinelo, muitos livros e uma carreira de cantor encerrada para sempre. Dorothy, sua digníssima esposa, todavia, muito se esforçou a fim de conseguir frear os arroubos artísticos do mancebo, mantendo-o doravante com rédeas curtas, curtíssimas. Entretanto, sem televisão – que ainda não existia – a mesmice conjugal e a leitura de tantos livros acabaram aguçando o seu espírito a ponto de ele chegar à conclusão de que deveria aproveitar o tempo para moralizar o mundo, que o melhor meio era o jornalismo e que deveria começar por Itapeva. Ele nunca tinha escrito nada, sequer fizera o ginásio, mas a audácia e o orgulho do seu santo padroeiro aumentaram-lhe a petulância a ponto de numa quarta-feira de 1959 tascar um artigo no Jornal de Itapeva, após três decepções de ver seus escritos jogados na cesta de lixo do jornal. Daí, não parou mais, para felicidade de uns e infelicidade de outros. Também escreveu dois livros, “Eleições em Pedrachata” – 180 páginas – sátira de uma campanha eleitoral no interior; e o famoso “Não Verás Nenhum País Como Este “– 400 páginas- editado pela Editora Record (RJ) - sobre os 20 anos da ditadura militar com prefácio do então Senador Fernando Henrique Cardoso. Na época foi entrevistado pela Revista Manchete, na Rádio Bandeirantes, TV Cultura/Rio, Programa “Sem Censura” e teve referências em artigos do Correio Braziliense e outros jornais do nordeste. Agora, sente-se honrado em fazer parte desta antologia, juntamente com notáveis talentos da escrita itarareense, que espera seja apreciada pelo leitor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-7692168187520104028?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/7692168187520104028/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/biografia-de-spc-sebastiao-pereira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7692168187520104028'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/7692168187520104028'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/biografia-de-spc-sebastiao-pereira.html' title='Biografia de SPC-Sebastião Pereira Costa de Itararé'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-PxDjIc_A7Lk/TVR65rqAGQI/AAAAAAAAALY/WRqtd9-Evx4/s72-c/coroneljordaoitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-5362439211997337360</id><published>2011-02-10T15:47:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T15:49:48.445-08:00</updated><title type='text'>DES-ENCONTROS, conto de Maria Coquemala</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JBw0k8__ck8/TVR5lmUrVCI/AAAAAAAAALQ/YMrAI-ltQWI/s1600/artepinbguimsantanaitarare.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 214px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572212325813539874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-JBw0k8__ck8/TVR5lmUrVCI/AAAAAAAAALQ/YMrAI-ltQWI/s320/artepinbguimsantanaitarare.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Des-Encontros – Conto de Maria Apparecida S. Coquemala&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez porque o acaso e não uma formidável inteligência divina direcione os destinos humanos... Ou porque sirigaitas despeitadas se contorcendo na dor dos cotovelos tramem contra os que se querem demasiadamente bem e contra as quais nasda se pode... Ou por razões outras, Riomar e Lael se desesperavam em seguidos desencontros, podendo-se ouvir até altas horas da noite, os lamentos do apaixonado Riomar contra abstratas paredes que lhe tolhiam a realização dos sonhos mais acalentados... Lamentos que Lael ouvia mergulhada em telepáticos sonhos do agitado sono, querendo fugir das mesmas castradoras paredes, de tal modo a envolvia a paixão por Riomar...&lt;br /&gt;Que loucura era aquela que os obcecava, dominando a vontade? Assim se perguntavam eles, cuja vida real até então respondia a projetos cuidadosamente estudados, sempre senhores da sua vontade, fazendo das noturnas escapadas virtuais um contrapeso fugaz e brincalhão às pesadas responsabilidades reais do dia a dia. Não mais desde os primeiros encontros, quando passaram a criar recíprocas perspectivas, nunca sequer imaginadas e que os deixavam perigosamente vulneráveis e eriçados... E sem que houvesse qualquer explicação, tornavam-se progressivamente mais freqüentes e perigosos os obstáculos aos encontros pelos caminhos eletrônicos, os únicos possíveis... E conseguidos, tinham logo que se separar, pressionados pelas injunções domésticas, quedas das conexões, defeitos no micro... Como se um elo os ligasse como siameses, eram exatamente os mesmos, os infortúnios... Mal iniciavam uma conversa, sempre interessante - menos pelo que se diziam e mais pelo prazer de estarem juntos, pois que afetos e desejos extrapolavam das entrelinhas - e já tinham que suspender o que se diziam, adiar o que pensavam em dizer, para talvez não dizerem nunca mais, ou estancando no meio algo que tinha que ser dito ..&lt;br /&gt;Sem que percebessem, o Zahir tinha entrado em suas vidas... Zahir, algo ou alguém com quem se entra em contacto e acaba por ocupar pouco a pouco o pensamento, até que não se consiga concentrar-se em nada mais, como ensinam os alfarrábios árabes. De algum modo, Riomar e Lael tinha se tornado reciprocamente o Zahir de si mesmos...&lt;br /&gt;Pois de tal modo se atraíam e se queriam que só mesmo ele poderia explicá-los, levando-os até mesmo a pensar que tais problemas - intervalos forçados, fugas precipitadas, sumiços repentinos - tudo enfim mais os alimentava na recíproca busca, a cada dia mais intensa, indefinidamente, como numa espécie de Mil e Uma Noites, em que ambos se alternavam no papel de Sheerazade, empenhados em alimentar nas migalhas do tempo dos encontros, os sentimentos a cada dia mais possessivamente intensos.&lt;br /&gt;E começaram a se perguntar o que era aquilo que os tomava por inteiro, corpo e alma, verdadeira obsessão no decorrer dos dias e das noites, sem tréguas, numa simultaneidade sub-reptícia e de tal modo que Riomar foi absorvendo Lael na mesma proporção em que ia sendo absorvido por ela... E desse modo, nos longos dias dos progressivos desencontros, a solidão na tela os angustiava mais e mais, trazendo o mesmo desassossego, o mesmo desejo tornado mais violento... Lamentos enchiam as noites de ais... Enquanto sirigaitas de cotovelos inflamados festejavam atentas...&lt;br /&gt;E porque a vontade humana pode ter mesmo algo da grandeza do super-homem de que nos fala Nietzsche, antes que o Zahir os dominasse para sempre e por inteiro e se transformassem em abúlico e indivisível ser, juntaram os últimos farrapos da vontade bruxuleante e se insurgiram em nome do próprio afeto que paradoxalmente tanto os ameaçava na exacerbada união. Queriam fazer dos sentimentos algo maior e mais belo. Algo que transcendesse o poder manipulador do Zahir, e por isso mesmo fosse verdadeiramente belo. Da beleza que não tolhe, que nada cobra, que tudo oferece... E simultaneamente permitindo se terem intensamente, falando de filosofia, música e poesia, um poema lírico, uma composição de Mussorgsky, de Sócrates e de Nietzsche, mas pelo prazer maior da companhia. Que permitisse que noites e noites viessem e fossem deixando sempre no caminho percorrido a esperança de outras noites iguais; algo que não os impedisse de desejar e sentir o que as palavras não traduziam, por prescindíveis; que lhes permitisse continuar palmilhando o caminho que não sabiam bem aonde ia dar, mas nem era preciso saber, pois que era caminho melhor que a certeza da perda irreparável de si mesmos. Queriam ter em suas mãos o próprio destino, tecer conscientes a própria história...&lt;br /&gt;E para isso lutaram sem tréguas até que o Zahir fosse derrotado e as noites voltassem a ser serenas, os encontros agradáveis... Faziam assim dos sentimentos o que tanto tinham desejado, algo maior e mais belo, que não tolhia, que nada cobrava, que tudo oferecia, se tendo tão intensamente quanto desejassem, falando de filosofia, música e poesia, sem que se tornassem reciprocamente escravos de si próprios.&lt;br /&gt;Porém, com o rolar do tempo, longos intervalos lentamente foram se infiltrando nas conversas, o que não os incomodava. Lael sabia que sirigaitas astutas farejavam brechas, entendia, não era possessiva... Assim como Riomar aceitava de bom grado as incursões de Lael em salas diversas, levada pelo seu espírito sempre indagador...&lt;br /&gt;E aos poucos, nem sempre as noites eram de encontro, não se importavam, reconheciam a mutabilidade de tudo, que o belo em um dado momento podia já não ser tão belo; que encontros podiam já não ser tão ansiosamente aguardados... Por vezes, um deles não comparecia, ou ambos, sem explicações, sem sutilezas, sem que se frustrassem, senhores de suas vontades, conscientes de que desse modo se renovavam, escapando da rotina. Mas, lentamente, Riomar e Lael pressentiram, impotentes, a separação que não buscavam... Foram deixando de se ver, até que não mais se encontraram... Sem que se dessem conta, esqueceram os endereços... Depois os cognomes... Até a própria história... Inexplicável ansiedade passou a afligi-los sem causa conhecida... Sempre recíproca e simultânea... Uma tristeza mansa pontilhava as horas, como a sombra de algo belo que se fora para sempre...&lt;br /&gt;O Anti-Zahir tinha entrado sorrateiro em suas vidas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Aparecida Coquemala&lt;br /&gt;Maria-13@uol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-5362439211997337360?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/5362439211997337360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/des-encontros-conto-de-maria-coquemala.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5362439211997337360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/5362439211997337360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/des-encontros-conto-de-maria-coquemala.html' title='DES-ENCONTROS, conto de Maria Coquemala'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JBw0k8__ck8/TVR5lmUrVCI/AAAAAAAAALQ/YMrAI-ltQWI/s72-c/artepinbguimsantanaitarare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-338029841743220756</id><published>2011-02-10T15:44:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T15:45:31.467-08:00</updated><title type='text'>Estatuto do Itarareense</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-H-lK8OqkW_o/TVR4lvJVphI/AAAAAAAAALI/Lb4_NflJNUk/s1600/igrejaitarareceljordao.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572211228670273042" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-H-lK8OqkW_o/TVR4lvJVphI/AAAAAAAAALI/Lb4_NflJNUk/s320/igrejaitarareceljordao.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Primeiro Quase Estatuto do Itarareense-Andorinha&lt;br /&gt;(Esboço de Rascunho)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Verdadeiro Itarareense é classificado em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1)-Inteligente e com iniciativa artístico-cultural, além de um humanista com otimizada visão ético-plural-comunitária, apesar de maroteiro na dialética libertária ortodoxa&lt;br /&gt;2)-Inteligente, mas meio moleirão, paradoxalmente esquerdista e pão duro, sem iniciativa, só que um baita de um pescador mentiroso de mão cheia, boêmio e biriteiro de sol a sol, além de um caipora de fuxiqueiro que às vezes até enche o pacová&lt;br /&gt;3)-Não necessariamente inteligente, cara de pão sovado, e morreria pela sua aldeia querida, mas, é claro, mataria por Itararé e deixaria que os outros é que morressem pelos feudos deles...&lt;br /&gt;4)-Nada inteligente, maleixo mesmo, tem calcanhar de frigideira, até porque, a bem dizer, Itarareense burro nasce morto, se é que, pelo menos em Itararé, quem nasce morto nasce&lt;br /&gt;Porque&lt;br /&gt;1)-Serve para comandar com estilo e grandeza, adora fazer churrascos e fazer artes, tem alma de música, é espiritualmente rico, fanático por Itararé, faz parte da nata pensadora da fauna notívaga por excelência que conhece a delícia de ser o que é, sabe que do jazz nasce a luz e é gente mais maior de grande&lt;br /&gt;2)-Serve para fazer serestas, aprontar passeatas contra qualquer coisa só pra ver a fuzarca, adora biscatear as flores-fêmas pedaçudas, serve também para tocar fogo na canjica das baladas rueiras, toca bem qualquer instrumento, adora pendurar fiados e fazer gandaias e forfés homéricos, mesmo com ressaca das brabas&lt;br /&gt;3)-Não são muito antenados não, com aquele andar-de-segura-peido adoram inventar o inexistente, bolam causos hilários e acontecências líricas, e lutam para defender as trincheiras da legalidade de Itararé, seu doce rincão fronteirano e fronteiriço&lt;br /&gt;4)-Não são assim inteligente o suficiente para saberem que estão no átomo sem cachorro, até são mesmo arigós ou coiós, e, quando, finalmente sacam isso, fazem um tropé e tentam se enforcar com uma faca&lt;br /&gt;Assim&lt;br /&gt;1)-Itarareense deveras inteligente é de estudar muito, fica culto e harmoniza as vivências no entorno, sabe beber socialmente e hão de cantar Itararé em verso e prosa a vida inteirinha e até muito além do fim...talvez até, quem sabe, numa Itararé-Celeste. Já pensou?&lt;br /&gt;2)-Inteligentes para saberem que do pó vieram e à cerveja voltarão, enternurando com suas contentezas e prazeiranças as sagradas noites boêmias de Itararé, berço esplêndido&lt;br /&gt;3)-Não são inteligentes para saírem de Itararé e irem labutar (trabalhar, estudar conquistar) fora, mas são instintalmente hábeis para saberem que longe de Itararé o bicho pega, o circo tá armado, tudo é uma enorme babel, entre saudades pegajentas, idéias viajosas, noiteadeiros com carrancas, brucutus estrupícios e recordações nativas entre tristices abismais e solos de silêncio&lt;br /&gt;4)-Não sabem pensar sozinho ou a seco, o tico e o teco não funcionam juntos, casam mal, amam mal, acreditam em vida inteligente fora da terra (achando que na terra não existe mesmo, só em Itararé) e quando ocasionalmente (ou na marra) vão para distante de Itararé, sabem o lugar de ser o que é, e choram longe do seu rincão natal “de mil recantos amados” (mas não de laércios amados...) e quando querem visitar a própria alma, voltam para Itararé, são estrelas peregrinas em exílio involuntário que sabem que, na casa do pai há muitas geladas&lt;br /&gt;Por Fim&lt;br /&gt;1)-Itarareense quando morre vira Andorinha Encantada; quando nasce, estréia no chão de estrelas de Itararé que é um pedaço do paraíso telúrico, pois ama Itararé com Amor maiúsculo, com muito orgulho, honra e glória&lt;br /&gt;2)-Itararé é bonita pela própria natureza, e todo Itarareense-Andorinha sabe que Deus&lt;br /&gt;fez o mundo em cinco dias, no sexto dia orgulhoso do que criara, fez um resumão-modelo numa bela marquete que virou a geográfica cidade de Itararé, só no sábado santo puxou um ronco, depois foi no Bar Fecha-Nunca do Miro Vaca sapear as andorinhas sem breque e ouvir o Sabiá Aristeu cantar o Hino ao Itarareense em si-las-sol-sem-dó-em-si...&lt;br /&gt;3)-Itarareense é levado da breca, muito enluado o conterrâneo sempre leva Itararé no peito; orgulhoso leva o rio Itararé na alma, e, o espírito a mil, sabe que a bandeira de Itararé é na verdade o seu coração valente, apaixonado pelo seu nicho, seu ninhal, seu encantário-matriz&lt;br /&gt;4)-Itarareense quando nasce/Se esparrama pelo chão/Se todo Itarareense-Andorinha brilhasse/O Mundo inteiro seria uma Constelação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Itararé, Isso é que é!&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim, FUI – Poetinha Silas Correa Leite&lt;br /&gt;Saudades de Itararé, Abril, Sampa, Chuvas, buraco do Metrô (herança maldita do Daslu Alckmin Pinóquio de Chuchu). Saravá Caiporas. Fundo Sonoro The Malas do Ritmo cantando a valsa Saudade de Itararé, do Paschoal Melillo (In memoriam)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Primeiro Rascunho, esboço, Saudades do Maé da Pêdra, da Vica, do Jesus Casado e do Maninho Ferreira atrás da Banda “Furiosa” Lira Itarareense)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;Site: www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;Blogue: www.portas-lapsos.zip.net&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-338029841743220756?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/338029841743220756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/estatuto-do-itarareense.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/338029841743220756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/338029841743220756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/estatuto-do-itarareense.html' title='Estatuto do Itarareense'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-H-lK8OqkW_o/TVR4lvJVphI/AAAAAAAAALI/Lb4_NflJNUk/s72-c/igrejaitarareceljordao.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-478410729883122619</id><published>2011-02-10T15:42:00.000-08:00</published><updated>2011-02-10T15:43:53.019-08:00</updated><title type='text'>Código do Itarareense</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_nkMHhMyOVs/TVR4Jm6V7rI/AAAAAAAAALA/GqsIYBjr-xU/s1600/brasaonovo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 180px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5572210745423556274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-_nkMHhMyOVs/TVR4Jm6V7rI/AAAAAAAAALA/GqsIYBjr-xU/s320/brasaonovo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Código do Itarareense-Andorinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01)-Itarareense não tem pais. Faz do Céu de Itararé e da Terra de Itararé, seus pais, sua família, seu lar terreal, e. em Itararé se sente dentro do seu próprio coração&lt;br /&gt;02)-Itarareense não tem casa. Faz da aldeia Itararé o seu ninhal, a sua casa, e a leva na alma, na mente, no coração, como uma honra, um orgulho, uma bandeira&lt;br /&gt;03)-Itarareense não tem poder divino. Faz de seu amor por Itararé, o seu poder divinal, com a graça de Deus&lt;br /&gt;04)-Itarareense não tem pretensão. Faz da própria iluminura pessoal por Itararé, a verdadeira pretensão de amor e paz&lt;br /&gt;05)-Itarareense não tem poderes mágicos. Faz de sua personalidade especial de ser Itarareense, os seus poderes mágicos, encantados pelo prazer de viver com humor e contenteza&lt;br /&gt;06)-Itarareense não tem vida ou morte. Faz das duas umas, tem Itararé, de Itararé veio e para Itararé irá, então, essa é a sua maravilhosa vidamorte, pois sabe que abençoadamente será Itararé um dia&lt;br /&gt;07)-Itarareense não tem visão. Faz da luz e do relâmpago que conecta o céu com a terra, a sua visão telúrica como um vôo para o celeiro cósmico, eterno, infinital&lt;br /&gt;08)-Itarareense não tem audição. Faz da sua sensibilidade espiritual, seus ouvidos, pois Itararé é forfé, é letral, é harmonia, melodia e ritmo&lt;br /&gt;09)-Itarareense não tem língua. Faz da prontidão para o diálogo boêmio, o rebite da dialética sobrevivencial, por intermédio de sua língua chã&lt;br /&gt;10)-Itarareense não tem luz. Faz de Deus a sua defesa, e de sua fé o seu baluarte de salvação em seu rincão natal, o seu paraíso de paz e luz como santuário&lt;br /&gt;11)-Itarareense não tem estratégia. Faz do direito à vida o seu dever de salvar vidas também, pelo direito sagrado de ser feliz como eixo norteador, sendo essa a sua magna estratégia e orquestração&lt;br /&gt;12)-Itarareense não tem projetos. Faz do apelo à imaginação o seu sonho, o que torna sua espiritualidade rica, como um soma para um interativo projeto de construção de uma vida melhor, um mundo melhor, uma peregrina busca evolutiva de todos por todos, todos por um e o uno, razão e fim, é a Estância Boêmia de Itararé&lt;br /&gt;13)-Itarareense não tem princípios. Faz da adaptação a todas as circunstâncias, o seu próprio princípio e conceito existencialista de conviver e viver com solidariedade e muito humor, inclusive etílico&lt;br /&gt;14)-Itarareense não tem tática. Faz da aceitação da escassez e da abundância, uma coisa só, uma tática de semear constantemente, no amor e na dor, servir sempre, prosperar e enriquecer inclusive em conhecimento, conteúdo e ainda em filosofia, até porque, a magnífica grandeza de Deus usa os boêmios para confundir os sábios e os artistas na arte como libertação&lt;br /&gt;15)-Itarareense não tem talentos. Faz de sua hilária imaginação fértil, um talento laborioso de edificar com graceza e prazeirança a suntuosa árvore da vida&lt;br /&gt;16)-Itarareense não tem amigos. Faz de sua mente e de seu coração, sua arca vivencial por um humanismo de resultados, portanto sabe que toda vida na face da terra e do céu, é uma alma amiga&lt;br /&gt;17)-Itarareense não tem inimigos. Os inimigos é que os têm&lt;br /&gt;18)-Itarareense não tem armadura. Faz da benevolência, da caridade e da ética plural-comunitária, a sua armadura, e sabe que viver é lutar, então não foge à luta&lt;br /&gt;19)-Itarareense não tem espírito. Faz do território pluridimensional de todas as vidas, o seu campo de lavanda, onde a perseverança é sua área de sobreviver, sua busca para dar frutos, dar flores, semear poemas, serestas e bebemorações&lt;br /&gt;20)-Por fim, Itarareense não tem paraíso, até porque, Itararé não é um lugar, é uma terra da fantasia, uma terra do nunca (nunca a esqueceremos), Itararé é um lirial celeste aqui mesmo, Itararé é uma idéia, um triunfo, um estado de espírito. No campo de estrelas de Itararé, fazemos nosso céu, nosso abençoado chão, porque o que somos é a grande raiz de onde viemos, e para onde formos levamos quem amamos, então, se do céu de Itararé viemos, ao chão de Itararé voltaremos, esse é o perene Código Vital de todo Itarareense que é andorinha grande, andorinha sem breque, um verdadeiro Taperá!&lt;br /&gt;-E quem for Itarareense que siga.&lt;br /&gt;-0-&lt;br /&gt;Silas Correa Leite (Poetinha) -mail: poesilas@terra.com.br – Blogues: www.portas-lapsos.zip.net ou www.campodetrigocomcorvos.zip.net - Site: www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-478410729883122619?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/478410729883122619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/codigo-do-itarareense.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/478410729883122619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/478410729883122619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/codigo-do-itarareense.html' title='Código do Itarareense'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-_nkMHhMyOVs/TVR4Jm6V7rI/AAAAAAAAALA/GqsIYBjr-xU/s72-c/brasaonovo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-3148552734659309997</id><published>2011-02-09T05:41:00.000-08:00</published><updated>2011-02-09T05:44:30.301-08:00</updated><title type='text'>ESTATUTO DE POETA, de Silas Correa Leite, de Santa Itararé das Letras</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xAULOA3CkAE/TVKaL3F9_BI/AAAAAAAAAIg/-6Mf6dLfjew/s1600/silaseseuslivrosdecontos.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571685217568947218" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_xAULOA3CkAE/TVKaL3F9_BI/AAAAAAAAAIg/-6Mf6dLfjew/s320/silaseseuslivrosdecontos.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;ESTATUTO DE POETA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro Rascunho Para um Esboço de Projeto Amplo, Total e Irrestrito&lt;br /&gt;Silas Corrêa Leite&lt;br /&gt;Artigo Um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo Poeta tem direito de ser feliz para sempre, mesmo até muito além do para sempre, ou quando eventualmente o “para sempre” tenha algum fim.&lt;br /&gt;Artigo Dois&lt;br /&gt;Todo Poeta poderá dividir sua loucura, paixão e sensibilidade com mil amores, pois a todos realmente amará com o mesmo prelúdio nos olhos, algumas asas nas algibeiras e muitas cítaras encantadas na alma, ainda assim, sem lenço e sem documento.&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;Nenhum Poeta poderá ser traído, a não ser para que a pobre ex-Musa seja infeliz para todo o resto dos dias que lhe caibam na tábua de carne desse Planeta Água.&lt;br /&gt;Artigo Três&lt;br /&gt;Nenhum Poeta padecerá de fome, de tristeza ou de solidão, até porque a tristeza é a identidade do Poeta, a solidão a sua Pátria, sendo que, a fome pode muito bem ser substituída num abismo terminal por rifle ou cianureto. E depois, um poeta não precisa de solidão para ser sozinho. É sozinho de si mesmo, pela própria natureza, com seus encantários, santerias, ninhais, mundo-sombra e baladas de incêndio.&lt;br /&gt;Artigo Quatro&lt;br /&gt;A Mãe do Poeta será o magno santuário terreal de seus dias de lutas e sonhos contra moinhos e erranças de gracezas e iluminuras.&lt;br /&gt;Filho de Poeta será como caule ao vento, cálice de liturgia, enchente em rio: deverá adaptar-se ao Pai chamado de louco por falta de lucidez de comuns mortais ou velado elogio em tácita inveja espúria.&lt;br /&gt;Artigo Quinto&lt;br /&gt;Nenhum Poeta será maior que seu país, nenhuma fronteira ou divisa haverá para o Poeta, pois sua bandeira de luz-cor será a justiça social, pão, vinho, maná, leite e mel, além de pétalas e salmos aos que passaram em brancas nuvens pela vida. E depois, uns são, uns não, uns vão, uns hão, uns grão, uns drão – e ainda existem outros.&lt;br /&gt;Artigo Sexto&lt;br /&gt;A todo Poeta será dado pão, cerveja, amante e paixão impossível, o que naturalmente o sustentará mental e fisiológicamente em tempos tenebrosos ou de vacas magras, de muito ouro e pouco pão.&lt;br /&gt;Artigo Sétimo&lt;br /&gt;Nenhum Poeta será preso, pois sempre existirá, se defenderá e escreverá em legítima defesa da honra da Legião Estrangeira do Abandono, à qual se sabe pertencer, com seu butim de acontecências, ou seu não-lugar de, criando, Ser, estar, permanecer, continuar, feito uma letargia, um onirismo, uma catarse, ou um surto psicótico que os anjos chamam alumbramento terçã.&lt;br /&gt;Artigo Oitavo&lt;br /&gt;A infinital solidão do espaço sempre atrairá os Poetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Nono&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso o Poeta “viaje fora do combinado”, tome licor de ausência ou vá morar no sol, nunca será pranteado o suficiente, nem lhe colocarão tulipas de néon, dálias aurorais, estrelícias de leite ou dente-de-leão sob o corpo que combateu o bom combate. Será servido às carpideiras, amigos, parentes, anjonautas e guardiões, vinho de boa safra por atacado, cerveja preta mais bolinhos de arroz, pão de minuto e cuque de fubá salgado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta não precisará mais do que o radar de seus olhos, as suas mãos de artesão sensorial no traquejo do cinzel interior, criativo, mais sua aura abençoada e seu halo com tintas de luz timbral para despojar polimentos íntimos em verso e prosa, como pertencimentos-quireras, questionários e renúncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Primeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta poderá andar vestido como quiser, lutar contra as misérias e mentiras do cotidiano (riquezas impunes, lucros injustos, propriedades roubos), sempre buscando pela paz social, ou ainda mamando na utopia de uma justiça ético-plural-comunitária. Quem gosta de revolução de boteco é janota boçal metido a erudição alcoólica e pseudo-intelectual seboso e burguês. Poeta gosta mesmo de humanismo de resultados. De pegar no breu. A luta continua! Saravá, Brecht!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Segundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta pode ser Professor, Torneiro-Mecânico, Operário, Ourives, Jardineiro, Fabricante de Bonecas, Vigia-Noturno, Engolidor de Fogo, Entregador de Raposas, Dono de Bar ou Encantador de Freiras Indecisas. Poeta só não poderá ser passional, insensível, frio ou interesseiro. Ao poeta cabe apenas o favo de Criar. O poeta escreve torto por linhas tortas (um gauche), poesilhas (poesia rueira e descalça) e ficção-angústia. Escreve (despoja-se) para não ficar louco...para livrar do que sente. O Poeta, afinal, é um “Sentidor” com sua angústia-vívere&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Terceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se algum Poeta for acusado levianamente de alguma eventual infração ou crime, a dúvida o livrará de ser apenado. E se o Poeta dizer-se inocente isso superará palavras acima de todos e sua fala será sentença e lei sagracial. A ótica do Poeta está acima de qualquer suspeita, e ele sempre é de per-si mesmo o local do crime da viagem de existir. Mas pode colaborar com as autoridades, cometendo um crime perfeito. Afinal, só os imbecis são felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta não erra. Refaz percursos. Poeta não mente. Inventa o inexistente, traduz o impossível, delata o devir. Poeta não morre. Estréia no céu. Poeta padece fibra por fibra no ser-se de si mesmo&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Quarto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos Poetas serão abertas todas as portas, até as invisíveis aos olhos vesgos e comuns dos mortais anônimos, serão abertos todos os olhos, todas as almas, todos os caminhos, todas as chamas, todos os cântaros de lágrimas e desejos, todos os segredos dessa dimensão ou fora dela, num desespelho de matizes, feito insofrência do desmundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Quinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira flor da primeira aurora de cada dia novo, será declarada de propriedade do Poeta da rua, do bairro, do país ou de qualquer próximo Poeta a confeitar como louco, como ermitão ou pioneiro, de vanguarda. Em caso de naufrágio ou incêndio, poetas e grávidas primeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Sexto&lt;br /&gt;Não existe Poeta moderno, clássico, quadrado, matemático como pelotão de isolamento, ou só aleijado por dentro, pois as flores e os rios não nascem nunca iguais aos outros, sósias, nem os poemas são tijolos formais de reboques arcaicos. Nenhum Poeta poderá produzir só por estética, rima ou lucro fóssil. Poesia não é para ser vendida, mas para ser dada de graça. Um troco, um soneto, uma gorjeta, um haikai, um fiado pago, uns versos brancos, um salário do pecado, um mantra-banzo-blues-lundu. E todo alumbramento é uma meia viagem pra Pasárgada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta é tudo a mesma coisa, com maior ou menor grau de sofrimento e lições de sabedoria dessas sofrências, portanto, com carga maior ou menor de visão, lucidez, sensoriedade canalizada entre o emocional e o racional, de acordo com a sua bagagem, seu vivenciar, seu prisma existencialista de bon vivant por atacado. Poeta há entre os que pensam e os que pensam que pensam. Entre os que são e os que pensam que são, pois se parecem. A todos é dado a estrada de tijolos amarelos para a empreita de uma caminhada que o madurará paulatinamente. Ou não. Todo poeta é aprendiz de si mesmo, em busca de uma pegada íntima, e escreve para oxigenar a alma. Afinal, são todos sementes, e sabem que precisam ser flores e frutos, para recriarem, para sempre, a eterna primavera cósmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo aquele que se disser Poeta, assim o será, ou assim haverá de ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro Poeta não acredita em Arte que não seja Libertação. Saravá, Manuel Bandeira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Dois&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta bebe porque é líquido. Se fosse sólido comia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Três&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta é como a cana. Mesmo cortado, ralado, amassado, ao ser posto na moenda dos dias, ainda assim tem que dar açúcar-poesia&lt;br /&gt;Inciso Um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta também bebe para tornar as pessoas mais interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo quatro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta não viaja. Poeta bebe. E todo Poeta sabe que o fígado faz mal à bebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Sétimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta terá que ser rueiro como pétala de cristal sacro, frequentador de barzinhos como anjo notívago, freguês de saunas mistas como recolhedor de essências, plantador de trigais amarelos como iluminador de cenários, cevador de canteiros entre casebres de bosquíanos, entre o arado e a estrela, um arauto pós-moderno como declamador de salmos contemporâneos entre extraterrestres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta rico deverá ainda mais amar o próximo como se a si mesmo, ajudando os fracos e oprimidos, os Sem Terra, Sem Teto, Sem Amor, para então se restar bem-aventurado e poder escrever cânticos sobre a condição humana no livro da vida. Poeta é antena da época. E o neoholocausto do liberalismo globalizador é o câncer que ergue e destrói coisas belas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Oitavo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todo Poeta andarilho e peregrino como Cristo, São Francisco ou Gandhi, será dado seu quinhão de afeto, sua porção de Lar, seu travesseiro de pétalas de luz. Quem negar candeia, azeite e abrigo ao Poeta, nunca terá paz por séculos de gerações seguintes abandonadas entre o abismo e a ponte para a Terra do Nunca. Quem abrigar um Poeta, ganhará mais um anjo-da-guarda no coração do clã que então será abençoado até os fins dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo único&lt;br /&gt;O sábio discute sabedoria com um outro sábio. Com um humilde o sábio aprende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Décimo-Nono&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta poderá andar vestido como quiser, com chapéus de nuvens, pés de estrelas binárias ou mantras de ninhos de borboletas. Nenhum Poeta será criticado por fazer-se de louco pois os loucos herdarão a terra e são enviados dos deuses. “Deus deve amar os loucos/Criou-os tão poucos...” - Um Poeta poderá também andar nu, pois assim viemos e assim nos moldamos ao barro-olaria de nosso eio-Éden chamado Planeta Água. E a estética para o poeta não significa muito, somente o conteúdo é essência infinital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta gosta de luxo também, mas deve lutar por uma paz social, sabendo a real grandeza bela de ser simples como vôo de pássaro, simples como pouso em hangar fantástico, simples como beira de rio ou vão de cerca de tabuínha verde. Só há pureza no simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Primeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nenhum Poeta, em tempo algum, por qualquer motivo deverá ser convocado para qualquer batalha, luta ou guerra. Mas poderá fazer revoluções sem violência. Poderá também ser solicitado para ser arauto da paz, enfermeiro de varizes da alma ou envernizador de cicatrizes no coração, oferecendo, confidente e solidário, um ombro amigo, um abraço de ternura, um adeus escondido feito recolhedor de aprendizados ou visitador de bençãos, ou até ser circunstancialmente um rascunhador clandestino de alguma ridícula carta de suicida por paixão impossível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Segundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentira para o Poeta significa cruz certa. Aliás, poeta na verdade nunca mente, só inventa verdades tecnicamente inteiras e filosoficamente sistêmicas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Terceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musa-Vítima do Poeta será enfermeira, psicóloga, amante, mulher-bandeira, berço esplêndido, Santa. Terá que ser acima de todas as convenções formais, pau para toda obra. No amor e na dor, na alegria e na tristeza, até num possível pacto de morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Quarto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta não paga pensão alimentícia. Ou se está com ele ou contra ele. Filhotes sobrevivente de uma relação qualquer, ficarão sob sua guarda direta e imediata. Ex-Mulheres serão para sempre águas passadas que não movem moinhos, como velas ao vento de uma Nau Catarineta qualquer, como exercícios de abstrações entre cismas, ou como aprendizados de dezelos íntimos de quem procura calma para se coçar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo Vigésimo-Quinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revogam-se todas as disposições em contrário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CUMPRA-SE - DIVULGUE-SE&lt;br /&gt;Itararé, São Paulo, Brasil, Cinzas, 1998, Lua Cheia – Do jazz nasce a luz!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta Silas Corrêa Leite, Educador e Jornalista – Membro da UBE-União Brasileira de Escritores - www.itarare.com.br/silas.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Texto traduzido para o espanhol pela Poeta Dr. Antonio Everardo Glez, de Durango, México) - Breve tradução para o inglês, francês e italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail: poesilas@terra.com.br&lt;br /&gt;*******************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentários Sobre o Estatuto de Poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por Mestra Dra. Alice Tomé*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver em Arte poética é entrar na dimensão do infinito sem procurar razões, e, como tudo tem um princípio e um começo a ideia deste prefácio para o Estatuto de Poeta nasceu das inter-relações via Internet do grupo «Cá Estamos Nós» criado por Carlos Leite Ribeiro, jornalista, poeta e ensaísta português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se toda a canção é um poema, - para quem nasceu quase a cantar, dizem – é uma honra muito grande esta solicitação de prefaciar a obra – Estatuto de Poeta - de Silas Corrêa Leite, poeta e professor, que como todos os Estatutos são o caminho que se deve seguir para atingir os fins; e, como ele próprio escreve «Ser poeta é minha maneira/De chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma maior honra ainda porque não trilhando directamente os caminhos científicos de Artes e Letras mas, sim, de Ciências Sociais e Humanas, e mais precisamente da Sociologia da Educação, a questão poética é algo que brota naturalmente em mim, como o riacho que nasce na montanha e vai escalando os espaços até se tornar uma força corrente e se juntar a outras correntes que lhe dão ainda mais força, e onde tantas vidas vão beber, alimentar, refrescar, repousar, sonhar, criar (…), e, em terras de Beirãs, do rio Côa os antigos contavam: «Quantos moços…Quantas moças?/Lenços brancos aí lançaram?/A corrente os arrastou/E sua benção partilharam…(Alice Tomé, Café Literário3, Editores Associados &amp;amp; Blow-Up Comunicação, São Paulo, Brasil, 2002)»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Poeta e Educador Silas Corrêa Leite já tem um longo caminho poético percorrido, feito de experiências vividas, aprendidas, interiorizadas e como ele diz: «Não somos brancos, vermelhos, pretos, ou amarelos/Somos a Raça Humana…». E, para melhorar esse caminho «humano» nasce o Estatuto de Poeta que, por certo, logo no artigo 1º não deixa dúvida da sua grandeza e ambição na procura da Felicidade: «Todo o Poeta tem direito de ser feliz para sempre,…». Essa procura da Felicidade – essência da pessoa – que cada Ser vive e procura à sua maneira, que se mostra e esconde e não tem retorno; ou se vive ou não existe, algo sem definição, como a própria poesia, existe, sem mais, e, diria Manuel Bandeira «O verdadeiro poeta não acredita em Arte que não seja Libertação».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bebe-se a água cristalina da fonte, bebe-se o vinho de pura casta que sacralizado se transforma em vida…,e, pensa-se poesia no silêncio ou na celeuma, porque poeta está para além do tempo e da razão, «…Poeta bebe…(artº. Quarto)».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos os Artistas transgridem as normas sociais, todos saltaram barreiras, todos, no sentido da normalidade, fizeram loucuras porque a deificação da Arte e Poesia é cósmica, é mística, é dogmática, e, o seu criador é uma mistura/mélange disso tudo, onde a Estética criadora existe na «Sonsologia do Ser, do já vivido ou do já sentido, (Mario Perniola)», e, nesse cruzamento de Olhares, visões e sensações nasce a obra, criação sua, fruto seu e sempre único, mesmo que em algo se assemelhe à Escola de uma vida feita de «Retalhos e Colagens» que os Autores (re)criam dando-lhe outra dimensão, outra existência, outra roupagem, à maneira de Miguel D’Hera ou de Eduardo Barrox e tantos outros…O artigo décimo, deste Estatuto de Poeta, transporta-nos até essa dimensão natural : «Poeta poderá andar vestido como quiser…».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia vive-se, dá-se, partilha-se entre amigos, e, nesse acto de solidão, de sensualidade, de saudade, de comunhão que nos transportam os versos de autores, pertencentes ao passado e ao presente, grandes vultos poéticos que marcaram a nossa identidade Luso-Afro-Brasileira, como: Luís de Camões, Gil Vicente, Almeida Garrett, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, António Nobre, Florbela Espanca, Miguel Torga, António Gedeão, Vergílio Ferreira, Amália Rodrigues, Jorge Amado…, e, dando continuidade a essa veia poética estão Autores actuais: Flávio Alberoni, Ana Paula Bastos, Ângelo Rodrigues, Alice Tomé, Eduardo Barrox, João Sevivas, Manuel Alegre, Américo Rodrigues, Silas Corrêa Leite, Von Trina, José Ronaldo Corrêa, Valmir Flor da Silva…,e, tantos, tantos outros, são os testemunho universal e eternizante do poeticamente existindo e vivendo a dimensão Humana sempre aprendendo e criando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;«Sinto que algo se separa neste instante./É uma parte que se vai/ e já me deixa saudades…(Alberoni, Café Literário1, Editores Associados &amp;amp; Blow-Up Comunicação, SP, Brasil, 2002)»&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta luta pela paz mesmo no meio do “caos”, é irrequieto, irreverente, porque igual a si próprio na procura incessante do “Ser ou não Ser”, do “Estar ou não Estar”, “do Viver ou não Viver”, porque poeticamente sonhando e criando essa outra existência telúrica onde a Musa - da Arte poética – queima convenções formais e se torna «Pau para toda a obra…(artº vigésimo segundo)», e, aos que a saudade Lusa herdaram, ou a vivem, seja onde for, saia a POESIA do anonimato, divulgue-se este Estatuto de Poeta, viva-se em poesia e abra-se a porta do infinito…assim o esperamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Mestra Doutora Alice Tomé – Portugal - Texto inédito criado para Estatuto de Poeta, de Silas Corrêa Leite de Itararé-SP/Brasil», aos 10 de Maio de 2002, Lisboa, Portugal.&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;*Alice Tomé é Professora Universitária, Socióloga e Educóloga, Poeta, Ensaísta, e Doutora em Ciências da Educação, Directora da Revista ANAIS UNIVERSITÁRIOS – Ciências Sociais e Humanas, Editora da Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã, Portugal, e Responsável das Relações Internacionais Sócrates/Erasmus do Departamento de Sociologia da UBI; &lt;"http://atome.no.sapo.pt/index.htm&gt;; . A autora, além das publicações poéticas nas Antologias: POIESIS IV, (2000), e, POIESIS VI, (2001), da Editorial Minerva, Lisboa, colabora, em várias «Revistas Electrónicas», (sites na WEB): «Andarilhos das Letras», «Café Literário» - São Paulo, SP; «A Arte da Palavra»; «Grupo Palavreiros»; «3D gate»; «Rio Total»; «Jornal de Poesia»; Brasil; e, em Portugal, nos sites «Cá Estamos Nós» - Marinha Grande; «terranatal» - O Portal de Portugal; e, «URBI ET ORBI» - jornal on-line da UBI, da Covilhã, da Região e do resto.&lt;br /&gt;Tem vários livros publicados, sendo também Autora – Coordenadora da obras: «Éducation au Portugal et en France. Situations et Perspectives, Editions de L’Harmattan, Paris, 1998; «Terra Vida Alma. Valongo do Côa», Editorial Minerva, Lisboa, 2000. Recentemente publicou: «Sociologia da Educação. Escola et Mores», Editorial Minerva, Lisboa, 2001.&lt;br /&gt;Alice Tomé é Beirã de gema, Portuguesa de «jus sanguinis», amante da vida...de Lisboa e Paris (e Covilhã onde trabalha).&lt;br /&gt;Nasceu em Valongo do Côa, Sabugal, Guarda, Portugal. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5224767426307292407-3148552734659309997?l=artistasdeitarare.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/feeds/3148552734659309997/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/estatuto-de-poeta-de-silas-correa-leite.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3148552734659309997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5224767426307292407/posts/default/3148552734659309997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artistasdeitarare.blogspot.com/2011/02/estatuto-de-poeta-de-silas-correa-leite.html' title='ESTATUTO DE POETA, de Silas Correa Leite, de Santa Itararé das Letras'/><author><name>Artistas de Itararé Cidade Poema</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15249165305376468620</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://2.bp.blogspot.com/-JPKCzPACjQE/TVaCylYjxLI/AAAAAAAAAQY/hQ0iHidvi9Q/s220/artistasitarare.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xAULOA3CkAE/TVKaL3F9_BI/AAAAAAAAAIg/-6Mf6dLfjew/s72-c/silaseseuslivrosdecontos.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5224767426307292407.post-778548547804880390</id><published>2011-02-09T05:22:00.000-08:00</published><updated>2011-02-09T05:25:46.906-08:00</updated><title type='text'>Araken Vaz Galvão, Crônica de Viagem, Valença, Salvador, Bahia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_xAULOA3CkAE/TVKVzXzSf_I/AAAAAAAAAHo/nvjwku2dZ_g/s1600/silaspoetanova.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 153px; DISPLAY: block; HEIGHT: 230px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5571680398805729266" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_xAULOA3CkAE/TVKVzXzSf_I/AAAAAAAAAHo/nvjwku2dZ_g/s320/silaspoetanova.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Crônica de Viagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bahia de Todos os Brasis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu nunca me senti tão no Brasil&lt;br /&gt;Como no Estado da Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Quando você ouvia Caymmi, João Gilberto, Maria Bethânia ou mesmo Caetano Veloso cantando a Bahia, você ficava achando aquilo tudo meio que ocasional ufanismo artístico-musical. Pensado bem, era sim, uma louvação à terra mãe de todas as igrejas, todos os santos, de Caymmi, Jorge Amado, Glauber e outras feras, artistas de nosso Brasil de todos os sonhos e esperanças.&lt;br /&gt;-Falando sério, sempre via aquilo como um xodó, dos cantares aos empolgados convites, tipo, se você não foi à Bahia, então vá; fica querendo voltar... fica querendo ficar... Será o impossível? Pois, oriundo do sul brasilis eu me imaginava na Bahia, entre coqueiros e os quetais da comida apimentada, ouvindo axés de Ivete a trios elétricos, e só sondava o devir, de cair na gandaia nesses pagos belíssimos do Brasil nordeste, tão cantado em verso e prosa, imagens, sons, poemas e historiais.&lt;br /&gt;-Nessas minhas idas e vindas pelo maravilhoso e universal mundo da web, estando na net e fazendo amigos virtuais, de Portugal ao México, além de amigos nativos, de Florianópolis à Cabo Branco, eis que fiquei sabendo de um paladino da cultura, destemido ex-guerrilheiro que representando a brava gente brasileira lutou contra o que Millôr Fernandes tachou de a Canalha de 64. E mais um amigo virtual se tornou presencial. Sabendo-0 com promotor cultural, paladino das artes literais desses sertões dos brasis gerais, cineasta, historiador e escritor de mão cheia, um dia caí na lábia do Companheiro Araken Vaz Galvão, e pensei, citando o Caetano Veloso de “Alegria Alegria”, Por que não? Eu vou... Por que não?... Eu vou... Sem lenço e sem documento...&lt;br /&gt;-Araken é um desses brasileiríssimos brasileirinhos que cantam a terra mãe, correm atrás de espaços públicos para que toda arte nativa seja valorada contra exóticas correntes emboabas, ele mesmo uma mente brilhante, um coração de ouro, e do alto de seu ser fora de série e mesmo currículo em trincheiras pela legalidade, um dia aportou em Valença, Costa do Dendê, interior praieiro da Bahia, e lá, com a musa vítima dele, Alzenir, fincou raízes, depositou bandeiras, e com amor pelo chão criou a Fundação Cultural que leva seu nome e da esposa, sendo o aconchegante local um point regional e marco de divulgação, agregamento e pousada de criadores em potencial, nacionais e da sulamérica latina em pó. Com um handicap desses, fiquei só sondando a estadia na pousada. Eu e a minha musa vítima também, Rosangela.&lt;br /&gt;-Acertados os necessários e naturais dados viajosos, janeiro de chuvas em Peruíbe e mesmo em minha aldeia Santa Itararé das Artes, peguei o Gol e fui pousar em Salvador, Bahia, estadiando a principio no belo bairro de Pituba, guiado por um Taxista “gente mais maior de grande”, o Arnaldo, indicado pelo amigo Araken, e, de cara, sondando o devir, me senti em casa, muito bem tratado, comida da boa e da melhor qualidade, na verdade, eu, um capiau oriundo das plagas do chamado sul maravilha, nunca me senti tão dentro do meu próprio Brasil S/A, do que em São Salvador. E lá me fui, todo turista pimpão e curioso, conhecer o mar da Bahia, o mar que ainda ressoa e louva Caymmi nos entre-lugares das marés; fui ver o que a bahiana tem no Pelourinho, quando me vi, estava dentro do meu próprio coração, à vontade, tomando minhas cervejas e fotografando, um perfeito caipira paulista na primeiro Capital do Brasil; um jeca interiorano e metido a poeta nas horas etílicas, caindo de amores pela Bahia de todos os santos, anjos, mestiços, brasilindios, silvícolas, afrobrasilis, e vai por aí o bolero-blues, quero dizer, os sambas, axés, cariris e quetais. Saravá, São Jorge!&lt;br /&gt;-Depois de devidamente batizado pelo calor, sol na crista das ondas, serelepe me caí fora e fui, pelo mesmo taxista Arnaldo, proseador de primeira, pegar o ferry-boat destino a Valença, terra de estadia de meu grande novo amigo que começou lítero-presencial e acabou, claro, etílico-presencial. Vão vendo. Saindo da balsa, peguei um ônibus e enfim, cheguei a Valença, cidade que tem praia, rio – maior e mais bonito que Paraty – e fui então muito bem recebido e até demais de muito bem acomodado pelo casal Araken Alzenir, pois, como eu sempre brinco, atrás de um grande homem tem sempre uma grande mulher que lhe dá estrutura funcional e sustentação afetiva. E falo também por mim, pela musa Rosangela que organizou a lógica de minha loucura criacional, e não é fácil, confesso.&lt;br /&gt;-E lá conheci alguns membros da família do Araken, o genro Dr Flávio, médico de Vitória, esposa e filhos, amigos intelectuais da cidade, quando visitei o belo jornal da Valença, fui me aconchegando, me reconhecendo, andei pela cidade, a praia bem gostosa de Valença, até que, para ainda maior surpresa me senti em casa e afinado com as aconteças da Fundação e da gostosa Casagrande do Araken, quando dei-me com a presença de um dos maiores talentos do Brasil, o artista, músico, cantor, compositor, show-man, Xangai que lá aportou de violão mavioso, alma e voz plangente, para dar um show particular e caseiro, para mais ou menos vinte pessoas, e onde eu vi, ouvi e adorei escutar e curtir meu Brasil cantando pelos sertões das terras do sem fim, principado pelo criador de bodes e cantador Elomar e em louvações do Xangai, pontuando cada magna interpretação com graceza, talento e, show-man, dando voz ao povo, sim senhor... Axé Xangai! Cismando por lá, até fiz uma letra-poema em homenagem ao Xangai. Se ele me der a honra de musicar, vou sentir feliz e honrado:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pássaro-Flor&lt;br /&gt;(Poema Querendo ser Letra de Toada)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o Artista Xangai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1&lt;br /&gt;O cantador é aquele que sai de si&lt;br /&gt;E em lá e em sol e chuva vai&lt;br /&gt;A sal; ou açúcar que aflora e ri&lt;br /&gt;Ser composição que do coração sai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Refrão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A louvação é andor&lt;br /&gt;E luar e sertão...&lt;br 
